quinta-feira, 10 de maio de 2012

As irmãs Bolena e meu bolo de milho com calda de morangos


Caros (as) Confrades, desculpem-me me ausência. Estou me dedicando ás leituras para os exames do mestrado. A leitura me toma tempo, e preciso passar nos exames. Mas não consigo me desligar totalmente da Confraria... Estava foleando um livro interessantíssimo sobre a vida das irmãs Bolena (vejam mais sobre este assunto no fim deste post). E foi o assunto do livro  quem me trouxe aqui para escrever um texto hilariante de um ocorrido no meu passado, quando infantil eu era. E tudo começou com a presença dos morangos...





Esses danadinhos vermelhos e suculentos,  frutas das mais conhecidas no mundo e que até o século XV nascia espontaneamente em regiões de clima temperado. O que contam por aí, é que foram os franceses os primeiros a consumirem essa frutinha. Mais tarde os ingleses, alemães e italianos começaram a cultivar o morango com a intenção de aumentar o tamanho da fruta e melhorar sua qualidade. Já os italianos cultivavam a fruta para usá-la como erva medicinal no tratamento de distúrbios digestivos e como tônico para a pele. No Brasil, não há registro do início da comercialização do morango, mas a fruta ficou popular na década de 60. Desde então, viraram sinônimo de muito sabor em sobremesas deliciosas.
Na Inglaterra, afirma-se que os membros da corte real de Henrique VIII adoravam morangos. De sua segunda mulher, Ana Bolena, fala-se que ela tinha uma marca no pescoço no formato de um morango.


Ana Bolena
Há quem diga que o formato de coração e a cor vermelha estimulam os desejos mais secretos de homens e mulheres que consideram a fruta símbolo de Vênus, a deusa do amor. 
Toda esta história envolvendo morangos me trouxe de volta uma memória antiga, hilária, de quando eu tive meus primeiros contatos com os morangos para uma preparação culinária... 
Hoje, essa lembrança me rende boas gargalhadas, mas na época foi frustração pura.
Eu devia ter  entre 11 ou 12 anos, morava numa casa enorme no interior serrano, onde o clima frio e a neblina espessa dava todo um charme ao lugar. Naquela época eu já estava descobrindo a gastronomia como parte das minhas coisas prediletas. Porém, eu só comia o que os outros preparavam.
Na minha casa sempre teve muitos livros. Na sala de estar havia duas estantes enormes, repletas de obras de autores variados, e lá eu me acostumei com a leitura, lendo  muitas biografias, enciclopédias e os livros de receitas – que minha mãe nunca utilizou. Não sei o que me ocorreu naquela tarde, mas surgiu uma vontade enorme de cozinhar... apesar de ser sempre advertido pelos mais velhos de que  não brincasse com fogo nem, muitos menos, no fogão, naquele dia eu estava decidido e iria cozinhar... não sabia o que, mais iria.
Corri para a estante, peguei os 4 volumes de livros de culinária, com suas capas duras estampadas com imagens de deliciosos pratos, e fui procurar algo pra testar (risos) [ o que eu vou contar a partir daqui é realmente hilário, mas aconteceu da forma como escreverei, e mostra como a inocência da época de criança pode render um excelente texto cômico].
Bom, encontrei uma receita (nunca vou me esquecer dela) : bolo de milho com morangos em calda. Estava decidido, era essa mesmo. Eu tinha chegado nesta conclusão por fatos simples: olhei a lista de ingredientes, e vi que tinha todo o material em casa, inclusive os morangos, que alguém, não me recordo quem, plantou no quintal de casa, e que  já fazia algum tempo que o morangueiro nos presenteava com as frutinhas.



Hoje em dia  a coisa mais simples do mundo é fazer um bolo, mas quando se faz isso pela primeira vez, sendo criança, e sem nenhum adulto por perto, tudo pode acontecer. Fiz tudo que a receita pedia, consegui ligar o forno – sem me queimar – lavei tudo pra ninguém desconfiar da minha reinação, e estava só esperando o bolo sair do forno para cobrir com a calda de morango, que também já estava prontinha esperando.... 


