segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O exorcismo de Anneliese Michel


Caros amigos, hoje darei continuidade aos posts de preparação para o halloween – onde prometi trazer histórias reais de terror. Assim tratarei a partir de agora de um dos casos mais estranhos e aterrorizantes que já se ouviu falar – daqueles que realmente deixam até os céticos se perguntando o que mais tem além da vida?
Pensando bem nessa história realmente posso concluir que a bebida ajuda a "dar forças  ou criar coragem" em determinadas situações. E o caso que segue servirá como mote para a  apresentação de um drinque chamado de Exorcista. 
Essa história deixa muitos apavorados e nos mostra o quão “cegos” são os olhos da maioria das pessoas para enxergar “o mundo”. Este é o caso de Anneliese Michel, que continua sem solução até hoje... tirem suas conclusões, comentem se puderem. Só peso que se arrisquem com essa leitura se você for do tipo que não sente medo depois de ver fotos reais do terror - e vá se preparando para ouvir trechos do áudio do exorcismo de Anneliese, pois ele consta no texto.
Anneliese Michel
 Anneliese Michel (Leiblfing, 21 de setembro de 1952 — Klingenberg am Main, 1 de julho de 1976) foi uma jovem alemã de família católica que acreditava ter sido possuída por uma legião de demônios, tendo sido submetida a uma intensa série de sessões de exorcismo pelos padres Ernest Alt e Arnold Renz em 1975 e 1976. O Caso Klingenberg, como passou a ser conhecido pelo grande público, deu origem a vários estudos e pesquisas, tanto de natureza teológica quanto científica, e serviu como inspiração para os filmes O Exorcismo de Emily Rose, dirigido pelo cineasta estadunidense Scott Derrickson, e Requiem, dirigido pelo polêmico cineasta alemão Hans-Christian Schmid.


Anneliese experimentou graves distúrbios psiquiátricos a partir dos 16 anos de idade até sua morte, aos 23 anos, sendo seu quadro clínico composto desde desnutrição secundária à doença mental. Depois de vários anos de tratamento psiquiátrico ineficaz, ela se recusou ao tratamento médico e solicitou um exorcismo [1]. As graves consequências atribuídas ao ritual de exorcismo sobre a jovem motivaram a abertura de um processo criminal pelos promotores de justiça locais contra os pais de Anneliese e os padres exorcistas, causando uma grande polêmica em toda a Europa e dividindo a opinião pública mundial. Tanto os padres que realizaram o exorcismo quanto os pais de Michel foram condenados por homicídio negligente porque renunciaram ao tratamento médico quando do início do tratamento por meio do exorcismo.


Anneliese Michel nasceu em Leiblfing, no estado federal alemão da Baviera, mas foi criada com as suas três irmãs no pequeno município de Klingenberg am Main. Seus pais, Anna e Josef Michel, muito religiosos, lhe deram uma educação profundamente católica. O pai de Anneliese mantinha a família trabalhando em uma serraria.[1] Quando tinha dezesseis anos, Anneliese sofreu uma grave convulsão e foi diagnosticada com epilepsia.[2] Logo, ela também começou a alucinar enquanto rezava.[2] Em 1973, ela sofria de depressão e começou a ouvir vozes dizendo que diziam que ela estava "condenada"[1] e que iria "apodrecer no inferno".[2]

Os exorcistas
Em 1973, Anneliese estava sofrendo de depressão e considerando o suicídio. [3] O seu comportamento tornou-se cada vez mais bizarro. Ela andava nua pela casa, fazia suas necessidades em qualquer lugar, rasgava suas roupas, comia insetos como moscas e aranhas, carvão e chegou a lamber sua própria urina. [1] Depois de ser admitida em um hospital psiquiátrico a saúde de Anneliese não melhorou. Além disso, sua depressão começou a se aprofundar. Ela começou a ficar cada vez mais frustrada com a intervenção médica, que não melhorava a sua condição. Em longo termo, o tratamento médico não foi bem sucedido, seu estado, incluindo a sua depressão, agravou-se com o tempo.


Tendo centrado toda a sua vida em torno da fé católica, Anneliese começou a atribuir sua condição psiquiátrica à possessão demoníaca. Anneliese tornou-se intolerante à lugares e objetos sagrados, como crucifixos, que contribuiu ao que achavam ser possessão demoníaca. Ao longo do curso dos ritos religiosos Anneliese sofreu muito. Foram prescritos a ela medicamentos antipsicóticos, que ela pode ou não ter parado de tomar.



Em junho de 1970, Michel sofreu uma terceira convulsão no hospital psiquiátrico, neste momento foi prescrito pela primeira vez anticonvulsivantes. O nome desta droga não é conhecido e não trouxe alívio imediato aos sintomas de Michel. Ela continuou falando sobre o que ela chamou de "faces do diabo", vistas por ela durante vários momentos do dia. Michel ficou convencida de que a medicina convencional era de nenhuma ajuda. Acreditando cada vez mais que sua doença era um tipo de distúrbio espiritual, ela recorreu à Igreja para que a exorcizassem. Naquele mesmo mês, lhe foi prescrita uma outra droga, Aolept (pericyazine), que é uma fenotiazina com propriedades gerais semelhantes às daclorpromazina: pericyazine é usado no tratamento de psicoses diversas, incluindo esquizofrenia e distúrbios de comportamento.



