domingo, 14 de abril de 2013

The Candyman e os doces mortais


Eu sempre gostei de uma boa história de terror. Sempre assisti a muitos filmes desse gênero, mas confesso que muitos acontecimentos da realidade atual chegam a ser mais aterrorizantes.
Como se constrói uma lenda urbana? E o que fazer quando nos deparamos com ela na realidade? O post de hoje vem falar de uma dessas lendas, os doces mortais – mas que estão se tornando cada vez mais realidade e acabam virando  página dos jornais na sessão policial.
Sabe quando sua mãe lhe dizia, quando criança, para não aceitar doces de estranho? A preocupação dela era real. Mas, nos Estados Unidos de 1974, sobretudo na época do Halloween, essa preocupação das famílias em alertar as crianças para não receber doces ou frutas de estranhos aumentou consideravelmente- de fato esta preocupação tinha um motivo bem fundamentado...


Quem gosta de contos de terror sabe que a lenda dos doces mortais possui varias vertentes onde o final é sempre o mesmo:  os investigadores policiais acabam encontrando lâminas de barbear (a popular gilete, o objeto mais usado), ou pregos, ou vidro, ou drogas, dentro dos doces ou das frutas. E acriança que recebeu o doce acaba morrendo na hora, com a boca rasgada/ferida ou acaba se drogada, morrendo de overdose por ter recebido uma dose letal de drogas pesadas.
Se pararmos só um pouquinho para analisar sobre estas historias que podem ter acontecido ao nosso redor, poderemos encontrar ela sendo contadas de várias maneiras: 


              A famosa maça que a bruxa dá á Branca de neve é ícone – delas derivam historias de velhas senhoras colocando veneno em maçãs e pipoca;
                  Com as giletes, podemos ter ouvido, por exemplo, algo assim: aquele senhor insuportável e estranho, que não gostava de crianças distribuiu doces com laminas de barbear e matou as crianças da vizinhança;
      Pros mais moderninhos e hypes, versões mais criativas também foram inventadas, como esta: Um viciado em cocaína que encheu Pixie Sticks (uma espécie de doce em pó, tipo nosso Dip Lick) da droga e distribuiu às crianças, matando-as com overdose. 


Nos anos 70 essas historinhas causaram muito medo na população norte-americana chegando ao ponto de levar  hospitais a fazerem exames de Raio-X em doces “suspeitos”. Tudo isso dá roteiro pra filme de terror. Mas o que dizer quando se tem a seguinte realidade:
Em 1974, os jornais americanos anunciavam que, um homem colocou cianureto em alguns doces e os deu para seus dois filhos e mais duas crianças. O único que comeu o doce foi seu filho, que acabou morrendo. Dizem que a causa mais provável do crime foi o dinheiro do seguro das crianças.


Ronald Clark O'Bryan (posteriormente apelidado de Candyman) (19 de outubro de 1944 - 31 de março de 1984) foi um assassino de Deer Park , Texas, condenado por matar seu filho de oito anos de idade, Timothy, no Dia das Bruxas de 1974, com cianureto colocado em doces em fim de reivindicar o dinheiro do seguro de vida. 

A vítima 
The Candyman

Ele também distribuiu doces envenenados para outras crianças numa tentativa de encobrir o crime, mas nem a sua filha Elizabeth, nem qualquer outra criança comeu nenhum doce envenenado. O'Bryan foi executado em 31 de março de 1984 por injeção letal . Depois desse crime  O'Bryan tornou-se bastante conhecido, ganhou o apelido de Candyman - programas de segurança para o Halloween foram implementados em Deer Park, ensinando os pais métodos para avaliar a segurança de porta-a-porta das guloseimas por inspeção visual.
Durante a execução do candyman, uma multidão de estudantes universitários vestindo máscaras de Halloween apareceram para aplaudir.  O grupo musical Siouxsie and the Banshees gravou uma canção sobre O'Bryan chamado de "Candyman", a primeira faixa do seu álbum de Tinderbox .


Enquanto isso, anos depois, no Brasil, em março de 2012, os jornais noticiavam a seguinte noticia:

A adolescente Talita Machado Teminski, de 14 anos, filha de um policial militar, recebeu em casa uma encomenda na tarde dia 12 de março. A caixa, entregue por um taxista, continha doces e um bilhete informando que eles eram uma amostra e caso a jovem tivesse interesse poderia encomendá-los para a festa de 15 anos, marcada para abril deste ano. 

Talita depois de sua passagem pelo hospital após o envenenamento - com o pai. 
Talita dividiu os doces com outros três amigos. Logo após ingerirem os chocolates todos passaram mal e foram levados para o hospital com quadro de intoxicação. A garota que recebeu a encomenda chegou a ter duas paradas cardíacas. Ela ficou internada no Hospital de Clínicas de Curitiba por oito dias. Todos já receberam alta.

