sábado, 10 de setembro de 2011

WOW!!! Bebidas da ficção existem de verdade!

WOW!!! As bebidas da ficção existem de verdade!

Hoje acordei cedinho e vim ler as noticias do mundo, na internet, e acabei encontrando uma interessantíssima – principalmente para aquelas pessoas boas de copo.
Sabe quando de repente a gente está em frente à Tv e de repente aparece alguém bebendo coisas inusitadas e você fica desejando aquela bebida? Pois é, isso acontece comigo quando eu estou assistindo True Blood, série que tanto aprecio. E agora eu já posso me esbaldar no consumo de True Blood, agora eu posso, porque ele existe realmente. E não está sozinho nesta existência.
Espertos empreendedores observando a grande audiência de grandes produções resolveram criar as bebidas dos personagens mais conhecidos pro todo o mundo. Então vamos lá, apresentando a vocês: 

A Butterbeer de Harry Potter


Chama-se Butterbeer (cerveja de manteiga), mas não leva produtos lácteos. Esta invenção dos chefs do parque de diversões da Universal, em Orlando, começou a ser preparada em 2008. Viajaram até à Escócia para conhecerem a autora de Harry Potter, J. K. Rowling, para saberem o que ela imaginou quando descreveu a bebida, tomada pelos feiticeiros, fria ou quente. 
Como ia ser servida num parque de atrações familiar, a Universal não deixou que levasse álcool. Nem manteiga, por causa das pessoas intolerantes à lactose. A escritora só fez uma exigência: que usassem açúcar a sério em vez de xarope de milho. Quando voltaram aos EUA, os responsáveis por trazerem para a realidade esta bebida da ficção passaram quatro meses a trabalhar na receita. Fizeram 15 tentativas.
Depois, levaram o resultado a J. K. Rowling e submeteram-na a uma prova cega. Até que, ao beber uma delas, a milionária britânica disse, a sorrir: “Sim, chef. É isto mesmo!” Desde o ano passado, já venderam mais de um milhão de canecas. Afinal, de que é feita a cerveja de manteiga – que, diz quem já experimentou, é difícil de beber por ser tão espessa?
Os criadores não revelam todos os ingredientes. Mas um deles explica que há duas fases de fabrico: na parte de baixo, uma mistura que sabe a caramelo, doce de manteiga e bolachas shortbread. O topo, mais fofo, é uma versão menos doce de marshmallows.

A bebida energética que é o suor de Ben Stiller


Chama-se Booty Sweat, é uma bebida energética, e só começou a ser vendida nos EUA para promover a comédia de acção de 2008 'Tropic Thunder', com Ben Stiller, Robert Downey Jr. e Tom Cruise. A lata é exactamente idêntica à que aparece no filme. Agora, pode encontrar-se sobretudo na Internet. A bebida não foi um sucesso: provavelmente, porque no filme é suposto ser o suor (das partes íntimas) da personagem de Ben Stiller.

O refrigerante dos extraterrestres


A Slurm é descrita na série 'Futurama', criada por Matt Groening, o mesmo de 'Os Simpsons', como resultado das "secreções do verme gigante rainha Slurm, colhido por Grunka-Lunkas a cantar", numa fábrica do planeta Wormulon. É a bebida favorita do protagonista, o herói improvável Fry.
A versão real daquela que é considerada na série como "uma bebida altamente viciante", lançada em 2008, é mais inofensiva: leva, entre outros ingredientes, sumos de fruta, água mineral, chá e pós usados em bebidas isotónicas.

True blood - Em vez de sangue para vampiros, é sumo de toranja


Na série 'Sangue Fresco', vampiros e humanos convivem alegremente. Para que isso acontecesse, foi preciso criar sangue sintético - evitando assim que os primeiros mordessem os segundos. As garrafas de TruBlood ("sangue verdadeiro") são vendidas nos supermercados e nos bares locais de Bon Temps, a cidade fictícia do Louisiana onde decorre a acção da série criada por Alan Ball. Os fãs das aventuras de Sookie Stackhouse, a protagonista que vive um triângulo amoroso com dois vampiros, Eric e Bill, podem comprar TruBlood através da Internet. A bebida, disponível desde 2009, é gaseificada e feita de toranja, para ficar avermelhada.