Em novembro de 1973, Michel iniciou o tratamento com Tegretol (carbamazepina), que é uma droga antiepiléptica. Michel tomou o medicamento com frequência, até pouco antes de sua morte. Anneliese fez uma peregrinação a San Damiano com um bom amigo da família, Thea Hein, que regularmente organizava peregrinações para "lugares santos" não reconhecidos oficialmente pela Igreja Católica.[4] Como Anneliese era incapaz de passar por um crucifixo e se recusava beber a água de uma nascente sagrada, seu acompanhante concluiu que ela estava sofrendo de possessão demoníaca.[1] 
Tanto Anneliese quanto sua família se convenceram de que ela estava realmente possuída e consultaram vários sacerdotes, pedindo um exorcismo. Os sacerdotes se recusaram, recomendaram a continuação do tratamento médico e informaram à família que para a realização de exorcismo era necessária a permissão de um bispo.[2] Eventualmente, em uma cidade próxima, se depararam com vigário Ernst Alt, que, depois de ver Anneliese, declarou que ela não "parecia uma epiléptica" e que ele não a via tendo convulsões.[4] Ele acreditava que a menina estava sofrendo uma possessão demoníaca.[1] Alt pediu ao bispo para permitir um exorcismo. Em setembro de 1975, o bispo Josef Stangl concedeu uma permissão ao Padre Renz para exorcizar Anneliese de acordo com o Rituale Romanum de 1614,[1] mas ordenou total sigilo sobre o caso.[5] Renz realizara a primeira sessão em 24 de setembro.

Uma vez convencidos de sua possessão, Anneliese, seus pais e os exorcistas pararam de procurar tratamento médico e colocaram seu destino nas mãos apenas dos ritos de exorcismo. Sessenta e sete sessões de exorcismo, uma ou duas por semanas, com duração de até quatro horas, foram realizadas durante cerca de 10 meses em 1975 e 1976. Em algum momento, Michel começou a falar cada vez mais sobre a morte para expiar a juventude rebelde do dia e os padres apóstatas da igreja moderna e se recusou a comer. A pedido da própria Anneliese, os médicos não estavam mais sendo consultados. [1]

Escute neste vídeo um trecho do exorcismo de Anneliese,

Em 1 de julho de 1976, Anneliese morreu durante o sono. O relatório da autópsia indicou a causa da morte foi desnutrição e desidratação de quase um ano de semi-inanição, enquanto os ritos de exorcismo eram realizadas.[6]
Logo após o falecimento de Anneliese, os padres Ernest Alt e Arnold Renz fizeram o comunicado do óbito às autoridades locais que, imediatamente, abriram inquérito e procederam às investigações preliminares.
Os promotores públicos responsabilizaram os dois padres e os pais de Anneliese de homicídio causado por negligência médica. O bispo Josef Stangl, embora tivesse dado a autorização para o exorcismo, não foi indiciado pela promotoria em virtude de sua idade avançada e seu estado de saúde debilitado, vindo a falecer em 1979. Josef Stangl foi quem consagrou bispo o padre Joseph Ratzinger, que no futuro se tornaria o Papa Bento XVI.



O julgamento do processo, que passou a ser denominado como o Caso Klingenberg (em alemão: Fall Klingenberg), iniciou-se em 30 de março de 1978 e despertou grande interesse da opinião pública alemã. Perante o tribunal, os médicos afirmaram que a jovem não estava possuída, muito embora o Dr. Richard Roth, ao qual foi solicitado auxílio médico pelo padre Ernest Alt, teria feito a afirmação à época que não havia medicação eficaz contra a ação de forças demoníacas (cfe. fonte original: "there is no injection against the devil").
Os médicos psiquiatras, que prestaram depoimento, afirmaram que os padres tinham incorrido inadvertidamente em "indução doutrinária" em razão dos ritos, o que havia reforçado o estado psicótico da jovem, e que, se ela tivesse sido encaminhada ao hospital e forçada a se alimentar, o seu falecimento não teria ocorrido.



A defesa judicial dos padres foi feita por advogados contratados pela Igreja. A defesa dos pais de Anneliese argumentou que o exorcismo tinha sido ato lícito e que a Constituição Alemã protege os seus cidadãos no exercício irrestrito de suas crenças religiosas.
A defesa também recorreu ao conteúdo das fitas gravadas durante as sessões de exorcismo, que foram apresentadas ao tribunal de justiça, onde, por diversas vezes, as vozes e os diálogos — muitas vezes perturbadores — dos supostos demônios eram perfeitamente audíveis. Em uma das fitas é possível discernir vozes masculinas de dois supostos demônios discutindo entre si qual deles teria de deixar primeiro o corpo de Anneliese. Ambos os padres demonstraram profunda convicção de que ela estava verdadeiramente possessa e que teria sido finalmente libertada pelo exorcismo, um pouco antes da sua morte.