A versão brasileira do candyman americano, Margarete Aparecida Marcondes.
A mulher suspeita de enviar doces envenenados à adolescente Talita Machado Teminski, de 14 anos, Margarete Aparecida Marcondes, confessou o crime em depoimento no dia 31 de março de 2012, segundo a Polícia Civil de Santa Catarina. De acordo com o delegado da Divisão de Investigações Criminais de Joinville, a mulher de 45 anos não explicou o motivo do crime. “Não me pareceu um comportamento de uma pessoa equilibrada”, disse o delegado Marcel de Oliveira sobre o depoimento.
O delegado afirmou também que a suspeita tinha consciência dos crimes que comentou – a agressão ao marido e a intoxicação de três jovens – e que não há indícios de que ela não teria entendimento sobre as consequências do que fez.

Investigações
Os jovens foram envenenados em 12 de março. A mulher foi presa na madrugada deste sábado, em Barra Velha, no litoral do estado catarinense. A doceira foi encontrada pela Polícia Militar por volta das 4h, dormindo dentro de um carro. No período em que ficou foragida, também passou por Itajaí e Navegantes. No fim da manhã ela foi transferida para Curitiba.

Os doces mortais do caso brasileiro - inocentes, não?

Conforme a polícia, a ida da doceira a um banco de Itajaí foi fundamental para as investigações. A informação foi recebida por meio de uma denúncia anônima. “Ela foi fazer um seguro de vida para a filha de 26 anos”, acrescentou o delegado.
Ainda de acordo com Oliveira, pelas imagens do circuito interno de segurança foi possível ver que a suspeita estava bem. “Vimos as imagens e tivemos certeza, convicção que ela tinha participação no crime contra o marido.”
À polícia, a suspeita disse que agrediu o companheiro para que ele não descobrisse a participação dela no crime cometido contra os adolescentes em Curitiba. Ele foi encontrado na casa do casal em estado gravíssimo e está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem condições de prestar depoimentos.
O delegado afirmou ainda que a suspeita se disse arrependida e como pensava que o marido estava morto queria que ele fosse enterrado, por isso, mandou duas mensagens de texto do próprio celular para um grupo de amigos. “N. [Nome do marido] está na casa esperando ser enterrado, a mulher viu tudo, está dopada. Já que não recebi vou me divertir um pouco, empréstimo não pago morre, doces tudo armação”, dizia a primeira das mensagens. Na outra, escreveu: “Empréstimo não pago, casal morto ele já foi”.
Segundo o delegado, a mulher tinha a intenção de mandar a mensagem para um amigo específico do marido, mas acabou enviando para toda a lista de contato. Com a mensagem, complementou, ela tentou criar uma justificativa para seu desaparecimento e evitar qualquer desconfiança contra ela. (Fonte: http://g1.globo.com)

Aí eu pergunto: será que não é a realidade brutal que anda transformando fatos do cotidiano em historinhas de terror? De toda forma deixo aqui algumas observações para prevenir futuros acidentes com doces:

              Não coma doce ou guloseimas antes de examinar bem a aparência deles – qualquer coisa estranha descarte-os;
              Não coma nada que esteja mal embrulhado ou com o embrulho semiaberto;
              Procure evitar comer doces que não saiba da procedência, sobretudo quando eles não tiverem embalagem de fábrica;
              Se qualquer coisa tiver um gosto "engraçado", cuspa-o e guarde para qualquer exame que seja necessário mais tarde (risos maldosos) kkkkkkkkkkkkkkk

E como esta historia de doces me deu fome, que tal preparar um brigadeiro “envenenado”? Calma, não vai ter nada de estranho nele, só  vai ser uma surpresa na hora de comer, porque ele foge ao tradicional e eleva queijo. Experimente.

Brigadeiro de queijo

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1 caixinha de creme de leite (200g)
1 colher de sopa de farinha de trigo (peneirada)
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
1 colher de sopa de margarina sem sal
Raspas de chocolate meio amargo ou granulado

Preparo: Em uma panela misture todos os ingredientes, exceto a raspas de chocolate, e leve ao fogo baixo mexendo sem parar até atingir o ponto de brigadeiro, ou seja, desgrudando da panela. O processo é rápido, cerca de 5 minutos. Despeja o brigadeiro ainda quente em copinhos e deixe esfriar em temperatura ambiente, ou faça como eu, coloque na geladeira por 15 minutos ou até ter a certeza de que estão frios. Após esfriar, salpique as raspas de chocolate meio amargo ou o granulado.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Banoffee Pie para homenagear a baronesa Thatcher – A Dama de Ferro


Eu acordei com uma chuva que tinha a cara de Londres!  Acho que a chuva queria me dizer algo – que só entendi quando liguei o notebook e li que a Dama de Ferro havia falecido esta manhã. Sei que tem muita gente por aí que não ia muito com a cara dela – nem com as atitudes que ela tomou num passado não tão distante. Mas eu acredito que, de alguma forma, ela melhorou  a Inglaterra.
Assim sendo, o post de hoje vem trazendo a receita do doce preferido da baronesa Thatcher – sim, ela tinha títulos de nobreza.
Descobri faz pouco tempo a receita da Banoffee Pie, uma delícia. Fui investigar um pouco e a única coisa que descobri é que esta torta num restaurante chamado Hungry Monk (O Monge Faminto), antigo cottage perto do vilarejo de Alfriston no Sussex. A sobremesa é uma torta à base de banana e toffee (donde o seu nome), que ao que muitos sabiam era o doce preferido de Margaret Thatcher. 