E eu me senti um petit chef depois que vi o bolo pronto!
Vocês devem estar pensando: - não vejo nada de errado até aqui. O fato é que tudo estava errado, desde o começo.... quando eu peguei o livro, e conferi a lista de ingredientes, fui separando tudo, e achei uma maravilha por ter tudo ali em casa. Eu não entendia quando minha mãe falava que as receitas sempre tinham que ser complicadas e cheias de coisas que  nem sempre se tinham em casa, ela dizia isso nas raras vezes que pegava aqueles livros de receitas. Eu ria largo, porque o povo iria chegar da rua, e se deparar com um bolo enorme lindamente decorado com morangos em calda.
Eu tirei o bolo do forno, desenformei-o e cobri com a calda. Enquanto o bolo esfriava e fui lavar a forma que ninguém reclamasse comigo quanto a sujeira.
De repente minha mãe e me avó chegaram, se depararam com o bolo e aí começou a brigadeira e a explicações por trás dela:
 Mãe: - menino, que arrumação foi essa?
Eu: - é um bolo de milho com  calda de morango, mãe.
(minha avó ria por trás dela, enquanto olhava as cascas dos ovos na lixeira)
Avò – você gastou todos os ovos?
Eu: - ora vó, a massa tava dura e eu coloquei mais ovos pra ficar mole. 9minha mãe viu as cascas na lixeira, indo na geladeira em seguida.
Mãe:  – você gastou 10 ovos com isso?  (Eu ria)
Minha avó  já estava na despensa; - ele usou dois quilos de açúcar. Aí eu senti que a coisa tava ficando feia, porque a mãe já começou a  dizer que eu merecia uma pêia (pêia = a surra, no nordeste)
Mãe:  - me diz uma coisa, onde você arranjou farinha para fazer esse bolo?
Eu: - ah mãe, usei a farinha da lata. (minha vó  gargalhava)
Mãe: - seu louco! A farinha que você usou era farinha de mandioca, não se faz bolo  com farinha de mandioca, se usa farinha de trigo.
Eu: mas mãe, o livro so dizia que era farinha, não dizia de trigo ( eu ainda queria ter razão heheheheheh).
Avó: e esses negócios verdes amargos, (ela estava experimentando do bolo)
Eu: - é morango, vó. Já disse. Minha avó saiu correndo foi nos pés de morango e de lá mesmo gritou: - mulher, ele arrancou todos os morangos verdes do pé...
Minha mãe pegou o bolo e jogou no  lixo,  e gritava dizendo montes de coisas comigo. Eu, ainda não satisfeito: - tá mãe eu não faço mais bolo com farinha da lata ( lá em casa guardávamos a farinha de mandioca em latas antigas, decorativas).
Mãe: você não vai fazer mais bolo, nem nada, é de jeito nenhum.
Minha vó: estava novamente na geladeira, atrás de leite para beber. - - Marcilene, (o nome de minha mãe0, ele usou os dois litros de leite no bolo (disse rindo)
Eu: Claro vó. O bolo ficava duro toda vez q eu colocava farinha e ei colocava mais leite e ovos que ia ficando molinho...

Resultado: foi frustrante minha primeira ida á cozinha, mas desde então eu aprendi a forma certa de fazer bolo. E depois deste episodio me vi na obrigação d e  honrar meu nome e fazer um bolo que prestasse, meses depois fiz meu primeiro bolo sozinho. Não usei nada de exótico na preparação, saiu um a beleza, e estava uma delícia, desde então não parei mais de cozinhar.
Abaixo segue uma nova versão do bolo de milho com calda de morangos,

Bolo de milho com calda de morango

Bata em liquidificador:
1 xícara de milho verde
1 xícara de água morna
1 ovo
2 colheres (sopa) de óleo
Vire em uma tigela e acrescente, misturando bem:
1 sachê (20g) de fermento biológico seco
2 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (sopa) de amido de milho
2 1/2 xícaras de farinha de arroz
1 colherzinha (café) de sal
Unte a forma com óleo de milho e farinha de arroz.
Asse em forno pré-aquecido em 180º por 30 minutos.
Deixe esfriar antes de desformar.
Calda:
1 xícara de morangos picados
1/2 xícara de açúcar

E mais sobre as irmãs Bolena

Enquanto  dava uma olhada rápida pelo livro “A irmã de Ana Bolena”, de Philippa Gregory,  me dei conta que existe um filme de 2008, se não em falha a memória, chamado “A Outra” (The Other Boleyn Girl – nome em inglês tanto do livro quanto do filme) o qual eu já tinha assistido, e que, ao folear o livro eu fiquei me perguntando, no que o filme foi baseado. Sim, porque pelos relances da leitura breve, notei que a história é contada de forma diferente no filme.