Ao fim do processo, os pais de Anneliese e os dois padres foram considerados culpados de negligência médica e foi determinada uma sentença de seis meses com liberdade condicional sob fiança.
Antes do início do processo, os pais de Anneliese solicitaram às autoridades locais uma permissão para exumar os restos mortais de sua filha. Eles fizeram esta solicitação em virtude de terem recebido uma mensagem de uma freira carmelita do distrito de Allgaeu, no sudoeste da Baviera.
A freira relatou aos pais da jovem que teria tido uma visão na qual o corpo de Anneliese ainda estaria intacto ou incorrupto e que esta seria a prova definitiva do caráter sobrenatural dos fatos ocorridos. O motivo oficial que foi dado às autoridades foi o de que Annieliese tinha sido sepultada às pressas em um sarcófago precário.
Os relatórios oficiais, entretanto, divulgaram a informação que o corpo já estava em avançado estado de decomposição. As fotos que foram tiradas durante a exumação jamais foram divulgadas. Várias pessoas chegaram a especular que os exumadores moveram o corpo de Anneliese do antigo sarcófago para o novo, feito de carvalho, segurando-o pelas mãos e pernas, o que seria um indício de que o corpo não estaria na realidade muito decomposto. Os pais e os padres exorcistas foram desencorajados a ver os restos mortais de Anneliese. O padre Arnold Renz mais tarde afirmou que teria sido inclusive advertido a não entrar no mortuário.

Melhor ficar por aqui e tomar uma bebidinha, chamada de o Exorcista, só pra garantir, não é?

Fontes:
1.    ↑ a b c d e f g What in God's Name?! (em inglês). The Washington Post (2005). Página visitada em 15 de outubro de 2012.
2.    ↑ a b c d Paris, André (31 de maio de 2003). Unreiner Geist, weiche! (em German)taz. Página visitada em 15 de outubro de 2012.
3.     The Real Emily Rose (em inglês). The Real Emily Rose. Página visitada em 15 de outubro de 2012.
4.    ↑ a b Interviews in "Satan lebt - Die Rückkehr des Exorzismus", 2006, wdr, Documentary by Helge Cramer.
5.     Priests convinced woman was possessedThe Windsor Star (4 de abril de 1978). Página visitada em 15 de outubro de 2012.
6.     Religion: A Phenomenon of Fear. Time (6 de setembro de 1976). Página visitada em 15 de outubro de 2012.



Exorcist Cocktail


1 dose e 1/2 de tequila
3/4 de dose de Curacao Blue
3/4 de suco de lima


Preparo: Misture tudo numa coqueteleira com algumas pedras de gelo, servir em seguida.

domingo, 14 de outubro de 2012

A Virgem Vermelha: Hildegart Rodríguez Carballeira


O tempo tem passado rápido!  - ou, pelo menos é esta a impressão que o comércio quer que nós tenhamos. Sim, porque antes mesmo de passar o dia das crianças, eu já via enfeites de natal sendo colocados à venda por aqui. Daqui algum tempo vai ser “Natal” todos os dias!
Este comentário tem um “Q” de indignação. Porque as pessoas não deixam mais o tempo fluir como ele deve, estão todas apresada, ansiosas, querendo que tudo ocorra logo. E quando as coisas ocorrem, os fatos passam num piscar de olhos; e já estão de olho em algo lá na frente... qual a graça disso? Eu acho legal se preparar pra datas comemorativas, mas não precisa ser tanto.
Não duvido nadinha que hoje a tarde, quando as portas dos shoppings abrirem, as placas, vitrines e demais parafernálias do marketing que estavam voltadas para o dia das crianças tenham sido trocadas por um monte de morcegos, bruxas e afins, já avisando que o halloween vem ai.

Depois do natal, o halloween é a comemoração que mais me agrada aos olhos. Isso se deve pela cultura que sustenta a festividade – por se tratar de uma comemoração advinda da religião antiga celta.



Nesse contexto resolvi começar a preparação para o dia das bruxas, testando algumas poções – digo receitas [risos] -, que possam incrementar a noite de 31 de outubro.
Eu bem sei que nas comemorações de halloween é típico se encontrar ponches ruins e mal feitos, sendo oferecidos por aí. Então pelo menos para ofertar uma bebidinha que preste, este post hoje trará, além da receita do drink chamado de SANGUE DE VIRGEM, trarei mais drinks interessantes e uma história de terror real, pra fazer a conversa da sua festa de halloween ganhar altos pontos no ibope do terror.
Infelizmente a história que vou contar não aconteceu no mês de outubro, mas do que importa a data do ocorrido quando  se trata de uma história macabra e real?

A época: 9 de JUNHO de 1932
O arquétipo: É o mito de Frankenstein que se converte em realidade.
O fato: Um brutal caso real que comoveu a toda a sociedade da época - A história de uma mãe que concebeu à mulher perfeita e seu trágico final.