 A Cola de Bart Simpson


Em Julho de 2007, a empresa 7-Eleven criou latas de Buzz Cola para vender durante a promoção do filme de 'Os Simpsons'. Foram vendidas milhares de unidades nos EUA e Canadá, em Kwik-E-Marts (a loja de conveniência da personagem Apu), também criados para a estreia do filme. A bebida, cuja marca pertence à Fox, aparece na série de Matt Groening com diversos slogans: o mais popular é "o dobro do açúcar, o dobro da cafeína". Embora seja uma provocação às marcas reais de cola-cola, há um paralelo evidente com a Pepsi: num episódio, aparecem latas de Crystal Buzz Cola (existiu uma Crystal Pepsi) e noutro surge um anúncio com uma Britney Spears animada (a cantora fez publicidade à Pepsi nos anos 90).

 A cerveja de Homer Simpson


O criador da série 'Os Simpsons', Matt Groening, recusou-se sempre a vender a marca Duff para a criação de uma cerveja, com receio de que isso encorajasse menores a beberem. Mas um pouco por todo o mundo, há fábricas de cerveja que criaram a marca Duff, em garrafas ou latas iguaizinhas às da série - e as preferidas do protagonista Homer Simpson.  Nos EUA, Reino Unido, México e Alemanha, há fabricantes que usam a marca. Mas o mais curioso é que, antes de 'Os Simpsons', já havia uma cerveja Duff: era produzida pela Duff Brewery em Dunedin, Nova Zelândia. Só que a Fox, o estúdio que criou a série de animação, obrigou judicialmente a pequena fábrica (que não tinha recursos para se defender em tribunal) a mudar o nome para McDuff.


E como nem sempre se pode importar estas bebidinhas e te-las na hora que se deseja, Vou deixar a receita de um drink delicioso e de fácil preparo pra vocês se deleitarem neste sábado ensolarado. Cheers!!!

HURICANE COCKTAIL

Servir em : Hurricane Glass como na figura ao lado
Tipo : Cocktail Alcoólico
Porções :1 

50 ml rum escuro 
50 ml rum claro 
50 ml suco de maracujá 
12 ml suco de limão 
25 ml suco de laranja 
1 colher(de sopa de grenadine 
cubos de gelo à gosto 
1 fatia de laranja 
2 cerejas 

Preparo: Despeje todos os ingredientes numa coqueteleira, com exceção das fatias de laranja e cerejas. Agite bem. Coe a mistura sobre cubos de gelo no copo. Sirva decorando com fatias de laranja e cerejas. 

DICAS: Grenadine é um xarope cor vermelho-sangue, feito com romã e mel. Pode ser substituído por groselha

terça-feira, 6 de setembro de 2011

À la table de la Maison Impériale du Brésil

Amanhã é feriado de sete de setembro. Dia de ver os desfiles das escolas, que homenageiam a data com muita alegria e pompa. 

Eu devo ficar em casa, escrevendo trabalhos pro curso do mestrado. Mas nem por isso esta confraria dará folga aos confrades (risos).  Este post servirá para dar dicas de leituras que remetem ai período imperial brasileiro e tratam diretamente de alimentação.
Como primeira dica de leitura, apresento uma reedição muito interessante do primeiro livro de culinária, publicado em português - Arte de cozinha: As receitas da corte de Dom João, editado pela editora do  Senac Rio.