Filme e livro uma parte da história da Corte dos Tudor; onde Henrique VIII, rei da Inglaterra, até então casado com a rainha Catarina de Aragão, decepcionado por não ter tido um filho varão se envolve sexualmente com Maria Bolena que gera dois (sim DOIS) filhos do rei, porém sua ambiciosa e esperta irmã Ana Bolena consegue roubar a atenção do Monarca e se fazendo de mulher difícil o seduz ao ponto de Henrique romper com a Igreja Católica para conseguir a anulação de seu primeiro casamento e funda a Igreja Protestante Inglesa só para poder se casar com Ana. Ao se tornar rainha, também o decepciona por somente conseguir gerar uma filha (que será a futura rainha Elizabeth I) e perder todos os outros. Desesperada por começar a perder os favores do rei, Ana se envolve com outros homens, incluindo seu irmão, e acaba acusada de traição, incesto, adultério e bruxaria o que a condenada a decapitação.
 Essa já é uma velha história conhecida de todos desde a época escolar, quando estudávamos historia mundial. Assim, porque eu recomendaria  ler o livro ou ver o filme?
Bom, ler o livro lhe permitirá descobrir detalhadamente fatos  intrigantes e interessantes dessa história, pois a autora Philippa Gregory é conhecida por escrever com veracidade seus romances sobre a historia real inglesa. Assistir o filme  lhe permitirá ter uma visão muito resumida dos fatos (tão resumida que chega a ser diferente das 624 paginas do livro), porém contada de forma que dê para entender o que aconteceu com os personagens.
Abaixo seguem as diferenças encontradas entre o filme e o livro (Atenção, Spoiler!)
F(filme) – A família Bolena começa como camponeses – L (livro) A família Bolena mora na corte e é influente principalmente por terem o sangue Howard (da família da mãe, a mais importante na corte, depois do Rei)
F – A mãe e o pai são mostrados como amorosos e preocupados com os filhos – L -  A mãe e o pai são secos e frios com os 3 Bolena (como são conhecidos Ana, Maria e George – inseparáveis) e só se preocupam em ter os favores do rei e melhorar os status, mesmo que para isso tenham que transformar as filhas em prostitutas.
F – Maria casa já adulta com um camponês chamado William Carey e só depois do rei se apaixonar por ela que vai para a corte – L - Maria e Ana são criadas na corte Francesa e com 12 anos Maria volta para a corte inglesa para se casar com William Carey que mora na corte e é amigo do rei. Dois anos depois do casamento que ela vai para a cama do rei.
F– Maria tem um filho varão do rei – L -  Maria teve dois filhos com Henrique, uma menina chamada de Catarina e um menino chamado de Henrique.
F – Ana foi estuprada por Henrique – L - Ana demorou dois anos sem se deitar com o rei, somente cortejando e o convencendo a romper o casamento com a rainha, se deita com ele assim que isso acontece.
F – Ana perde um bebe e por isso tenta se deitar com o irmão, mas não consegue e é condenada injustamente. L -  Ana perde 3 bebes depois de Elizabeth, um deles um bebe deformado que dá a entender que é filho de seu irmão já que os dois estão com muita intimidade um com outro e por isso são condenados.
F – Antes dos créditos legendas dizem que Maria se casou com William Stafford – L - Maria e Stafford se casam escondido muito antes de Ana ser assassinada. Os dois tiveram dois filhos.
O filme não conta algumas coisas fundamentais no livro, como : a rainha Catarina é exilada e morre no exílio, dando a entender que Ana mandou envenená-la (assim como envenenou o Cardeal Wolsey); que George era gay e se encontrava com homens escondido; Jane Parker era uma mulher abominável e odiada por todos, viciada em sexo e voyer; Ana teve caso com vários homens na tentativa de engravidar inclusive com seu irmão; e William Carey? No filme ele foi simplesmente esquecido depois que Maria se deita com o rei!!! Mas na verdade depois que o rei dispensa Maria ela volta para William, mas pouco depois ele morre de febre (?) só então que Maria conhece Stafford.
Apesar de tanta diferença, tanto o filme como o livro retratam uma história verdadeira e interessante e merecem ser assistidos. Aconselho aos que curtem uma boa leitura a ler o livro primeiro e ainda assim assistir o filme; quem não gosta de ler, não deve deixar de ver o filme que é muito bom, com fácil dialogo, bonitas imagens e fotografias e lindo figurino. Em suma, dou nota 10 para o livro e nota 8 para o filme, que deixam a dúvida: Qual será a historia verdadeira?  
Ainda recomendo os outros 4 livros de Philippa Gregory que retratam essa história interessante que foi a Era Tudor: “A Princesa Leal”, “A herança de Ana Bolena”, “O bobo da rainha” e “O amante da virgem”.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Dos parabéns e os Rolinhos primavera [Harumaki]


Hoje é primeiro de maio, dia do trabalho no Brasil. E só hoje tive a coragem de explanar sobre um termo que eu comecei a ouvir desde o dia 29 de abril (data do meu aniversário – estou mais velho, apurado, com mais uma primavera e cheio de parabéns [risos]).


Olha só eu, no dia do meu  aniversário  ganhando um livro no Projeto Deliciosas letras do blog, Sabores da Cidade ( clique aqui )
É engraçado como os termos podem variar quando as pessoas querem nos felicitar pelo aniversário... Eu, particularmente acho estranho quando as pessoas mencionam somente a “primavera”, quando na realidade passamos por todas as demais estações antes desta época – e que no meu caso, nem na primavera é. Mas isso não importa, a gente abre um sorriso e agradece do mesmo jeito.
Interessante eu estar aqui, e me sentindo bem, tratando deste assunto apesar de alguns açoites da vida nestes últimos meses – marcas na alma que estão me tornando melhor, mais forte – até mesmo do que eu pensava ser. Mas esse post não é para me lamentar. O fato é que estou aqui, um ano mais velho, mais apurado, passei mais uma primavera [fora da estação], recebi um monte de felicidades, de saúde, de sorte, de paz – e espero que elas me sigam durante este ano novo. E eu não poderia deixar de comentar, sobre o termo que eu comecei a achar mais engraçado. O parabéns – o qual também recebi muitos.
Que venha a vida, muito emprego de qualidade [porque trabalho é como o nome já diz: dá trabalho] e parabéns pra mim.
Foi através dos parabéns que eu comecei a me perguntar: por que felicitar alguém no seu aniversário?
Já que amadureci, me apurei, estou mais velho um ano, e como diria a baronesa do Crato de Açúcar: “a velhice me permite mais coisas”. (acho que ela vai explodir, ao ler este comentário:  - Deixa de ser dramático. Agora que você está nos trintas, ora!). Mas é verdade, a gente se dá a fazer  certas coisas que antes não nos era permitido por que as pessoas não nos daria crédito – pela pouca idade. Então agora é o momento de ir a forra e aproveitar, botar a boca no trombone hehehehe.