Hildegart Rodríguez Carballeira foi uma menina prodígio, concebida por sua mãe como modelo de mulher do futuro. Aos três anos já escrevia, e aos oito falava seis idiomas. Licenciou-se em filosofia e letras, bem como em direito, e quando morreu estava estudando medicina.


Hildegart

Concebida como experiência científica, a menina não teve infância. Dedicou-se ao estudo constante, com dois temas prioritários: a filosofia racionalista e tudo que fosse relacionado com o sexo. Sua mãe pensava que essa era a única forma de não cair na armadilha que esteriliza o talento de muitas mulheres.
Separar a vida de Hildegart da de sua mãe, Aurora Rodriguez Carballeira, é praticamente impossível. É um caso no qual a realidade supera a ficção. Como se tratasse de uma personagem de alguma novela de Garcia Marquez,
Aurora urdiu um plano com toda uma riqueza de detalhes: daria à luz a uma menina que levaria a Espanha a uma nova ordem social. E como não tinha banco de sêmen na época, selecionou a dedo aquele que viria a ser o pai de Hildegart.



Uma menina, tal como ela queria, nasceu em 9 de dezembro de 1914 com o nome de "Hildegart", que segundo explicava sua mãe, significa "jardim da sabedoria".
Hildegart foi uma das pessoas mais ativas de seu tempo no movimento pela reforma sexual na Espanha, e esteve conectada com a vanguarda europeia nesse tema, tendo correspondência com Havelock Ellis, de quem era tradutora. Ademais, era uma solicitada palestrante. Manteve uma extensa correspondência com personalidades europeias da época, entre elas com H. G. Wells admirador de sua inteligência, a quem acompanhou extensamente quando visitou Madri e cuja pretensão de levá-la a Londres como secretária deu lugar às paranoicas conspirações de sua mãe.
Foi co-fundadora, com o Dr. Gregório Marañón e outros, da "União para a Reforma Sexual Espanhola". Este movimento considerava a vida sexual como positiva, defendia a emancipação da mulher, seu acesso à educação e a igualdade de direitos em geral, entre homens e mulheres. Nesta época, a Espanha, assim como a Alemanha, era um país com ideias muito avançadas em relação à igualdade entre os sexos e à sexualidade.



Paradoxalmente, os conhecimentos de Hildegart sobre a sexualidade eram teóricos. Sua mãe desprezava "o prazer carnal" e nunca permitiu que a filha tivesse intimidade alguma, nem amigos, nem oportunidade de passar algum tempo sozinha com um homem. Havelock Ellis chamava-a "a virgem vermelha", fazendo referência a suas tendências esquerdistas e as suas nulas experiências sexuais.
Mas o plano de Aurora não saiu como tinha previsto. Hildegart chegou à maioridade, e cada vez demandava mais autonomia e seguramente não lhe faltava vontade de experimentar a intimidade sexual sobre a qual tanto tinha escrito. Certa manhã, na cabeceira de sua cama, sua mãe disparou quatro tiros mortais à queima-roupa. Com 18 anos de idade morreu assassinada pela própria mãe em 9 de junho de 1933.


Velório de Hildegart
Assim, resulta surpreendente saber que as mulheres europeias dos anos 30 eram interessadas em sexologia, de que promoviam o amor livre e que a luta pela igualdade da mulher não é tão nova como parece.

Drink Sangue de Virgem

Bata rapidamente no mixer partes iguais de:
Xarope de groselha
Vodka
Gelo
Leite condensado




Se preferir decore uma taça com cobertura de morango para em seguida colocar a bebida. Sirva bem gelado!




Bloody Rum Punch

1 garrafa de 750 ml de rum Cristal Don Q
½ garrafa de vinho tinto
180 ml de suco de limão fresco
180 ml de licor triple sec.
180 ml de xarope de groselha simples
2 limões, cortados em rodas finas
2 laranjas vermelhas, cortadas em rodas finas



Preparo: Adicione todos os ingredientes em uma tigela de ponche grande e coloque na geladeira por pelo menos duas horas antes de servir. Sirva sobre o gelo em um copo soco.

Fonte: http://www.amoralacarte.com.br/?p=2305

Sombra Negra - Para uma dose:
1 gomo de limão
Açúcar granulado prateado (pode ser substituído por açúcar cristal branco, que dá o mesmo efeito)
1 dose de vodca preta Blavod ou vodca comum com 2 gotas de corante preto (comestível)

Preparo: Umedeça a borda da taça de Martini com o limão, cubra com o açúcar e leve à geladeira até a hora de servir. Coloque gelo até a metade de uma coqueteleira e misture com a vodca. Agite. Coe na taça refrigerada e sirva.

Beijo da Morte

Espumante ou Champanhe
Cereja Maraschino

Preparo: Encha uma taça de champanhe com o espumante gelado. Complete com a cereja.