Arte de cozinha, de Domingos Rodrigues, foi lançado em 1680, na cidade de Lisboa. A grande novidade desta edição é que ela traz cerca de 300 receitas originais na íntegra (cheias de termos e medidas que não conhecemos ou não usamos mais), com 31 relidas pela chef Flávia Quaresma – que respeita completamente as receitas, mas torna os pratos contemporâneos. Assim, a gente consegue imaginar, mais ou menos, o que seria, hoje, a sofisticação dos banquetes reais da época. Um “Peixe frito, guarnecido com mexilhos de Aveiro”, por exemplo, vira um “Cherne Grelhado sobre mousseline de espinafre e espuma de mexilhões”. O livro ainda apresenta um glossário que traduz os métodos gastronômicos e os nomes dos alimentos que estão no original. Só assim é possível saber que pingo é banha derretida ou aboborar é ensopar (risos).
“Hoje fiz uma verdadeira penitência; como não me deram senão peixe de lata, que não gosto nada, não comi senão arroz de manteiga e batatas.” Assim escreveu a princesa Isabel, 150 anos atrás, ao reclamar do cardápio imperial para a quaresma de 1858. Muito gulosa, a filha do imperador dom Pedro II tinha uma queda por doces de ovos, sorvetes e não resistia a um pão-de-ló acompanhado de chá. Por conta do paladar calórico, a primeira senadora do Brasil, que se notabilizou por assinar a Lei Áurea e abolir a escravidão no País, freqüentemente confessava em suas cartas uma preocupação com o peso. Os hábitos alimentares da princesa e de outros personagens históricos das famílias imperial brasileira e real portuguesa – estão reunidos em um livro chamado Banquetes Reais.
Eu soube da existência desta obra por acaso, enquanto fuçava material de leitura na internet. O conteúdo da obra me fascinou, até porque já pensei em publicar algo com  a mesma linha de pensamento da autora. Porém não encontrei imagens do livro e sequer encontrar alguém que a tenha. Por isso, se algum dos confrades, ao ler este post souber de alguém que possua este tpitulo, por favor me avise. 
A obra Banquetes Reais (Jorge Zahar Editor) foi escrita por Ana Roldão, historiadora portuguesa especialista em  gastronomia, e traz histórias dos hábitos alimentares da família imperial brasileira num enredo romanceado. Há 14 anos no Brasil, Ana é gerente de negócios do Museu Imperial de Petrópolis (RJ) e ao inaugurou um bistrô no local. Tentei entrar em contato com a autora parar saber mais sobre o livro, mas até esta data não tive um retorno. E as informações que seguem abaixo são trechos de entrevista que Ana roldão concedeu ao a folha de São Paulo e a Isto é Independente, mostrando as preferencias da realeza brasileira.
"Acompanha toda a trajetória do Brasil Império. Começa conosco, lá em Portugal, e segue a família real até aqui. Não será um livro científico, e sim uma obra romanceada em cima de fatos históricos", diz Roldão, em entrevista à Folha de São Paulo. "Quando abri o bistrô [Petit-Palais, na propriedade onde fica o museu], as pessoas perguntavam: 'Tem comida do imperador? O que dom Pedro 1º comia? E a princesa Isabel?'. Eu não fazia a menor idéia do que comiam."
De tanto ouvir tais perguntas, a historiadora decidiu ir a campo, pesquisar. Recorreu a documentos históricos, às anotações dos mordomos da família (sobre a aquisição de insumos para a casa imperial), aos cadernos de ucharia (que relacionam os itens da despensa), a livros portugueses de receitas do século 19, aos menus escritos, aos cardápios de viagens e à correspondência, principalmente, da princesa Isabel.
Entre as revelações do livro, está a predileção da princesa Isabel pelos doces de ovos e sorvetes. "Há uma forte influência portuguesa no gosto dela. É alucinada por todos esses doces portugueses. Adora pão-de-ló, chá. É uma figura bem rica para trabalhar com alimentação, pois fala muito de comida", diz a historiadora. "Reclama do jejum que tem de fazer na Quaresma, diz que não agüenta mais o peixe em lata e as batatas cozidas."
Um dos preferidos da autora é Dom João VI, "um bom garfo" que também adorava falar sobre comida. "Vou reproduzir no livro um documento em que ele conta dos três frangões, que comia. Menciona o cozinheiro dele, Alvarenga, dizendo que ninguém sabia prepará-los como ele." Ainda que grande parte dos produtos consumidos pela família viessem de fora (amêndoas, lebres, pistache, chá), coube a Dom João VI introduzir ingredientes brasileiros na dieta alimentar da família, especialmente na própria, caso da manga (de Itu) e da goiaba.
A respeito de Carlota Joaquina há dados, digamos, curiosos, como a grande quantidade de cachaça que encabeça a lista de compras da cozinha do palácio onde ela vivia --que não era o mesmo do marido, d. João 6º.
"Na Torre do Tombo, em Lisboa, um documento aponta que eram consumidas muitas unidades de aguardente de cana por mês, a maioria destinada ao quarto e à cozinha de Carlota. Ela tomava aguardente misturada com sucos de frutas frescas, pois sofria demais com o calor brasileiro. Tinha necessidade de hidratar o corpo. Mas não adianta só dizer que ela era pinguça. No cruzamento de informações, percebe-se que a alimentação das mulheres era carregada nos doces, o que explica [o alto consumo], porque a aguardente era usada para conservar compotas de fruta."
Outra mulher da família imperial, dona Leopoldina, quando veio para o Brasil, em 1817, casar com dom Pedro I, trouxe na bagagem um carregamento de repolhos, salmões salgados, carne de porco e feijão-verde.