Aí, eu  pergunto, novamente: por que felicitar alguém no seu aniversário?
Se for analisarmos, nua e cruamente, o aniversário é uma festa pagã (não religiosa), pela comemoração de sua chegada a esta vida, especificamente à vida social, que principia com o nascimento.
E mesmo estando à pessoa inconsciente ou sem entender nada [como é o caso dos bebês], faz-se a festa no seu primeiro aniversário (dia em que nasceu), supostamente para evidenciar a alegria social por ter esta pessoa chegada à convivência. Daí, explicitamos que estamos contentes e dizemos à pessoa que está de parabéns, feliz aniversário!
Eu pensei: - as pessoas podem ser más quando, de repente, elas poderiam estar pensando: "Parabéns! Você conseguiu se mantiver vivo por mais um ano!" Será?
 Porque parabéns geralmente se dá quando uma pessoa conquista alguma coisa... se o natural da vida é nascer, crescer, morrer... Qual o mérito?
É por isso que agora além, e de somente dizer, Feliz aniversário eu falo Feliz ano novo!!! Porque este sim é o dia que começa um novo ano para pessoa.
Os parabéns começaram a me soar meio estranho... Mas devo confessar que hoje está difícil se manter vivo por mais um ano, assim, então, no aniversário da pessoa ela merece parabéns. (KKKKKKKKKKK)
Na teoria e na prática, supostamente, para demonstrar a nossa alegria pelo aniversario do outro lhes damos presentes ou felicitamos lhes, mas não por mérito algum. Se fosse por mérito, deixaríamos de parabenizar-lhes quando estiverem se portado mal ou cometido algum crime.
Religiosamente, não se comemora a chegada ao mundo material, mas a chegada ao mundo pós-vida. Por isso a maioria dos dias dos Santos católicos se faz no dia de sua morte, em que supostamente começaram a ser santos ou próximos de Deus.
Assim entende-se que quem rejeita seus aniversários rejeita também o afeto social; prefere isolar-se, não associar-se. Possivelmente não se alegra por ter nascido, por ter chegado ao mundo social...  para mim, o essencial é entender que o aniversário é algo que se comemora de dentro para fora e não de fora para dentro como muitos imaginam. Muito mais do que festas ou presentes, o aniversário é um marco de passagem aonde chegamos todo ano e dizemos para nós mesmos: “Bom, até aqui tudo bem (ou não). E agora, o que eu tenho que fazer???
Com este pensamento e fazendo uma conexão com o aniversário, eu  escolhi postar  uma receita deliciosa, a do HARUMAKI – conhecido como  rolinho primavera [entenderam a ligação? Risos]



O harumaki [春巻 ]  é um enrolado feito com massa fina crocante com recheios variados e acompanhado de molho agridoce. A palavra harumaki vem do japonês haru (primaveramaki(enrolado), originando o nome rolinho primavera. E embora o nome seja japonês o Harumaki trata-se de um legitimo prato chinês.
Reza à lenda que os rolinhos primavera (harumaki) tiveram sua origem na celebração anual do Ano Novo Chinês, chamada de Festival da Primavera. Os primeiros rolinhos primavera eram feitos com vegetais frescos da colheita da estação; a carne for adicionada posteriormente.
Atualmente durante as comemorações do Ano Novo Chinês, o rolinho primavera é muito popular. A cor dourada simboliza prosperidade e riqueza para o ano vindouro.
Aqui no Brasil, existem variações, podemos encontrar rolinhos de queijo, chocolate com morangos, entre outros.... Vulgarmente poderia se dizer que eles são os nossos pasteis, porém com outros recheios e fechamento diferente da massa.

Harumaki de frango com vegetais
Ingredientes para os rolinhos:
Massa para Lasanha Fresca (ou massa para pastel)
2 cenouras raladas
1 filé de frango em tirinhas
1/2 abobrinha
1 cebola tirinhas
1 xícara de repolho
1dente de alho
2 colheres de alho-poró picadinho
2 colheres de manteiga
sal a gosto
pimenta dedo de moça (sem sementes)
2 colheres de shoyo
fio de azeite (até 0,5% de acidez)
pitada de açafrão
1 colher se salsa e cebolinha
1 colher de vinho branco seco
óleo de amendoim ou de soja para fritar
Ingredientes para o molho dos rolinhos:
2 colheres (sopa) de amido de milho
2 colheres (sopa) de água
1/3 de xícara (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de vinagre
1/3 xícara (chá) de suco de abacaxi
1 colher (sopa) de shoyu
4 colheres (sopa) de catchup
Sal a gosto