Sweeney Todd - Para uma dose:
90 ml de suco de manga concentrado
5 gotas de corante vermelho (comestível)
1 dose de tequila
1 oz. suco fresco de lima
15 ml de Cointreau
30 ml de suco de cranberry
3 gotas de corante preto (comestível) (mais 3 ou 4 gotas)

Preparo: Derrame o suco de manga em um copo “long-drink; misture o corante vermelho. Coloque gelo até a metade de uma coqueteleira, junte a tequila, o suco de lima, o Cointreau, o suco de cranberry e 3 gotas do corante preto; agite. Coe a mistura de tequila para o copo, derramando bem devagar nas costas de uma colher para criar uma camada acima do suco de manga.


terça-feira, 9 de outubro de 2012

O Reuben sanduiche


Ultimamente eu tenho falado de sanduíches... acho-os interessantes, faço-os com umas combinações exóticas... gosto de inovar.
Na tentativa de postar algo sobre os sanduíches que colaborasse com o enriquecimento dos seus conhecimentos sobre o tema, caro (a) Leitor (a), fui investigar e acabei tendo uma surpresa: existe um sanduíche que, se não fosse pela falta de um “S”, teria o meu nome: Reuben Sanduíche – uma pena, porque o “S” no fim do meu nome dá todo um charme [risos] – de fato, gosto realmente do meu  nome (REUBENS - Lê-se róibens).



Engraçado que só este ano já tive uma surpresa parecida:  no último livro de Anne Rice, o personagem principal da trama, leva o meu nome, só que sem o  “S” (Reuben) - e o S faz toda a diferença rsrs. Dias antes do lançamento do livro  nos EUA, entrei em contato com a autora para comentar o caso, e recebi  e-mails seu com um comentário  gracioso ( como pode ser visto aqui).  Acho sempre  legal a interação e o poder que a internet tem dentre todos os outros meio de comunicação – mas esse é outro papo.
Quem leu a série de livro “A Mediadora”, da escritora estadunidense Meggin Patricia Cabot (mais conhecida pela abreviação Meg Cabot, ou pelo seu pseudônimo Jenny Carroll), lembra que Suze, a protagonista, tinha um padrasto chamado Andy, que era um excelente cozinheiro. Na trama, uma das refeições que o Andy preparou durante o livro é o sanduíche Reuben. Este sanduíche é tipicamente nova-iorquino, e Suze até comenta “Para um não nova-iorquino, até que o Andy fazia um Reuben razoável.”



Voltando aos sanduíches, mais precisamente ao Reubens Sanduíche, ele é uma mágica combinação de carne enlatada, chucrute, molho russo cremoso e queijo suíço – tudo isso envolvido por pão de centeio!
Quanto ao molho russo. devo confessar que este molho é algo que muito me agrada, sobretudo pra comer com salgadinhos. Embora hoje em dia se possa encontrar este molho nos supermercados, nada mais gostoso do que fazer o seu em casa – fica mais gostoso. Pode ser que isso se explique no amor – mas amor mesmo, não o SAZON.
Quanto a origem, existem algumas histórias que envolvem a criação do sanduíche Reuben:
   
1914 - Patricia B. Taylor, filha de Arnold Rúben (1883-1970), o fundador do Reuben's Restaurant and Delicatessen, lembra que o pai dela fez o primeiro sanduíche Reuben em 1914. Ela descreveu o incidente para Crag Claiborne de o New York Times em seu livro chamado  Craig Claibornes - The New York Times Food Encyclopedia:


O ano era 1914. Tarde da noite, uma senhora levando o ator Charlie Chaplin entrou no restaurante ( Reuben's Restaurant and Delicatessen) e disse: 'Rubem, faça-me um sanduíche, faça  uma combinação, eu estou com tanta fome que poderia comer um tijolo. "Ele pegou um pedaço de pão de centeio, corte duas fatias no viés e empilhou uma peça com fatias de presunto da Virgínia, peru assado e queijo suíço importado, que culminou com salada de repolho e um monte de molho russo especial de Rúben e a segunda fatia de pão. Ele serviu para a moça, que disse: 'Nossa, Rúben, este é o melhor sanduíche que eu já comi, você deveria chamá-lo de Seelos Annette Especial ". Ao que ele respondeu: " eu vou chamá-lo de Rúben Especial".

 


Em 1938, Arnold Rúben deu uma entrevista para as histórias de vida americano: Manuscritos do Projeto dos escritores federais, 1936-1940, Reuben e seu restaurante, dezembro 18,1938.Trechos da entrevista são os seguintes:

Eu vou falar sobre como eu tive a ideia de sanduíche. Eu tinha uma delicatessen na Broadway e um dia uma senhora entra, uma das damas de teatro, e ela estava meio pra baixo, eu acho, e ela me pergunta se tem alguma coisa para comer. Seu nome era Anna Selos. Bem, eu estava me sentindo bem, e resolvi fazer algo para ela. Bem, o que eu faço? Tomei um santo pão que eu usei para manter e agarrar a faca e, você sabe, pra fazer palhaçada, eu o cortei de viés. Então eu tom alguma carne assada, eu não me lembro de exatamente o que.  Então eu tomei um pouco de carne e queijo, e coloquei um pouco de tempero e outras coisas e eu fiz o sanduiche pra ela, era bem alto aquele sanduiche. Bem, a senhora só comeu, isso é tudo. Ela deve ria estar com muita fome. E quando terminou, ela disse, "Sr. Rúben, esses é o melhor sanduíche que eu já provei na minha vida. "Bem, a ideia vem a mim em um flash. Eu vou chamá-lo de sanduíche Anna Selos. Então, uma noite, ela traz alguns amigos, você sabe, as pessoas de palco e um homem de jornal, e esse cara, ele vai para a direita atrás do balcão e se faz um sanduíche, e então ele me diz por que não chamar o sanduíche como o nome de celebridades? Como o que aconteceu com a Anna Selos. Por que eu não chamá-lo de Anna sanduíche Selos? Bem, rapazes, em um flash, eu tenho a idéia. Pro diabo com Anna Selos! Eu vou chamá-lo de um especial Reuben.

1925 - Outra versão é Rúben Kulakofsky (1873-1960), dono de uma mercearia no atacado em Omaha, Nebraska, e co-proprietário do Mercado Central em Omaha 1900-1943, criou o sanduíche Reuben. Kulakofsky pertencia a um grupo de poker semanal e traziam seus próprios sanduíches com  aquilo que gostavam de comer e os dividia com os membros do poker. Um dos jogadores, Charles Schimmel, proprietário do Hotel Blackstone em Omaha, coloque o sanduíche Reuben no menu hotel.

1950 - George Leonard Herter, é cozinheiro e escreveu um livro de autênticas receitas históricas e Práticas, Volume II, e dá a sua conta sobre quem inventou o sanduíche de Reuben. Os escritos de Herter eram conhecidos pela sua mistura de lenda e história. NOTA: Não fui capaz de verificar as informações abaixo na minha pesquisa. Você é o juiz:

O sanduíche Reuben é, sem dúvida, uma das maiores contribuições de Nova York para o mundo de comer e é encontrado em restaurantes em todas as principais cidades da América do Norte. O sanduíche foi inventado por William Hamerly, um contador de Nova York e cozinheiro solteiro. Ele a chamou para Arnold Rúben, fundador do Restaurante Reuben em Nova York. Arnold Rúben tem feito um grande trabalho para instituições de caridade de Nova York. Ele, de fato, recebeu vários prêmios por seu trabalho de caridade. Hamberly chamou o sanduíche de Reuben, não porque ele fundou o Restaurante Rúben famoso, mas porque ele admirava suas obras de caridade. Como qualquer receita culinária realmente notável, o sanduíche Reuben se espalhou por toda América do Norte e até mesmo para a Europa em um tempo muito curto.


1956 - Snider Fern, chef do Restaurante Rose Bowl, em Omaha, foi nomeado vencedor do grande prêmio no concurso nacional de 1956 com a ideia do sanduíche promovido pela Associação Nacional de Restaurantes. O sanduíche Reuben obtido de forma quase imediata e teve fama nacional. Segundo a edição de setembro de 1956 da American Restaurant Magazine, em um artigo intitulado "Vencedores Sandwich nacionais:"

O Ruben, um sanduíche homem de tamanho saudável de corned beef, um tipo de carne enlatada preparada em salmoura e cozida lentamente em vinagre e temperos, chucrute e queijo suíço no pão de centeio e molho russo, é o superior da nação na opinião dos juízes do Concurso Nacional de Sanduíche. O Ruben foi apresentado por Snider Samambaia, chef do Restaurante Rose Bowl, em Omaha, Nebr.

O uso do corte de carne conhecido como corned beef, trata-se na maioria da vezes de peito ou 'fralda' bovinos inicialmente tratados em salmoura e posteriormente fervidos em vinagre em fogo lento. A origem do nome provém do processo de salga (ao que se acrescentam grãos de sal que em inglês se denominam corn). Assim, pode-se traduzir literalmente como carne com grãos. O corned beef é muito comum de ser encontrado já enlatado para comercialização (mas depois posso tratar especificamente desse preparo numa outra postagem - sempre melhor preparar do que comer os industriais).


Seja quem for o inventor, o Reuben é um sanduiche delicioso e bem diferente. Encontrado na maioria dos restaurantes e lanchonetes dos EUA, principalmente em Nova Iorque, onde a maioria das fontes dizem originar-se. Vale a pena testar fazer o seu em casa.

O Reuben Sanduíche
Recita para  um sanduíche
Ingredientes
1 colher de manteiga, em temperatura ambiente
2 fatias de pão de centeio, levemente tostado
1/2 xícara de queijo suíço, temperatura ambiente desfiado ou ralado grosso,
2 colheres de sopa de chucrute, espremido e escorrido, picado
1 colher de sopa de molho russo (veja abaixo)
½ lata de corned beef (um tipo de carne enlatada preparada em salmoura) cortada ou desfiada

Preparo: Aqueça uma frigideira antiaderente em fogo médio. Passe manteiga na parte de fora das duas fatias de pão, coloque uma das fatias na frigideira com a Mantega virado  pro fundo da frigideira espalhe por cima dela , nesta sequencia, metade do queijo, cubra o queijo com metade do chucrute, por cima deles metade do molho russo, a carne enlatada, o molho restante russa, chucrute, queijo e, finalmente, outra fatia de pão. Doure o sanduiche por cerca de 2-4 minutos de cada lado, até o queijo derreter.