Arredio à pompa e circunstância, dom Pedro I não dispensava um bom prato de arroz com feijão. "Preferia fazer as refeições na cozinha a comer na sala de jantar. Tem um lado, não só aquele fervoroso de amantes e tal, mas humano, de estar com as pessoas do povo. Era o 'garoto das cavalariças'."
Um dos relatos engraçados levantados pela historiada trata de um dia em que Pedro I, já imperador, foi cavalgando a uma fazenda e chegou lá antes da comitiva. "Sem se identificar, entrou pela cozinha e disse à cozinheira que estava com muita fome. E ela: 'Ó moço, posso dar algo simples, porque estou esperando o imperador'. Ofereceu-lhe arroz, feijão, carne e aguardente. Quando o dono da fazenda entrou, viu o imperador sentado na cozinha, tomando cachaça, comendo a comida dos empregados e rindo."

Dom João VI e sua esposa, Carlota Joaquina, não dividiram o mesmo teto no Brasil. A mesa de jantar de cada um deles, porém, era composta de 12 pratos – duas terrinas de sopa, um cozido, um arroz, quatro guisados, dois assados e duas massas, além de fruta, pão, queijo e doce. Um banquete, por sua vez, chegava a dispor de 30 pratos diferentes. O rei de Portugal foi o que mais se rendeu às iguarias do Brasil. “Dom João descascava cinco mangas depois de comer três frangos”, conta Ana. “Eu vi a camisola de dom João que está sendo restaurada e estará em uma exposição futura. Dá para ver que ele era um homem grande e aí entende-se o tamanho de seu apetite.”
Carlota, por sua vez, além de conspirar contra o marido e tentar tirá-lo do trono várias vezes, é famosa pela predileção por cachaça. “Ela costumava misturar aguardente de cana com frutas, mas também a usava para conservar alimentos. Um escrito revela que era destinada ao quarto e à cozinha dela uma grande quantidade de aguardente”, afirma a historiadora.
Ana explica que foi com dom Pedro II, em 1838, que o consumo de massa entrou no cardápio. A Casa Imperial contava com um fornecedor oficial para o alimento, que tinha no talharim o tipo preferido na corte. Dom Pedro I, “o rapaz das cavalariças”, como diz Ana no bom português de Portugal, era avesso à pompa à mesa. “Ele comia arroz com feijão para mostrar que gostava de comida trivial brasileira, cujo tripé é arroz, feijão e mandioca”, conta ela. O imperador, célebre pelo grito da Independência, casou- se em 1818 com dona Leopoldina, que desembarcou no Brasil um ano antes trazendo na bagagem seus alimentos preferidos conservados pela salga. Vieram: salmão, atum, pescada, carne de porco, ervilha, feijão verde, alcachofras em azeite e, enfim, o bacalhau – talvez o único peixe que a princesa Isabel não chiava para saborear.
Pra finalizar este post, deixo abaixo uma pagina do livro Cozinheiro Imperial, com três receitas daquela época. Bom feriado para todos.
  