Dizem os historiadores que a Banoffee Pie é uma sobremesa de origem Inglesa datada de 1972, em que o seu nome foi construído com a junção das palavras "banana" e "toffee" (que neste caso é o leite condensado cozido na panela de pressão). Veja a receita no fim deste post.

Mais sobre Margaret Thatcher


A ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher morreu na manhã desta segunda-feira em Londres, aos 87 anos, após sofrer um derrame. Thatcher foi a primeira mulher a ocupar o posto de primeiro-ministro no país, e permaneceu no cargo de 1979 a 1990, pelo Partido Conservador.
"É com grande tristeza que Mark e Carol Thatcher anunciam que sua mãe, a baronesa Thatcher, morreu pacificamente após um derrame nesta manhã", disse o porta-voz da ex-premiê, Lord Bell.
Thatcher foi uma das mais influentes figuras públicas do século 20. Seu legado teve um efeito profundo nas políticas de seus sucessores, tanto conservadores como trabalhistas, enquanto seu estilo considerado radical e agressivo definiu seus 11 anos no comando da Grã-Bretanha.
Durante seu governo conservador, milhares de britânicos conseguiram comprar casas populares e ações de empresas recém-privatizadas nas áreas de energia e telecomunicação. Mas sua rejeição à chamada "política de consenso" fez dela uma figura desagregadora, e a oposição ao seu governo culminou com rebeliões nas ruas e dentro de seu próprio partido.
Margaret Hilda Thatcher nasceu em 13 de outubro de 1925 no condado de Lincolnshire, filha de um dono de mercearia, que era pregador metodista e político local. Ele teve enorme influência na vida da filha - bem como nas políticas que ela adotou. "Devo quase tudo a meu pai, de verdade", ela diria mais tarde. Thatcher estudou Química em Oxford, com o auxílio de uma bolsa de estudos, e se tornou a terceira mulher a presidir a Associação Conservadora da universidade.

Jovem candidata

Depois de se formar, trabalhou para uma empresa de produtos plásticos e se envolveu em um grupo político conservador, até que, a partir de 1949, começou a concorrer a cargos no governo local em Kent. Mesmo sem vencer, ela atraiu atenção da imprensa por ser a mais jovem candidata eleitoral conservadora da História. Em 1951, ela se casou com o empresário divorciado Denis Thatcher, com quem teve os gêmeos Mark e Carol, dois anos depois.
Em 1959, finalmente obteve um assento no Parlamento britânico. Foi nomeada logo em seguida ministra-júnior e, após a derrota dos conservadores em 1964, entrou para o "shadow cabinet" (gabinete de oposição que monitora o trabalho do governo).
Ganhando proeminência no partido, Thatcher passou a fazer campanha vigorosa contra impostos no governo trabalhista e a favor da construção de casas populares.
Quando o conservador Ted Heath foi eleito premiê, em 1970, Thatcher foi promovida a secretária da Educação e ordenada a reduzir os gastos da pasta. Um dos cortes resultou no fim de uma campanha de leite gratuito nas escolas, o que gerou fortes críticas dos trabalhistas e o apelido de "Margaret Thatcher, milk snatcher" (algo como ladra de leite).


Ela própria havia se oposto ao corte dos subsídios para a compra do leite. Depois do episódio, escreveu: "Aprendi uma lição valiosa. Incorri no máximo de ódio político (em troca) do mínimo de benefício político".

Primeira-ministra

O governo Heath, afetado pela crise do petróleo de 1973, caiu no ano seguinte. Crítica da condução da economia promovida pelo premiê, Thatcher disputou com ele a liderança do partido em 1975 e, para surpresa geral, venceu. Tornou-se a primeira mulher a liderar um partido de grande porte na Grã-Bretanha.

Margaret Thatcher, Líder da oposição, 18 de setembro de 1975
Logo começou a deixar sua marca na política. Um discurso de 1976 contra as políticas repressoras aplicadas na antiga União Soviética lhe rendeu o apelido de "Dama de Ferro"- título que lhe agradava.
Quando o premiê trabalhista Jim Callaghan recebeu um voto de desconfiança do Parlamento, o Partido Conservador venceu as eleições gerais em 1979, e Thatcher foi alçada ao poder.

Livre mercado

Como primeira-ministra, ela estava determinada a moralizar as finanças públicas, e partiu para a redução do papel do Estado e o incentivo ao livre mercado.
O controle da inflação era uma meta central do governo, que introduziu um corte radical nos gastos e nos impostos. Privatizou empresas estatais, fomentou a compra de casas populares e aprovou leis para coibir a militância sindical.
As novas políticas monetárias fizeram do centro financeiro de Londres um dos mais vibrantes e bem-sucedidos do mundo.
Em busca de um país mais competitivo, antigas indústrias foram desativadas. O desemprego cresceu. Apesar de pressão popular, Thatcher não cedia. Em uma conferência partidária de 1980, ela declarou: "Aos que esperam por uma guinada, só tenho uma coisa a dizer: dêem a guinada se quiserem. Essa dama não volta atrás".
No fim de 1981, sua taxa de aprovação havia caído para 25%, nível mais baixo registrado para qualquer premiê até então. No ano seguinte, a economia iniciou sua recuperação e, com isso, cresceu a popularidade de Thatcher.