Preparo dos rolinhos: Em uma frigideira ou woki coloque a manteiga e o fio de azeite deixe esquentar bem, acrescente as tirinhas de frango previamente temperadas com sal, pimenta, o dente de alho e uma pitada de açafrão. Deixe dourar e adicione as cenouras, a abobrinha, e o repolho. Mexa para dourar e cozinhar tudo igualmente. Após coloque as cebola e o alho-poró. Flambe com o vinho e depois adicione o shoyu. deixe secar o molho. Faça tudo em fogo forte. Reserve até esfriar. Pode ser colocado na geladeira, até mesmo feito de um dia para outro. Preparo do molho: Dissolva o amido de milho na água e reserve. Leve ao fogo o vinagre, o açúcar, o catchup e o suco de abacaxi misture bem e adicione o amido e cozinhe até obter um molho brilhante e cremoso. Montagem dos rolinhos primavera: Coloque farinha de trigo na mesa e abra mais um pouco a massa para lasanha, deixando-a mais fininha. Corte-a em um quadrado. Arrume a massa na diagonal e coloque o recheio já frio em uma das pontas. Pincele com água as bordas da massa. Feche como um envelope e enrole até terminar a massa. Veja quadro de fotos.






quinta-feira, 19 de abril de 2012

Eis que a partir da lei surgiu o Sundae...


Inicialmente, devo confessar, que post sobre o “Vaca Preta” foi o responsável pela criação da publicação de hoje... Que vem falando de uma delícia gelada bastante comum de se encontrar desde os restaurantes mais requintados até nas gondolas e freezers dos supermercados: o sundae.


O Sundae é uma das sobremesas típicas das famílias nos Estados Unidos. Basicamente consiste de bolas de sorvete cobertas com caldas ou xarope de sabores variados, podendo ainda receber cobertura extra de amendoim, castanha, cerejas, dentre outras.
O Sundae é tão popular que no dia 3 de abril desde anos a página principal do buscador Google comemorou o 120º aniversário dessa deliciosa sobremesa – e estava lá esta imagem:

Das muitas histórias de invenção do sundae, a mais comum é a condenação por parte da comunidade protestante de consumo nos domingos (Sunday, em inglês) do ice cream soda e daí a preparação de um substituto popular para consumo neste dia.
A origem do termo é controversa. Várias cidades americanas se dizem como o local de surgimento do verdadeiro sundae de sorvete. Entre estas cidades estão: Ithaca, New York; Two Rivers,Plainfield, Evanston, New Orleans, Cleveland, Buffalo.
Mais recentemente, as cidades de Two Rivers e Ithaca têm usado da controvérsia para atrair publicidade em favor do turismo local.
O primeiro sundae documentado teria sido criado há 119 anos, nos Estados Unidos da América, no dia 3 de abril, ao meio-dia de 1892, em uma sorveteria de Ithaca, por John M. Scotte e Chester Platt.

A origem e suas controvérsias

Marco histórico de Two rives como o local de origem do Sundae. Two River, WI.
A origem do termo sundae é obscura, porém, compreende-se que geralmente a grafia "sundae" deriva da palavra domingo (a partir do nome alemão Sonntag, que significa domingo).
Entre as muitas histórias sobre a invenção do sundae, a mais frequente (e aceitável)  é que a sobremesa surgiu em contravenção às chamadas leis azuis de domingo, que pregava contra o consumo de ice cream soda,  no domingo (o último inventado por Robert M. Green, na Filadélfia, Pensilvânia, em 1874 [1]). As leis religiosas era dirigida aos farmacêuticos  e recomendava que eles produzissem um substituto para estes mimos populares para consumo no domingo. De acordo com essa teoria da origem do nome, a grafia foi alterada para que o sundae não ofendesse as  convenções religiosas. 
Em apoio a esta idéia, afirma  Peter Bird wrote in The First Food Empire: A History of J. Lyons and Co. (2000) que o  nome "sundae" foi adotado como resultado da proibição do Estado de  Illinois quanto ao consumo de sorvete aos domingos, porque sorvete que contivesse cobertura que obscurecesse  o produto principal não era considerado sorvete. No entanto, de acordo com a documentação publicada pela Evanston,  Biblioteca Pública de  Illinois, foi o consumo de soda e  não o consumo de sorvete, que foi proibido aos domingos, em Illinois. [2]
Outras histórias de origem para o foco sundae na novidade ou inventividade do tratamento ou o nome do cedente, e não faz nenhuma menção de pressões legais.


Ithaca Daily Journal, May 28, 1892

Origens contestadas

Várias localidades americanas têm reclamado de ser o berço de nascimento para o  sundae. Dentre estas incluem-se  os requerentes Ithaca, New York; Two Rivers, Wisconsin; Plainfield, Illinois; Evanston, Illinois; New York City; New Orleans, Louisiana; Cleveland, Ohio; and Buffalo, New York..