Fonte: Cozinheiro imperial Biblioteca do Museu Imperial

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O sanduiche que mobilizou uma nação

         Tem dias que a preguiça fala mais alto e você não tem coragem nem de cozer um ovo pra comer? Existem outros dias em que a correria é grande e você não arranja tempo nem pra si coçar? E de repente o que você pensa em fazer para matar a fome? Já adianto que, com certeza, não se trata de comer miojo – até porque eles enjoam a gente. Então a resposta mais apropriada seria: comer um sanduiche. Acertei?
O sanduiche é geralmente a forma mais rápida e prática de forrar o estômago para muitas pessoas – sobretudo nos dias atuais, com tantas lojas especializadas na fabricação deste tipo de lanche/alimento.

As preocupações da atualidade com a obesidade, presente cada vez em números maiores nas nações, fazem estudiosos e cientistas soltarem na mídia índices e informações que indiretamente acusam a globalização pelo alto consumo dos sanduiches.
Assim sendo, para levantar um questionamento que vai além do simples ato de comer um sanduiche, vou contar um fato real que tem os sanduiches como protagonistas – ou coadjuvantes, como  queiram.
Muitas vezes, quando pesquisamos a história da humanidade descobrimos que grandes mudanças ocorreram a partir de episódios simples, sem efeitos especiais e com heróis e bandidos de carne e osso, e como munição pesada.
Para exemplificar esta afirmação usarei o caso da extinta União Soviética, que sofreu mudanças drásticas com o seu declínio e presenteou o mundo com cenas difíceis de serem apagadas da memória. Uma destas cenas foi registrada meses após a queda do Muro de Berlim, quando a McDonalds - principal rede de fast-food do mundo, e um dos ícones do capitalismo, abriu sua primeira filial em Moscou – se tornando onipresente na terra.

Direto do túnel do tempo... Esta foto foi divulgada no site russo Warnet.  Ela retrata a aglomeração dos passantes para entrar na primeira loja McDonalds, inaugurada em 31 de janeiro de 1990, de fronte à Praça Pushkin. De acordo com o site, horas antes da abertura, mais de trinta mil pessoas se aglomeravam, umas até formavam fila, e se acotovelavam no frio, com vários graus abaixo de zero, à espera de se deleitar com o sanduíche que para muitos deveria ter um gosto com sabor proibido. Não ficou satisfeito com a foto? Tudo bem, olha o  vídeo (risos).





Este fato, registrado, foi apenas um dos simples acontecimentos que simbolizaram como poucos, a mudança radical “saboreada” durante a transição da União Soviética para a atual Federação Russa.
Degustar um Big Mac naquela ocasião representava o sabor que anteciparia o final da Guerra Fria. Eu te pergunto: seu sanduiche já teve um significado maior pra você?
E como eu não incentivo preguiça, segue a receita do Big Mac caseiro.