Guerra e terceiro mandato

A aprovação deu um salto maior em abril, com sua guerra contra a Argentina pelas ilhas Malvinas, vencida em 14 de junho. A vitória bélica, somada a desarranjos no Partido Trabalhista, resultaram em nova vitória conservadora nas eleições de 1983. Nessa época, Thatcher enfrentou desafios na Irlanda do Norte, como greves de fome de membros do IRA (Exército Republicano Irlandês), e manteve uma abordagem linha-dura perante o grupo.
Em outubro de 1984, o IRA detonou uma bomba numa conferência do Partido Conservador em Brighton, deixando quatro mortos e dezenas de feridos.
Em resposta, Thatcher declarou: "Este ataque falhou. Todas as tentativas de destruir a democracia com terrorismo falharão".
Sua política externa era focada em reconstruir laços externos da Grã-Bretanha. Teve como parceiro o presidente americano Ronald Reagan, com quem compartilhava opiniões semelhantes sobre a economia, e manteve uma aliança improvável com Mikhail Gorbachev, presidente soviético reformista.

Ronald Reagan, Margaret Thatcher, Nancy Reagan e Denis Thatcher, em recepção na Casa Branca, em 1988.
Ante a desestruturação do Partido Trabalhista, a premiê foi, de forma inédita, eleita para um terceiro mandato em 1987.
Uma de suas primeiras ações foi impor uma taxação sobre serviços públicos, que despertou uma forte onda de protestos violentos no país e insatisfação dentro do próprio Partido Conservador. Mas o que acabou levando a sua queda foi a questão da unidade do continente europeu.
Após um debatido simpósio sobre o euro ocorrido em Roma, Thatcher ela rechaçou a possibilidade de aumento de poder da comunidade europeia. Após a saída de importantes membros de seu gabinete e sob pressão do partido, a premiê disse se sentir traída e anunciou sua renúncia em novembro de 1990. John Major foi eleito para sucedê-la.

Títulos de nobreza


·         Lady Thatcher, MO, MP (4 de Fevereiro de 1991 - 16 de Março de 1992).
·         Lady Thatcher, OM (16 de Março de 1992 - 26 de Junho de 1992)
·         A Baronesa Thatcher, MO, PC (26 de Junho de 1992 - 22 de Abril de 1995).
·         A Baronesa Thatcher, LG, MO, PC (22 de Abril de 1995 - 08 de abril de 2013).
·         Baronesa Thatcher de Kesteven, título nobiliárquico de Baronesa, que em 1992, foi-lhe concedido pela Rainha Elizabeth II dando-lhe um lugar na câmara dos Lordes.

Legado

Após deixar o poder, ela recebeu o título de baronesa, escreveu dois livros de memórias e se manteve ativa na política, fazendo campanha contra o Tratado de Maastrich (que pavimentou terreno para a adoção do euro) e contra a política sérvia de limpeza étnica na Bósnia.
Foi forçada a reduzir sua atuação pública em 2001, quando sua saúde começou a se deteriorar. Após sofrer uma série de pequenos derrames, seus médicos advertiram contra aparições públicas, nas quais ela se revelava cada vez mais fragilizada. Além disso, Thatcher sofria de problemas mentais, que afetavam sua memória de curto prazo.

Em 2003, seu marido Denis morreu aos 88 anos de idade. "Ser primeira-ministra é um trabalho solitário. (...) Mas com Denis ali eu nunca estava sozinha. Que homem. Que marido. Que amigo", disse ela, na ocasião, em um discurso emocionado.
Para seus críticos, Thatcher foi uma política que colocou o livre mercado acima de tudo. Foi acusada por muitos de deixar que parte da população pagasse o preço por iniciativas que aumentavam o desemprego e geravam distúrbios sociais.
Para seus simpatizantes, a ex-premiê reduziu o tamanho de um Estado inflado e a influência dos sindicatos, além de restaurar a força britânica no mundo. Acima de tudo, ela foi uma política de opiniões firmes. Sua crença de que não deveria ceder em suas convicções mais enraizadas foi sua maior força e, ao mesmo tempo, sua maior fraqueza, diziam muitos.
Sua filosofia pode ser ilustrada por uma entrevista que deu em 1987. "Acho que passamos por um momento em que muitas crianças e pessoas foram levadas a crer que 'se tenho um problema, cabe ao governo lidar com ele'. 'Sou sem-teto, o governo tem de me dar uma casa. Eles (as pessoas) jogam seus problemas sobre a sociedade, e quem é a sociedade? Isso não existe! (...) É nosso dever cuidar de nós mesmos e então ajudar a cuidar de nossos vizinhos. A vida é um negócio recíproco, e as pessoas mantêm em mente os direitos, (mas) sem as obrigações."