Two Rivers, Wisconsin in 1881

A reivindicação de Two Rivers  é baseada na história de George Hallauer que pediu para Edward C. Berners, proprietário da Berners' Soda Fountain, para regar seu sorvete com xarope de chocolate  em 1881.
Berners eventualmente fez o que  o sujeito pediu e depois acabou vendendo o resultado por um níquel, inicialmente apenas aos domingos, mais tarde todos os dias.
Segundo esta história, a grafia mudou quando um vendedor de vidro sugeriu que fosse servido em pratos na em forma de canoa.  Quando Berners morreu em 1939, o Chicago Tribune colocou a seguinte manchete seu obituário Man Who Made First Ice Cream Sundae Is Dead."[3][4]
Estudantes Ithaca High School, no entanto, afirmam que Berners teria apenas 16 ou 17 anos em 1881 e, portanto, é "improvável" que ele tenha possuído uma sorveteria nesse ano. Eles também afirmam que a data do  obituário de Berners tenha sido em  1899 ao invés de 1881. [5]
Moradores de  Two Rivers contestaram as afirmações de outras cidades para o direito de reclamar o título de "berço do sundae". Quando Ithaca, o prefeito de New York Carolyn K. Peterson proclamou o dia para comemorar a sua cidade como o berço do sundae, ela recebeu cartões postais de cidadãos de  Two Rivers reiterando alegação da sua cidade. [6]

Evanston, Illinois in 1890

Evanston foi uma das primeiras localidades a obedecer a lei azul que proibia a venda de  ice cream soda em 1890.  "Alguns ingênuos pasteleiros  e farmacêuticos [em Evanston]... obedeciam à lei, servido sorvete com  calda/ xarope de sua escolha, sem soda. Cumprindo assim com a lei ... Como as vendas da sobremesa continuaram nas segundas-feiras, os líderes locais, em seguida, opôseram-se nomear o prato de Sabbath (sábado), ntao a grafia do nome foi mudado para sundae. [7]

Ithaca, New York in 1892

Apoiando a reivindicação  Ithaca de ser "local de origem do sundae",pesquisadores do History Center in Tompkins County, New York, forneceram uma explicação de como o sundae veio a ser:
No domingo, 3 de abril, 1892 em Ithaca, John M. Scott, um ministro da  Igreja Unitáriana , e Chester Platt, co-proprietário da Farmácia & Platt Colt, criaram o primeiro sundae historicamente documentado. [5] [8] Platt cobriu  sorvetes com calda de cereja e incluiu cerejas cristalizadas para dcorar. Os homens chamaram o prato "Cherry Sunday" em homenagem ao dia em que foi criado.
A evidência mais antiga conhecida da escrita de um sundae é  d Platt & Colt que incluiram a recita do " Cherry Sunday  "  no Ithaca Daily Journalm em 5 de abril de 1892.
Em maio de 1892, a Platt & Colt soda fountain também servia " Strawberry Sundays ", e mais tarde ", Chocolate Sundays ". Os sundaes Platt & Colt se tornaam tão populares que em 1894, Chester Platt passou usar apnas o trmo sunda na sua marca. [9]

Plainfield, Illinois

Plainfield, Illinois também afirma ser o berço do primeiro sundae.
A crença local é que um farmacêutico de Plainfield chamado Mr. Sonntag criou o prato "depois dos apelos de clientes para servir algo diferente." Ele o chamou de  "Sonntag", como a si mesmo, Sonntag significa domingo, em alemão. Mais tarde o nome foi traduzido para sundae. [10] embora não se tenha data específica  para essa afirmação.

Tipos de sundaes

Classic ice cream sundae



O sundae original consiste de sorvete de baunilha coberto com um molho ou xarope de sabor a escolher, chantilly e uma cereja marasquino.  O sundae clássico é tradicionalmente servido em uma tulipa de vidro, com pés. Atualmente este tipo de  copo é denominado de sundae glass.

Fresh fruit sundaes



Fruta frescas fatiada ou picados que tenham sido pré-açucarada e deixar apurar a calda por uma hora ou mais para formar um xarope doce pode ser substituído por molhos aromatizantes ou xarope do sundae clássico. Sundaes de frutas frescas incluem variações nomeados, como o morango, pêssego, framboesa, mirtilo,amora, e sundae de frutas misto. Sundaes de frutas frescas são geralmente servido durante os meses de Verão, e às vezes são anunciados como ofertas especiais em áreas agrícolas onde as frutas são cultivadas

Heated Sauce Sundaes



Sundaes molho aquecidos são aqueles em que o molho aromatizado ou xarope é aquecida antes de ser vertida em cima do sorvete, a criação de diferenças de temperatura atraentes, bem como a textura.

Hot fudge sundae



O sundae de chocolate quente é uma variação do clássico sundae e muitas vezes é uma criação de sorvete de baunilha, granulado, calda de chocolate quente (daí o "hot fudge"), chantilly, nozes e um único vermelho-brilhante marasquino cereja no topo . Um hot fudge sundae pode ser feita com qualquer sabor de sorvete

Double fudge sundae





O fudge sundae duplo é como um sundae com calda quente, exceto que ele é duas vezes maior e é servido em um pratos de vidro ou em forma de barca. É feita a partir dos mesmos ingredientes que um sundaefudge, mas também inclui caldas  adicionais, bem como cremes  batidos, nozes opcionais ou granulado, e cereja maraschino no topo.