Big Mac Caseiro
(para 8 Big Mac)

1 quilo de carne moída
1 pé de alface, picado finamente
3 pepino fresco, em rodelas finas
8 pães de hambúrguer
150 gramas de queijo cheddar em fatias finas
Molho especial:
1 cebola grande picada
azeite de oliva (dividido 3/4 xícara para alioli e 1/2 xícara para o molhos especial)
2 colherinhas de vinagre, separados
Ketchup
1/2 xícara de açúcar
1 gema de ovo
2 colheres de molho doce
2 colherinhas de suco de limão
Sal
1 colher de colorau

Preparo: Para fazer o molho especial e que ele fique quase igual ao do Mc Donald's, o melhor é preparar o alioli caseiro e misturá-lo com o molho francês. Para o alioli caseiro: Em uma tigela grande bata bem a gema de ovo com 1 colherinha de vinagre, 1 colherinha de suco de limão e uma pitada de sal. Continue batendo e comece a adicionar ¾ xícara de azeite de oliva, mas gradualmente, sem deixar de bater. Quando acabar de colocar o azeite, o molho deve ser um pouco espesso. Experimente como está o sal, se for necessário adicione mais e, em seguida, adicione a colher de suco de limão. Molho francês: Em uma tigela, bata o ketchup, o açúcar, a cebola picada, 1 colher de molho doce, 1 colher de vinagre, o colorau e uma pitada de sal. Adicione, sem deixar de bater, ½ xícara de óleo de oliva, lentamente. Adicione o molho francês ao alioli caseiro. Misture bem, experimente o gosto, você pode não precisar de todo o molho francês para dar aquele toque especial à maionese. Decore com uma pitada de colorau por cima. Tempere a carne com sal, pimenta e óleo de oliva, e separe-a em 8 porções. Cozinhe na grelha por alguns minutos de cada lado, adicione o queijo cheddar no último minuto para que derreta. Montage: Comece com o pão do fundo, adicione o molho especial, alface picada, um hambúrguer com queijo e um par de pepinos. Pare aqui, ou adicione a segunda camada ... Tire o fundo de um segundo pão para usá-lo no meio. Adicione o molho especial e coloque o hambúrguer com alface e picles.

domingo, 28 de agosto de 2011

Cearapão 2011



Depois de três dias seguidos de muita comida, risadas, cafés, palestras, etc. venho dividir com vocês um pouco do que pudemos conferir na Cearapão 2011.
Este ano, este Barão pode ir ao evento na Companhia da Baronesa do Crato de Açúcar, Célia Augusta; Jesus Andrade; Raissa Furtado e Pedro Júlio.
Raissa, Eu e Célia
Entre os dias 24 e 26 de agosto de 2011 aconteceu aqui em Fortaleza, no Centro de Negócios do Sebrae, a segunda edição da Cearapão – Segunda Feira da Indústria de Panificação e Gastronomia. O evento é uma iniciativa da Associação Cearense da Indústria de Panificação- ACIP que tem como objetivo contribuir para o crescimento e fortalecimento de toda a cadeia produtiva da panificação e food service no estado do Ceará.
Tendo como público-alvo: empresários da panificação e confeitarias; funcionários da Panificação (Padeiros, Confeiteiros, doceiros e outros); empresários e funcionários do Food Service: lanchonetes, bares, restaurantes, pizzarias, soverterias, auto serviço, conveniência e outros; pessoas envolvidas com a área gastronômica (gastrônomos, Culinaristas, estudantes).
O tema deste ano "Capacitação e Inovações Tecnológicas" norteou toda a programação do eventos composta por palestras, concursos, oficinas e outras atividades, onde pudemos reencontrar amigos do mundo gastronômico, provar as novidades do mercado da panificação e confeitaria, ver os maquinários em teste in loco, além de colocar o papo em dia – comentando sobre cada ocorrido.
A grande inovação para este ano fora o destaque dado aos produtos e marcas que trabalham com sorvetes e chocolates -  produtos que atualmente estão agregados aos negócios do setor de panificação e são muito consumidos em padarias. E como não poderia deixar de ser, mais um show de criatividade no concurso de pães, tortas e sanduíches que ocorreu na PADARIA SHOW (A Padaria Show é a exposição dos mais importantes equipamentos e produtos necessários para a linha de produção e atendimento de uma padaria).
Aproveito para fazer alguns agradecimentos;
Ao presidente da ACIP, José Antônio Nogueira, pela seriedade como vem tratando o mercado e os profissionais da panificação, confeitaria e gastronomia de modo geral;
Ao chef Alexandre Bispo, da Harald, pelos esclarecimentos sobre o manuseio dos diferentes tipos de chocolate;
Eu, Chef Alexandre Bispo, Raissa e Célia
Ao casal do Treviolo Café, Renato e Nara, que nos apresentaram um café que de qualidade;
Eu, Célia, Renato e Nara
Ao stand do café Santa Clara, pelo incontável capuccinos que tomamos por lá;