Fonte: Folha/Uol

Banoffee Pie

Para a massa:
Biscoito maria, 400 g
Manteiga integral sem sal, 200 g
Para o recheio 1:
Doce de leite, 350 g (pode ser comprado pronto ou aquele cozido na panela de pressão, o importante é que seja consistente)
Creme de leite fresco, 150 ml
Para o recheio 2:
Bananas nanicas maduras, 12 unidades
Manteiga integral, 2 colheres (sopa)
Para o recheio 3:
Chocolate meio amargo, 200 g
Creme de leite fresco, 150 ml
Para a cobertura:
Cream cheese, 300 g
Açúcar de confeiteiro, 60 g
Suco de limão, ½ colher (chá)
Creme de leite fresco, 250 g

Preparo: Passe o biscoito pelo processador ou bata no liquidificador até virar uma farinha fina. Derreta a manteiga e junte à essa farinha de biscoito. Depois, em uma fôrma de fundo removível, disponha a mistura e aperte bem, formando uma camada de 1 cm de espessura. Leve ao forno a 180ºC por 15 minutos. Recheio 1 - Bata o creme de leite em ponto de chantili e misture delicadamente ao doce de leite. Reserve. Recheio 2 - Doure rapidamente as bananas com a manteiga em uma frigideira. Reserve. Recheio 3 - Primeiro aqueça o creme de leite. Em seguida, junte o chocolate ao creme de leite aquecido e mexa até formar uma massa lisa e brilhante. Cobertura - Bata o cream cheese com o açúcar e o suco de limão. Separadamente, bata o creme de leite em ponto de chantili. Montagem da torta - Coloque uma fina camada de ganache de chocolate sobre a massa.Adicione o doce de leite e cubra com as bananas douradas. Finalize com a cobertura e leve à geladeira por 3 horas.Decore com raspas de chocolate 


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Meu Abril Afrodisíaco!


Quando abril inicia, o meu reloginho interno vai disparando, pois é o mês do meu aniversário – e parece que o meu corpo e a minha mente sabem disso, ficam eufóricos e me aprontam algumas surpresas... Sou um taurino quase que tradicional, não fosse por já dominar algumas características que muitos estudiosos das ciências holísticas dedicam a nós taurinos (como teimosia, ciúmes, por exemplo).
Porém uma característica fundamental está, cada vez, mais enraizada, e duplamente impregnada em mim; Sou touro com ascendente em Touro e Lua em Câncer (isso não é uma informação muito adequada pra se colocar aqui, mas vem dela a inspiração ao post de hoje), e essa mistureba toda só servem pra dizer que eu sou TODO DE VÊNUS – indo e voltando. E as influências de Vênus são uma delícia! Isso não é atoa... Se repararmos bem as origens para todo este simbolismo, vamos encontrar muito amor, muita beleza, o pode de sedução, de atração, a lascívia, a luxúria e mais algumas coisas que você quiser incluir como artifícios de vênus. E não poderia deixar de esquecer os afrodisíacos, comentados como exóticos, e de cunho puramente místico para resplandecer a sexualidade...
Abril é o quarto mês do calendário gregoriano e tem 30 dias – disso todo mundo  sabe. Mas o seu nome deriva do Latim Aprilis, que significa abrir, numa referência à germinação das culturas. Outra hipótese sugere que Abril seja derivado de Aprus, o nome etrusco de Vénus, deusa do amor e da paixão. Outra versão é que se relaciona com Afrodite, nome grego da deusa Vênus, que teria nascido de uma espuma do mar que, em grego antigo, se dizia "abril".

O Nascimento de Vênus, de Sandro Botticelli, 1485.
Afrodite, segundo algumas versões de seu mito, teria nascido perto de Pafos, na ilha de Chipre, motivo pelo qual ela é chamada de "Cípria", especialmente nas obras poéticas de Safo. Seu principal centro de culto era exatamente em Pafos, onde uma deusa do desejo havia sido cultuada desde o início da Idade do Ferro na forma de Ishtar e Astarte. Outras versões do mito, no entanto, afirmam que a deusa teria nascido próximo à ilha de Citera (atual Kythira), pelo qual também recebia o nome de "Citereia". A ilha era um entreposto comercial e cultural entre Creta e o Peloponeso, portanto estas histórias podem ter preservado traços da migração do culto de Afrodite do Levante até a Grécia continental.
Na versão mais famosa do mito, seu nascimento teria sido a consequência de uma castração: Cronos teria cortado os órgãos genitais de Urano e arremessado-os para trás, dentro no mar. A espuma surgida da queda dos genitais na água, que alguns autores identificaram com o esperma do deus morto, teria dado origem a Afrodite, enquanto as Erínias teriam surgido a partir de suas gotas de sangue. Nas palavras de Hesíodo, "o pênis (...) aí muito boiou na planície, ao redor branca espuma da imortal carne ejaculava-se, dela uma virgem criou-se." Esta virgem se tornou Afrodite, flutuando até as margens sobre uma concha de vieira. Esta imagem, de uma "Vênus erguendo-se das águas do mar" (Vênus Anadiômene), já totalmente madura, foi uma das representações mais icônicas de Afrodite, celebrizada por uma pintura muito admirada de Apeles, já perdida, porém descrita na História Natural de Plínio, o Velho.
Em outra versão de sua origem, ela seria filha de Zeus e Dione, a deusa-mãe cujo oráculo situava-se em Dodona. A própria Afrodite é por vezes referida comop "Dione", que parece ter sido uma forma feminina de "Dios", o genitivo de Zeus em grego, e poderia apenas significar "a deusa", de maneira genérica. A própria Afrodite seria então uma equivalente de Réia, a mãe-terra, e que Homero teria deslocado para o Olimpo. Alguns estudiosos levantaram a hipótese de um panteão proto-indo-europeu, no qual a principal divindade masculina (Di-) representaria o céu e o trovão, e a principal divindade feminina (forma feminina de Di-) representaria a terra, ou o solo fértil. Depois que o culto a Zeus tomou o lugar do oráculo situado no bosque de carvalhos em Dodona, alguns poetas o teriam transformado em pai de Afrodite. Em algumas versões do mito, Afrodite seria filha de Zeus e Talassa (o mar).
Após destronar Cronos, Zeus ficou ressentido, pois, tão grande era o poder sedutor de Afrodite que ele e os demais deuses estavam brigando o tempo todo pelos encantos dela, enquanto esta os desprezava a todos, como se nada fosse. Como vingança e punição, Zeus fê-la casar-se com Hefesto, (segundo Homero, Afrodite e Hefesto se amavam, mas pela falta de atenção, Afrodite começou a trair o marido para melhor valorizá-la) que usou toda sua perícia para cobri-la com as melhores jóias do mundo, inclusive um cinto mágico do mais fino ouro, entrelaçado com filigranas mágicas. Isso não foi muito sábio de sua parte, uma vez que quando Afrodite usava esse cinto mágico, ninguém conseguia resistir a seus encantos.