Caramel sundae



Esta é uma variação do sundae de chocolate quente em que o molho de caramelo aquecido substitui o molho de chocolate aquecido. Os outros ingredientes permanecem inalterados.

Turtle sundae



A popular combinação de sorvete de baunilha, doce quentes e molhos quentes de caramelo e nozes tostadas é conhecido como um sundae tartaruga. O nome deriva de um doce popular chamado uma tartaruga, que consiste de nozes cobertas com caramelo e depois mergulhados no chocolate.

Butterscotch Sundae





Esta é uma variação do sundae de chocolate quente em que o molho de manteiga substitui o molho de chocolate aquecido. Os outros ingredientes permanecem inalterados.

Black and white sundae





Este apresenta um sundae de sorvete de baunilha com molho de chocolate e uma bola de sorvete de chocolate coberta com uma generosa porção de marshmallow cremoso.

Brownie sundae



Este é  servido com brownies, sorvete de baunilha, calda de chocolate, amendoim, chantilly, coberto frequentemente com cereja ao marasquino.

Banana Split



Esta sobremesa consiste em três bolas de sorvetes, lado a lado entre duas metades de uma banana, cortada longitudinalmente. A banana split clássica consiste de sorvete de morango coberto com calda de chocolate, sorvete de chocolate coberto com abacaxi picado, e sorvete de baunilha coberto com calda de morango. Cada colher é individualmente decorado com chantilly e uma cereja ao marasquino.

American parfait





Este é um sundae servido em um copo alto cheio de camadas de sorvete, gelatina, e aromas, como xaropes, chantilly, granola, frutas frescas e / ou licores.

Knickerbocker glory



Este é um sorvete servido em um copo grande, constituída por camadas de sorvete, geléia e creme, coberto com calda, nozes, chantilly e uma cereja muitas vezes, é popular no Reino Unido.

O sundae mais caro



Ao preço de 1.000 dólares, o sundae mais caro do gelo é o Serendipity Golden Opulence Sundae, vendido por restaurante Serendipity 3 em Nova York. [11] A sobremesa é composta por cinco bolas de sorvete de baunilha do Taiti infundido com baunilha de Madagascar , coberta de 23-quilates folha de ouro comestível, servidos na rara Amedei Porcelana com chocolate Chuao, caviar americano de Ouro, maracujá, laranja, Armagnac, frutas cristalizadas a partir de Paris e cerejas, marzipan, e decorado com dragées em ouro. O sundae é servido em uma taça de cristal Baccarat Harcourt com uma colher de ouro de 18 quilates. [12]


Referências
1.         "Soda beverages in Philadelphia" American druggist and pharmaceutical record 48: 163. 1906.
2.         "Origin of the Ice Cream Sundae".". Evanston Public Library. Retrieved 2010-01-10. "Some ingenious confectioners and drug store operators, in "Heavenston," obeying the law, served ice cream with the syrup of your choice without the soda. Thereby complying with the law. They did not serve ice cream sodas. They served sodas without soda on Sunday. This sodaless soda was the Sunday soda. It proved palatable and popular and orders for Sundays began to cross the counters on Mondays"
3.         "Man Who Made First Ice Cream Sundae Is Dead". Chicago Daily Tribune: pp. 1. July 2, 1939.
4.         "Two Rivers - The Real Birthplace of the Ice Cream Sundae". Two Rivers Economic Development. Retrieved 2007-06-26. "The ice cream sundae story dates back to 1881 when chocolate sauce was used to make ice cream sodas at Ed Berners' soda fountain at 1404 15th Street. One day, a vacationing George Hallauer - a Two Rivers native then living in Illinois - asked Berners to put some of the chocolate sauce over a dish of ice cream. According to a 1929 interview with Berners, he apparently didn't think it was a good idea."
5.         "New intel in the sundae wars: IHS grads scoop up ice cream facts".Ithaca Journal. 2007-07-26. Retrieved 2007-07-26.[dead link]
6.         Laura Zaichkin (June 30, 2006). "Sundae wars continue between Ithaca and Two Rivers". Ithaca Journal.
7.         "The origin of ice-cream"BBC. 2004-09-07. Retrieved 2010-01-10. "Ice Cream sundaes were invented when it became illegal to sell ice-cream sodas on a Sunday in the American town of Evanston during the late 19th century. To get around the problem some traders replaced the soda with syrup and called the dessert an "Ice Cream Sunday." They replaced the final "y" with an "e" to avoid upsetting religious leaders…"
8.         "Ithaca's Gift to the World". Retrieved 2011-11-27.
9.         "Documenting Ithaca New York as the Home of the Ice Cream Sundae". Ithaca Convention & Visitors Bureau. 2007. Retrieved 2007-08-20. "On Sunday afternoon, April 3, 1892, after services at the Unitarian Church, Reverend John M. Scott paid his usual visit to the Platt & Colt Pharmacy in downtown Ithaca. Shop proprietor, Chester C. Platt, was church treasurer and he met often with Scott for conversation after services. Seeking refreshment for himself and the reverend, Platt asked his fountain clerk, DeForest Christiance, for two bowls of ice cream. But instead of serving the reverend plain vanilla, Platt took the bowls and topped each with cherry syrup and a candied cherry. The finished dish looked delightful and tasted delicious—so much so that the men felt obliged to name the new creation. After some debate, Scott suggested that it be named for the day it was created. Platt concurred and the first "Cherry Sunday" was born."
10.       "Village of Plainfield Historical Information Directory" Retrieved 2011-04-03. "Plainfield is also claimed to be the home of the very first ice cream sundae. Story says that a Plainfield druggist created the novelty after the urgings of patrons to serve something different. Topping some ice cream with syrup, he named it the "sonntag" after his surname. Sonntag means Sunday in German, thus the ice cream sundae was born."
11.       "Serious Food" Serendipity3. Retrieved 2006-06-26.