A Casa Garcia Gourmet pela sua abertura, em breve, nesta cidade.

Posto estes agradecimentos, como profissional da área da gastronomia e do turismo, áreas que envolvem diretamente o evento, tenho algumas reclamações a fazer quanto à organização desta edição do Cearpão, que este ano mostrou certa dificuldade na gestão do evento. Espero que próximo ano os itens a seguir sejam revistos e repensados para uma maior qualidade do evento:
Rever o sistema de inscrição on line – que este ano não funcionou nem por obra do Divino, invalidando todas as inscrições feitas pela internete, fator que ocasionou filas intermináveis para a feitura das inscrições;
Pensar numa solução para evitar a presença de cabos de energia e afins espalhado por debaixo dos tapetes - o que ocasionou quedas e tropeços de muitos visitantes;
Melhorar o serviço de informação ao visitante – para esclarecer melhor os ambientes onde ocorriam as oficinas e organizar as inscrições das mesmas;
Rever a quantidade de lixeiras – este ano tinham pouquíssimas e superlotadas srsrrs;
Procurar fazer a instalação e a manutenção dos stands fora do horário de programação do evento – pra evitar desconforto dos passantes;
Primar pelo cumprimento dos horários da programação.
Confiram as fotos do evento e depois aproveitem pra se deliciar com a receita, dica do Chef Alexandre Bispo.
Jesus, Raíssa, Eu, Mattu Macedo, Célia e Geny France

Eu, Célia e Pedro Júlio
A nobreza com Artur - gerente administrativo da Casa Garcia
Eu, Geny France, Pedro e Célia
Célia, Jesus, Eu e Raíssa






Licor de chocolate em copinhos

Ingredientes para o licor de chocolate 
3 colheres (sopa) de Chocolate em pó 50% 
1 lata de Ieite condensado 
a mesma medida da lata de açúcar 
a mesma medida da lata de água filtrada 
a mesma medida da lata de aguardente ou álcool de cereais 
1 colher (sobremesa) de essência de baunilha 
Ingredientes para o copinho 
300g de Chocolate Meio Amargo

Modo de preparo do licor: Leve ao fogo a água, o açúcar e Chocolate em pó 50% até levantar fervura. Deixe esfriar e bata no liquidificador junto com os demais ingredientes. Coloque em uma garrafa apropriada para licor. Agite sempre antes de servir. Modo de preparo dos copinhos:  Derreta e tempere o Chocolate Meio Amargo conforme as instruções da embalagem. Encha as cavidades da fôrma de copinhos. Aguarde aproximadamente 3 minutos. Vire para escorrer o excesso, formando assim uma casquinha. Leve à geladeira para uma rápida pré-cristalização. Retire da geladeira, encha novamente, aguarde 2 minutos e vire para escorrer o excesso. Leve à geladeira para completar a cristalização. Desenforme. Coloque o licor e sirva. Montagem:  Coloque o licor nos copinhos e sirva.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Hojé é dia de comemorar: 22 de agosto, dia do folclore.