O Casamento de Afrodite e Hefesto - Johann Georg Platzer.
Alguns de seus filhos são Hermafrodito (com Hermes), Anteros (com Ares, a versão mais aceita ou com Adônis, versão menos conhecida), Fobos, Deimos e Harmonia (com Ares), Himeneu, (com Apolo),Príapo (com Dionísio), Eryx (com Posídon) e Eneias (com Anquises)
Os diversos filhos de Afrodite mostram seu domínio sobre as mais diversas faces do amor e da paixão humana.
Afrodite sempre amou a alegria e o glamour, e nunca se satisfez em ser a esposa caseira do trabalhador Hefesto. Afrodite amou e foi amada por muitos deuses e mortais. Dentre seus amantes mortais, os mais famosos foram Anquises e Adônis, que também era apaixonado por Perséfone, que aliás, era sua rival, tanto pela disputa pelo amor de Adônis, tanto no que se diz respeito de beleza. Vale destacar que a deusa do amor não admitia que nenhuma outra mulher tivesse uma beleza comparável com a sua, punindo (somente) mortais que se atrevessem comparar a beleza com a sua, ou, em certos casos, quem possuísse tal beleza. Exemplos disso é Psiquê e Andrômeda.
Na mitologia grega, Afrodite era acompanhada pelas Cárites, ou Graças como eram também conhecidas. Seus nomes eram Aglae ("A Brilhante", "O Esplendor"), Tália ("A Verdejante") e Eufrosina ("Alegria da Alma").
Suas festas eram chamadas de afrodisíacas e eram celebradas por toda a Grécia, especialmente em Atenas e Corinto. Suas sacerdotisas representavam a deusa]. Seus símbolos incluem a murta, o golfinho, o pombo, o cisne, a rosa, a romã e a limeira. Entre seus protegidos contam-se os marinheiros e artesãos.


Com o passar do tempo, e com a substituição da religiosidade matrifocal pela patriarcal, Afrodite passou a ser vista como uma Deusa frívola e promíscua, como resultado de sua sexualidade liberal. Parte dessa condenação a seu comportamento veio do medo humano frente à natureza incontrolável dos aspectos regidos pela Deusa do Amor.
No templo de Corinto, praticava-se prostituição religiosa no templo da deusa. O sexo com as prostitutas, geralmente escravas, era considerado um meio de adoração e contato com a Deusa].
No final do século V a.C., os filósofos passaram a considerar Afrodite como duas deusas distintas, não individualizando seu culto: Afrodite Urânia, nascida da espuma do mar após Cronos castrar seu pai Urano, e Afrodite Pandemos (ou Pandemia), a Afrodite comum "de todos os povos", nascida de Zeus e Dione. Entre os neoplatônicos e, eventualmente, seus intérpretes cristãos, a Afrodite Urânia é vista como uma Afrodite celeste, representando o amor de corpo e alma, enquanto a Afrodite Pandemos está associada com o amor puramente físico. A representação da Afrodite Urânia, com um pé descansando sobre uma tartaruga, mais tarde foi tida como a descrição emblemática do amor conjugal, a imagem é creditada a Fídias, em uma escultura criselefantina feita para Elis, numa única citação de Pausânias.
Assim, de acordo com o personagem Pausânias no Banquete de Platão, Afrodite são duas deusas, uma mais velha a outra mais jovem. A mais velha, Urânia, é a "celeste" filha de Urano, e inspira o amor/Eros homossexual masculino (e, mais especificamente, os efebos), a jovem é chamada Pandemos, é a filha de Zeus e Dione, e dela emana todo o amor às mulheres. Pandemos é a Afrodite comum. O discurso de Pausânias distingue duas manifestações de Afrodite, representadas pelas duas histórias: Afrodite Urânia (Afrodite "celestial"), e Afrodite Pandemos (Afrodite "Comum").