Molho russo - faz 1 xícara

1/4 xícara de maionese
1/4 xícara de creme de leite
1/4 xícara de ketchup
1 colher de sopa de molho inglês
2 colheres de sopa de cebola ralada
1/2 limão, suco de
1/4 colher de chá de molho de pimenta
1/4 colher de chá de páprica
sal e pimenta a gosto

Preparo: misture tudo vigorosamente até incorporar todos os ingredientes e formar um molho rosa cremoso.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Croque-Monsieur: misto quente metido a besta, com sotaque francês!


Que atire a primeira pedra aquele que nunca comeu um misto quente, quando a preguiça não lhe permitiu preparar algo, ou devido a correria do dia-a-dia. Talvez, o misto quente, seja um dos sanduíches mais comidos no mundo todo – sobretudo, insisto, pelos preguiçosos!!!
Eu estava na cantina da faculdade antes de ontem, quando vi um cara pedir um misto quente e a moça da cantina respondeu que não tinha, mas que teria outros salgados mistos.  O cara não gostou da resposta e saiu dali. Fiquei pensando naquilo... Como uma cantina não teria o sanduíche mais fácil de preparar – depois do queijo quente? (risos).
Pensando nisso resolvi escrever o poste de hoje sobre um misto quente. Porém numa versão um tanto, digamos mais "fina" dele. Não por isso, teria que vir com o nome francês - para dar glamour ao sanduíche. Estou falando do Croque Monsieur.


Croque Monsieur é um prato típico de lanchonetes e bistrôs franceses: pão, queijo, presunto, molho branco, levado ao forno para gratinar...  é peça chave para aqueles que gostam de comida rápida (é ainda, o “oásis no deserto” para os preguiçosos). Sua versatilidade lhe permite figurar como prato principal - quando acompanhado por uma salada, ou como lanche - quando acompanhado de um café, suco ou refrigerante.
Sua origem traz controvérsias: apesar do nome francês, alguns acreditam que sua origem está na Inglaterra, onde se pode encontrar receitas antigas de um sanduíche chamado Welsh Rarebit - feito de queijo e levado ao forno. Basicamente o que se considera como Croque Monsieur é a versão francesa doesse sanduíche inglês, onde se acrescenta presunto.
A respeito do Welsh Rarebit, algumas histórias sugerem a origem do nome para este sanduiche feito com "coelho do País de Gales". Ele pode ser conhecido como: Rarebit ou Welsh rarebit ou ainda Welsh rabbit (o nome original data do século XVIII – como conta o Brewer's Dictionary of Phrase and Fable - o nome exato do prato é discutido, encontrando-se a designação "Welsh Rarebit" em livros de culinária recentes mas "Welsh rabbit" em livros mais antigos, embora a receita não contenha coelho. Seria uma "gozação" dos ingleses aos primos pobres gauleses, que comiam o sanduíche de queijo porque não tinham dinheiro para comprar carne de coelho. Vejamos a receita so  século XVIII para este tipo de sanduba:

Welsh Rarebit


2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de farinha
1 colher de chá de mostarda Dijon
1 colher de chá de molho inglês
½ colher de chá de pimenta do reino
60ml de porter (cerveja)
200g de queijo cheddar em fatias de pão
Preparo: Derreta a manteiga em uma panela e adicione a farinha. Cozinhar esta mistura durante cerca de dois minutos, garantindo que a farinha não queima. Adicione a mostarda, o molho inglês e a cerveja. Cozinhe por cerca de quatro minutos depois de começar a ferver adicionar o queijo ralado, pouco a pouco, para que este não se queime no fundo da panela. Enquanto o queijo está derretendo fatiar o pão e torrar de um lado na grelha. Quando o queijo estiver fundido ao molho, colocar sobre pão torrado recheando-o e acrescentar da mistura de queijo na parte superior do lado do pão cozidas. Coloque de volta na grelha até que o queijo ganhe cor de um marrom dourado.

Esta combinação de "ham and cheese" (Presunto e Queijo) está presente em quase todas as culturas gastronômicas ocidentais! que nada mais é de um misto quente metido a besta, com sotaque francês!
Mas para deixar esse post mais interessante, e criar caso com alguns historiadores, acontece que também se pode atribuir à Austrália, como sendo outro suposto lugar para o surgimento do croque-monsieur, quando se sabe que os primeiros aborígenes nômades daquele país já preparavam sanduíches com duas fatias de pão e recheio que seriam levados ao fogo. Esta preparação "torrada", então, apareceu na Indonésia e no Pacífico alguns séculos mais tarde.
A forma mais comum de se encontrar o Croque Monsieur é feita de pão quadrado (molde de pão de forma) só que feito de brioche, coberto com presunto e queijo gratinado. O croque monsieur foi proposto pela primeira vez em 1910 em um menu de café parisiense, localizado no Boulevard des Capucines.
Em 1919, o escritor Marcel Proust refere-se ao sanduíche no seu famoso livro "À l'ombre des jeunes filles en fleurs" (À Sombra das raparigas em flor), onde dizia assim:

Or, en sortant du concert, comme en revenant sur le chemin qui va vers l'hôtel, nous nous étions arrêtés, ma grand-mère et moi, pour échanger quelques mots avec Mme de Villeparisis qui nous annonçait qu'elle avait commandé pour nous à l'hôtel des "croque-monsieur" et des "œufs à la crème".