         Eu já vi saci, hoje, usando gorro novo; Vi a Iara com a voz aquecendo e o Boto usando terninho bonito... Tudo isso porque hoje é dia do folclore e vai ter  festa na mata! 22 de agosto é a data oficial para a festa destes seres aqui no Brasil desde 1965, quando foi criada por um decreto federal. Mas essa história toda começa bem mais lá atrás...

Foi no dia 22 de agosto de 1846, que o arqueólogo inglês William John Thoms escreveu um artigo em que propôs que, para se falar das diferentes narrativas, costumes, cantos e afins dos povos, fosse utilizada a expressão Folk-Lore. As duas palavras, de origem saxônica, querem dizer, respectivamente, povo e sabedoria. Foi só questão de tempo para ela virar o folclore, ou o saber do povo.
William John Thoms
O dia 22 de agosto como dia do folclore brasileiro  foi instituído em 1965 através do decreto federal nº 56.747/65, assinado pelo então presidente Humberto Castelo Branco.
Reza o documento em seu artigo primeiro que: “ Será celebrado a 22 de agosto, em todo o território nacional o Dia do Folclore” (BRASIL, Decreto nº 56.747, 1965). O referido documento foi inspirado na Carta do Folclore Brasileiro de 1951, elaborada e aprovada durante o I Congresso Brasileiro de Folclore no referido ano, fruto dos costumes de índios, negros e brancos, o folclore nacional é composto de inúmeros elementos que variam entre si, de acordo com cada região do país. (Carta do folclore brasileiro na íntegra http://www.fundaj.gov.br/geral/folclore/carta.pdf ).
O folclore brasileiro, portanto, é a cultura de nosso povo e não há nada mais nacional do que ele. Afinal, ele é precisamente o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos brasileiros de norte a sul. Formada pela mistura de elementos indígenas, portugueses e africanos, a cultura popular brasileira é riquíssima.
Na área musical, por exemplo, são inúmeros e muito variados os ritmos e melodias desenvolvidos em nosso país. É o caso do frevo, do baião, do samba, do pagode, da música sertaneja... Há ainda as danças típicas das festas populares, como o bumba-meu-boi, o forró, a congada, a quadrilha e - é claro - o próprio carnaval, um verdadeiro símbolo de nosso país.
Um dos aspectos mais interessantes do folclore brasileiro, porém, são os seres sobrenaturais que povoam as lendas e as superstições da gente mais simples. O mais popular é o Saci, um negrinho de uma perna só, que usa um barreta vermelho, fuma cachimbo e adora travessuras, como apagar lampiões e fogueiras ou dar nó nas crinas dos cavalos.
Mas há vários outros seres fantásticos em nosso folclore: o Curupira, um anão de cabelos vermelhos, que tem os pés ao contrário; a Mula-sem-cabeça, que solta fogo pelas narinas; a Boiúna, cobra gigantesca cujos olhos brilham como tochas; e o Lobisomem, o sétimo filho homem de um casal, que vira lobo nas sextas-feiras de luas cheias, entre outros.
Caso queira conhecer mais histórias dessas fantásticas criaturas, você pode procurar as obras do folclorista Luís da Câmara Cascudo ou de Monteiro Lobato, como "O Saci ".


Bolo de Batata-Doce de Festa
Ingredientes:
1 kg de batata doce
2 colheres (sopa) de manteiga
3 ovos
100 g de coco ralado
3 colheres (sopa) açúcar refinado
1 lata de leite condensado
2 colheres (sopa) fermento em pó
Cobertura:
1 pacote de bolacha Maria triturada
1 xícara de açúcar de confeiteiro
1/2 xícara de suco de laranja 

Preparo: Cozinhe e esprema as batatas. Reserve. Bata na batedeira o açúcar refinado e a manteiga. Junte os ovos um a um. Acrescente o coco, o leite condensado e o fermento bata novamente. Junte por último a batata e mexa bem. Coloque a massa em forma untada e polvilhada Asse em forno médio por 45 minutos. Cobertura: Misture todos os ingredientes e coloque sobre o bolo ainda quente.