Alimentos afrodisíacos


O termo afrodisíaco tem origem no grego aphrodisiakós, relativo ou pertencente à afrodisia, que restaura as forças geradoras, ou excita os apetites carnais. E, levando em consideração a leitura anterior advinda  da mitologia, verificamos que existiu uma deusa que provocava este apetite nos homens, Afrodite. Quando entendemos que os elementos afrodisíacos restauram as forças geradoras, voltamos ao que já aprendemos sobre elementos que possuem mais ou menos energia. Os que possuem mais, produzem a fraqueza ou a sonolência, os que possuem menos, produzem a força.  Isso quer dizer que, os alimentos que possuem mais energia em seus elementos, não são bons para quem quer ter um bom desempenho sexual. Já os que possuem menos energia em seu interior, tornam o sujeito pau para toda a obra.
Ao longo de toda a história da humanidade os indivíduos estiveram preocupados com o declínio da função sexual em consequência do processo de envelhecimento. Eles sempre procuraram em diversos produtos da natureza um “elixir da juventude” capaz de restabelecer o vigor dos impulsos sexuais. Esses produtos são conhecidos como “afrodisíacos”, que são substâncias utilizadas com o objetivo de aumentar o desejo e a capacidade de manter relações sexuais.
O Antigo Testamento, por exemplo, relata que Raquel serviu-se da planta mandrágora para facilitar uma gravidez. Os antigos hebreus acreditavam que o suco das raízes e dos frutos dessa erva tinha o poder de provocar excitação sexual e facilitar a concepção. Cientificamente conhecida como Mandragora officiarum, a mandrágora pertence à família das Solanáceas, que inclui outras espécies, como a batata, o tabaco, o tomate, o pimentão e vários tipos de pimenta. Dentre as substâncias ativas existentes na mandrágora, destacam-se a atropina e a escopolamina. Elas têm grande emprego medicinal, mas não propriamente com finalidades afrodisíacas.

Mandragora officiarum 
A atropina é utilizada para aliviar cólicas intestinais ou biliares e diminuir as secreções dos aparelhos digestivo e respiratório. A escopolamina tem basicamente os mesmos efeitos da atropina, mas difere desta pela sua ação sobre o sistema nervoso central. Enquanto a atropina provoca, em doses elevadas, agitação, nervosismo e, às vezes, alucinações e delírios, a escopolamina atua como depressor, causando cansaço e sonolência.
Cientificamente apenas se conseguiu comprovar que os extratos das raízes da mandrágora causam sonolência. Assim, caso se atribua algum efeito afrodisíaco a essa planta, ele se manifestaria de maneira indireta. Em outras palavras, o homem teria à sua disposição uma parceira sexual devidamente entorpecida pela substância ativa da mandrágora. Dessa maneira, ela se tornaria mais dócil e submissa.
A crença na eficácia da mandrágora como afrodisíaco não ia além da forma de sua raiz, semelhante a um pênis ereto. Segundo o imaginário humano, os efeitos medicinais de uma planta estavam relacionados com a semelhança entre suas formas e os órgãos do corpo humano. Existe em diversas culturas humanas um conjunto de associações simbólicas entre elementos da natureza e suas funcionalidades.
Poucas substâncias usadas como afrodisíacos provocam efetivo aumento do interesse sexual. As demais atuam exclusivamente por sugestionamento. Ou seja, quem as toma se convence a tal ponto da eficácia desses preparados que acredita realmente “sentir” seus efeitos. Tais pessoas não se dão conta de que, melhor do que qualquer recurso artificial, elas possuem dotes naturais capazes de proporcionar maior estímulo sexual: a imaginação e a fantasia.
Os alimentos que são considerados afrodisíacos podem ser divididos em três grupos: os mitológicos e exóticos, os estimulantes que são quimicamente comprovados e os que se associam ao sexo por seu formato. Os primeiros são aqueles que derivam de lendas, como o mel, que era conhecido como o néctar de Afrodite ou “manjar dos deuses”. 
Na Grécia, era muito usado em celebrações de casamento: a noiva consumia uma colher de mel, pois eles acreditavam que dessa forma só sairiam palavras doces de sua boca. Vem daí a origem do termo “lua-de-mel”. Entretanto, o mel também está na segunda categoria, graças à presença de vitaminas B e C e de minerais do pólen das flores, que podem estimular a produção de hormônios sexuais. 


Ainda na Grécia, o culto a deuses como Afrodite, tornava permitido às pessoas cederem aos prazeres do sexo. Eles costumavam realizar orgias em que o orgasmo era buscado em sua totalidade, com o uso de poções afrodisíacas para este fim. Alimentos como cebolas, trufas, peixes eram consumidos por homens e mulheres para estimular o apetite sexual. Perfumes, como o da violeta, eram passados nas zonas erógenas das cortesãs para que os homens aumentassem seu desejo sexual.
Os romanos também tinham suas receitas afrodisíacas, utilizando vísceras de animais para este fim. A diferença é que além de alimentos, eles tinham um apelo visual forte para estimular a sexualidade. Utilizavam aromas e flores para enfeitar os quartos, presenciavam cenas eróticas ao vivo em peças teatrais, o que é um grande estímulo, levando, consequentemente, ao aumento do desejo sexual.
O cristianismo trouxe a culpa e o pecado. O sexo já não era mais para o prazer, mas para a procriação. Estimular a sexualidade não era mais considerado um ritual religioso, pelo contrário, era mundano e proibido. Afrodisíacos eram considerados produtos mágicos, oriundos de bruxas e magos que trabalhavam contra a virtude.