Ice cream soda

1 colher de sopa de cobertura de morango
1 bola de sorvete de morango
1/2 garrafa de soda limonada gelada
Chantilly

Preparo: Coloque a cobertura no fundo de 1 copo alto. Bata o sorvete com a soda no liquidificador. Despeje tudo no copo e decore com o chantilly. Depois, é só tomar com canudinho.






Sundae Caseiro

Ingredientes
1 pote de sorvete de baunilha
200g de chocolate
150ml de creme de leite fresco
75 gramas de manteiga (marca que preferir)
100 gramas de açúcar mascavo
200 ml de leite
150 gramas de suspiro

Modo de preparo Primeiro deixe o sorvete na geladeira, para manter uma temperatura que o deixe somente cremoso. Pegue uma frigideira antiaderente e derreta um pouco de margarina, depois despeje o açúcar mascavo até obter uma aparência de caramelo. Logo após esse processo, aos poucos vá adicionando o leite, tudo isso para obter um caldo espesso parecido com a calda de caramelo dos sundaes do Mc Donalds, reserve. Agora em um tachinho (panela de cobre) ou se não tiver em uma panela de inox, aqueça o creme de leite fresco até levantar fervura, depois junte o chocolate que pode ser o comum ao leite ou meio amargo e misture bem até formar um caldo homogêneo. Deixe esfriar um pouco. Nesse processo esmigalhe o suspiro e junte com o caldo de chocolate feito no passo anterior e misture juntamente com o sorvete cremoso, faça isso até os ingredientes ficarem mais firmes e coloque em uma taça para servir.
Já na taça, para completar a receita de sundae caseiro despeje aquele caldo de caramelo e bom apetite!

terça-feira, 17 de abril de 2012

Turismo Gourmand: O luxo e a gastronomia como vetores para o apetite de viajar.


Boa tarde! Amigos confrades, hoje é dia de comemoração. Pois mais um artigo meu foi  publicado numa importante revista cientifica brasileira. Trata-se de:

Turismo Gourmand: O luxo e a gastronomia como vetores para o apetite de viajar.  Publicado  na Revista Turismo & Sociedade. Curitiba, v. 5, n.1, p. 310-339, abril de 2012. (ISSN: 1983-5442), Departamento de Turismo da Universidade Federal do Paraná (Curitiba, Brasil).


É sempre bom dividir com os amigos as coisas boas. E agradecer, sobretudo ao editor responsável pela revista, Miguel Bahl, pela atenção e ajuda.
Para comemorar esta conquista deixo uma receitinha superclássica, principalmente no território italiano, LE OLIVE FRITTE – olivas fritas.Garanto qu e esta receita fará um enorme sucesso nas suas comemorações também, por ser um aperitivo simples de ser preparado e com um ar gourmand de sofisticação.


Lembrando que esta receita eu consegui através do http://www.lamiadolcevita. com.br /blog/tag/comidas/, e faço dele as minhas recomendações finais: já encontramos azeitonas recheadas no supermercado: com amêndoa, pimentão vermelho, alho… Se for possível, procurem as importadas (italianas e gregas) que são enormes e bem saborosas!


OLIVE FRITTE

Ingredientes:
10 azeitonas verdes grandes, sem caroços
1 ovo
100 g de farinha de rosca
50 g de queijo de cabra boursin
10 g de nozes sem casca, torradas e picadas
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo: Misture o queijo, as nozes, o sal e a pimenta. Reserve. Quebre as azeitonas para recheá-las. Dica do chef: basta pressionar as azeitonas com a ponta dos dedos para que se abram de um dos lados, como uma rachadura. Coloque uma pequena porção de recheio em cada azeitona, de modo a não permitir que vaze. Passe as azeitonas já recheadas na farinha de rosca, no ovo ligeiramente batido e, depois, novamente na farinha. Frite em óleo de amendoim bem quente, escorra e sirva.