Traduzindo, mais ou menos, queria dizer isso: "Agora, fora do concerto, como retornar para o caminho que leva ao hotel, nós fomos parados, minha avó e eu para trocar algumas palavras com Madame de Villeparisis que nos disse que ela tinha encomendado para nós no hotel o "croque-monsieur" e " ovos ao creme". '
No entanto, a origem do significado é realmente desconhecida. Alguns gastrônomos e historiadores acreditam que a palavra "croque" serve para designar torradas embebidas em ovo. E que a origem do nome teria ocorrido durante um mal entendido ocorrido em cafés parisienses, onde na correia com muitos pedidos, um garçom ao entregar o prato, dise o termo  Senhor (monsieur) no fim de sua frase (Tipo assim: Le croque, monsieur. ) E foi entendido de outra forma pelo cliente, que achou que Monsieur fazia parte do nome do prato ( tipo assim: Le croque-monsieur). Perceberam a sutil diferença que batizou o prato?
Eu até poderia criar uma historia rápida para esta origem: imagine um Senhor (monsieur) típico francês, em um café parisiense. O homem metido à gourmet solicitaria uma inovação no seu croque, e pediu ao garçom que o seu viesse gratinado – o que lhe foi prontamente atendido (Mas, acho que isso seria realmente sonho. Porque a França é um dos lugares do mundo, se não o único, aonde o cliente não tem direito de reclamar. Não sei se essa impressão é só minha)
Mas o mundo não é feito só de homens, e as mulheres não poderiam ficar de fora desta prosa... e eis que surgiu o "croque madame", por sua vez, é visto coroado por um ovo frito (ou ovo à cavalo). Coisas da evolução, da globalização - e de quem mais se quiser por a culpa por isso. Desta forma surge o croque-monsieur enriquecido com bechamel molho ou Mornay, com salmão, abacaxi, banana...


Quem deseja exclusividade ainda pode comer um croque especial na Itália, no famoso Bar croque-monsieur Harry, em Veneza; ou Grã-Bretanha , para experimentar o gosto do “coelho galês ou Rarebit Welsh”, um croque monsieur galês. Não satisfeito com esses, Durante os anos 90, surgiu em todos os cafés da França o "Croque-Poilâne", um croque-monsieur feita com o famoso pão padeiro Lionel Poilân.

Maneiras diferentes de preparar um croque:

Croque en sauce: Não hesite em experimentar o seu habitual croque com molhos, como creme de leite fresco ou bechamel! 


Croque montagnard:, deixe-se ser tentado pelo gosto exótico da  carne de Grisons: mas cuidado, ela é particularmente salgado.


Croque de la mer : sai o presunto, entra uma fatia de salmão defumado com um toque de creme de leite e uma pitada de endro. Se você deseja um croque-madame de la mer, desta vez coloque ovas de peixe-lapa ou salmão.


Croque à l’italienne: Um parente próximo de "Panino" italiano, basta substituir o presunto por presunto de Parma ou mortadela, colocar um tomatinho e manjericão - tudo sobre uma fatia de pão italiano.


Croque hispanique : Assim como o anterior, é só substituir os produtos franceses pelos espanhóis e voila. Vamos ter croque feito com queso Serrano y Manchego!


Croque sucré: Com frutas da estação e um pouco de manteiga. Morango, kiwi, banana: deixe sua imaginação fazer o resto.



Croque Monsieur (2 porções)

4 Fatias de brioche ou pão de forma
4 colheres de sopa de  Molho Béchamel 
4 colheres de sopa de Queijo ementhal ralado (ou gouda ou gruyere)
4 fatias grossas de presunto royale
Vinagrete de mostarda (receita abaixo) para acompanhar uma salada de folhas

Preparo: Em refratários individuais, coloque uma fatia do pão, 1 colher de sopa do molho bechamel e 1 colher de sopa do queijo. Cubra com 2 fatias de presunto, 1 fatia de pão, 1 colher de sopa de molho bechamel e finalize com 1 colher de sopa de queijo.

vinagrete de mostarda
1 1/2 colheres de sopa de vinagre de vinho;
03 colheres de sopa de óleo ou azeite;
1/4 colher de chá de sal;
1/4 colher de chá de pimenta-do-reino;
1/4 colher de chá de mostarda.
Bata muito bem todos os ingredientes com um batedor ou garfo, até que o molho fique bem cremoso. Se quiser, use um fuê.