Mas nem com todo este discurso os afrodisíacos foram esquecidos. Propriedades afrodisíacas ainda eram encontradas em alimentos e plantas, e a curiosidade permanecia grande. Era muito comum que a alimentos de origem exótica fosse creditada a propriedade de estimular a libido sexual. Ingleses, franceses, e outros povos de todos os continentes, tratavam de melhorar seu desempenho sexual com estas descobertas.
Para facilitar melhor a compreensão do que pode ou  não ser um afrodisíaco,  muitos estudiosos se debruçam até hoje para definir alimentos que possuem mais ou menos energia em relação ao homem. A conclusão mais generalista que chegaram sobre este assunto foi de que normalmente os elementos com muita caloria, possuem menos energia e os que possuem baixa caloria possuem mais energia. Assim, entre o doce e o salgado, por exemplo, você mesmo definirá a diferença. Abaixo segue a característica geral dos alimentos que possuem pouca quantidade de energia e assim são fontes de geração de força:

• As raízes (ex.: alho, cebola, mandioca, cenoura, beterraba, etc..).
• As plantas rasteiras de folhas finas ou pequenas (ex.: cebolinha.).
• As frutas rasteiras que possuem muitos caroços espalhados (ex.: melancia).
• As frutas aéreas que possuem muitos caroços espalhados (ex.: limão e laranja).
• A gordura animal ou vegetal.
• Carne de aves em sua maioria.
• Carne de peixe de escama.
• Cartilagem de peixe.

Para diferenciar veja agora alguns alimentos que normalmente possuem muita energia em suas células:

• As plantas rasteiras de folhas grandes (ex.: alface e couve).
• As frutas rasteiras com um caroço ou vários no lugar de um (ex.: melão.).
• As frutas aéreas com um só caroço ou vários no lugar de um (ex.: abacate).
• Carne de peixe de pele.
• Leite desnatado.
• Açúcar.

Nas duas definições acima podemos definir os exemplos práticos:
• Normalmente para os homens com pouca potência sexual são receitadas raízes.
• Para mulheres fracas após o parto são receitadas aves.
• Para pessoas doentes de várias doenças são receitados chás de algum capim.

Aspargos


Estes talos são um triunfo afrodisíaco. Receberam o estado de afrodisíaco pela primeira vez na Doutrina de Firmas (também conhecida como Lei dos Parecidos) no século XVI. A teoria diz que se uma coisa se parece com a outra, vai melhorar ou ajudar aquilo que se parece com ela. Ou seja, se a comida parece sexual, então vai ajudar a melhorar o sexo.
Os aspargos são ricos em potássio, fósforo, cálcio e vitamina E. "Para os casais que têm fome de amor, os aspargos são uma energia adicional, mantêm o sistema urinário e rins em bom funcionamento, e são uma dose natural de "vitamina do sexo" necessária para aumentar a produção de hormônios.




Massa com Aspargos e Parma

Ingredientes
500g de espaguete ou capelini
2 colheres de sopa de azeite de oliva
2 dentes de alho
1 cebola pequena fatiada
150g de presunto de parma, cortado em tiras
400g de aspargos, aparados e cortados em pedaços 2cm.
1 1/4 xícaras de creme de leite fresco
1/3 xícara de queijo parmesão ralado
sal e pimenta

Preparo: Cozinhe a massa conforme as instruções do pacote. Enquanto isso, aqueça o óleo em uma frigideira grande em fogo médio. Refogue a cebola e o alho por uns 5-7 minutos. Adicione o presunto de parma e os aspargos até que estes fiquem verdes e brilhantes, cerca de 3 minutos. Depois adicione o creme de leite, 1/3 xícara de queijo, sal e pimenta. Reduza o fogo para ferver e cozinhe até que o molho tenha engrossado, cerca de 4 minutos. Despeje o molho sobre o macarrão pronto e misture bem. Sirva com o restante do queijo parmesão.


Aspargos Grelhados com Presunto Parma

ingredientes
Aspargos frescos (4 unidades)
Azeite
Sal
Pimenta moída
Presunto Parma (4 fatias)
Pão Italiano

Preparo: Pegue 4 aspargos. Segure cada um pela base, entorte, ele vai se quebrar em algum lugar perto de onde você está segurando, é a parte dura, que deve ser jogada fora. Feito isso, é hora de descascá-los. Se tiver um descascador de legumes use, senão apare com uma faca tomando cuidado. Você vai chegar ao “miolo” do aspargo que tem cor verde bem claro. Tempere-os com azeite, sal e pimenta. Reserve. Aqueça uma frigideira ou grelha e coloque os aspargos para grelhar (1 minuto e meio de cada lado). Pegue 2 fatias de presunto Parma e enrole dois aspargos juntos, sem cobrir até a ponta. Corte algumas fatias de pão italiano. Delicie-se.