quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A renúncia do Hierofante (Papa) regada a suco de laranja


De repente eu me peguei pensando na velhice... eu, criando numa família católica, sempre achei que a gente sabe quando está ficando velho no momento em que se percebe acompanhando a mudança no papado. E nesta exata ocasião isso está prestes a incidir novamente – nasci na época em que o Vaticano era comandado por João Paulo II, presenciei a eleição de bento XVI e, agora, estou me preparo para um próximo Papa... e o “clima” que eu observo não me agrada.
No dia 10 de fevereiro (um domingo de carnaval, aqui no Brasil) o mundo inteiro foi pego desprevenido com o discurso em que o Papa pessoalmente anunciou sua renúncia. Ele disse:


"Caros irmãos:
Convoquei-os para este consistório, não apenas para as três canonizações, mas também para comunicar a vocês uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Após ter repetidamente examinado minha consciência perante Deus, eu tive certeza de que minhas forças, devido à avançada idade, não são mais apropriadas para o adequado exercício do ministério de Pedro.
Eu estou bem consciente de que esse ministério, devido à sua natureza essencialmente espiritual, deve ser levado não apenas com palavras e fatos, mas não menos com oração e sofrimento.
Contudo, no mundo de hoje, sujeito a mudanças tão rápidas e abalado por questões de profunda relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e proclamar o Evangelho, é necessário tanto força da mente como do corpo, o que, nos últimos meses, se deteriorou em mim numa extensão em que eu tenho de reconhecer minha incapacidade de adequadamente cumprir o ministério a mim confiado.
Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro, confiado a mim pelos cardeais em 19 de abril de 2005, pelo qual a partir de 28 de fevereiro de 2013, às 20h, a Sé de Roma, a Sé de São Pedro, vai estar vaga e um conclave para eleger o novo Sumo Pontífice terá de ser convocado por quem tem competência para isso.
Caros irmãos, agradeço sinceramente por todo o amor e trabalho com que vocês me apoiaram em meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. E agora, vamos confiar a Sagrada Igreja aos cuidados de nosso Supremo Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo, e implorar a sua santa mãe Maria para que ajude os cardeiais com sua solicitude maternal, para eleger um novo Sumo Pontífice. Em relação a mim, desejo também devotamente servir a Santa Igreja de Deus no futuro, através de uma vida dedicada à oração.
Vaticano, 10 de fevereiro de 2013.
BENEDICTUS PP. XVI"

Imediatamente pude acompanhar, pelas redes sociais, pelas redes sociais que a renúncia humanizou o papa aos olhos de alguns católicos.
Muita coisa voltou a ser dita; profecias voltaram a percorrer o mundo como um rastilho de pólvora; e o mundo volta os olhos para o Vaticano.




Oito feministas com os seios à mostra participaram em uma manifestação nesta terça-feira (12) na catedral de Notre Dame de Paris para festejar a renúncia do Papa Bento XVI, anunciada na segunda-feira.



A mãe natureza também resolveu se manifestar: Um raio atingiu a basílica de São Pedro algumas horas após o Papa Bento 16 ter surpreendido o mundo católico com sua renúncia ao papado. O incidente ocorreu por volta das 18h00 horas, horário local (16h00 em Brasília).




Mais um “fim do mundo” – A Profecia de São Malaquias

O anúncio da renúncia do papa Bento 16 fez relembrar a famosa "Profecia de São Malaquias", que anuncia o fim da Igreja e do mundo. A profecia de São Malaquias, ou "Profecia dos Papas", é um elenco de 112 frases curtas em latim que indicariam o número de papas, considerada uma premonição atribuída a São Malaquias, bispo de Armagh, que viveu no século 12. A obra prevê que o próximo papa vai ser o último antes da destruição de Roma e do fim da Igreja Católica.
A profecia foi publicada em 1595 pelo histórico beneditino Arnold de Wyon, dentro da sua obra "'Lignum Vitae, Ornamentum et decus Ecclesiae" [A Árvore da Vida, enfeite e decoração da Igreja, na tradução livre]. Segundo a tradição, em 1139 Malaquias foi chamado a Roma pelo papa Inocêncio 2º para ser nomeado bispo e próprio na Cidade Eterna ele teria tido um sonho sobre os futuros papas.
Malaquias relatou sobre a visão através de uma longa sequência de frases obscuras, em um manuscrito intitulado "Prophetia de Summis Pontificibus" [Profecia sobre Supremos Pontífices, na tradução livre].
As frases descrevem as características mais marcantes de todos os papas a partir de Celestino 2º, eleito em 1143. O manuscrito foi então depositado nos arquivos do Vaticano, onde permaneceu esquecido até sua redescoberta em 1590.
De acordo com algumas interpretações da lista, o papa Bento 16 seria o penúltimo pontífice da historia da igreja, que terminaria com um papa descrito como Petrus Romanus [Pedro de Roma, ou Pedro Romano, na tradução livre] cujo pontificado, de acordo com a profecia, vai terminar com a destruição da cidade de Roma, e com o simultâneo fim da igreja e do mundo.
Muitas pessoas, no entanto, incluindo os redatores da última edição da Enciclopédia Católica, argumentam que a profecia é uma farsa do século 16.  As "profecias" teriam sido elaboradas por um falsário italiano, Alfonso Ceccarelli, para tentar influenciar, sem sucesso, os cardeais no conclave de setembro 1590, que elegeu o papa Urbano 8º. Apesar das evidencias de ser um falso, sempre que se fale sobre a sucessão no Vaticano, o imaginário popular volta à famosa "profecia de São Malaquias."
Não bastasse São Malaquias com suas profecias, 

A renúncia e o surgimento do “Anti-Papa"


Não bastasse a profecia de São Malaquias, sempre aparece aqueles que jogam mais lenha na fogueira... Assim surgem os que estão dizendo por aí que João Paulo II teve um filho, e hoje com 60 e poucos anos, este homem poderá substituir Bento XVI sendo "O Anti-Papa". (Você pode se perguntar: Porque a Igreja Católica esconde que o Papa João Paulo II tem um filho de 60 anos?)
As más línguas que moram no vaticano dizem que o filho do João Paulo II é idêntico ao pai e que ele assumiria o papel após a saída de Bento 16, sendo amplamente preparado para o Papado no Vaticano.

Alguns sites e Tabloides pelo mundo  já chegaram ate a publicar a foto acima  quando trataram do filho do Papa
Em (01/05/2011) o mundo assistiu à beatificação do papa João Paulo II, morto em 2005. Esse foi o primeiro passo para transformá-lo em mais um santo da Igreja Católica. A cerimônia aconteceu na praça de São Pedro, no Vaticano, diante de 1 milhão de pessoas.
Circula na internet, há algum tempo, um vídeo explicando o significado dos 7 reis de Apocalipse 17 (veja abaixo). Em forma de profecia, esse vídeo diz que os reis são na verdade papas, sendo João Paulo II o 6º e o atual papa Bento XVI o 7º. Ainda de acordo com essse vídeo, o 8º rei (que faz parte dos 7, de acordo com a Bíblia) seria o mesmo João Paulo II, que voltaria de alguma forma, da morte, tornando-se assim, a besta descrita no versículo 8 do mesmo capítulo.




  Era uma vez um vaticano?

Uma polêmica sempre é boa pra movimentar a igreja! E, como o ano está apenas começando, posso dizer que, até este momento, a renúncia do Papa é a “bomba do ano”!
Particularmente não acredito no motivo descrito no conteúdo do texto, lido pelo pontífice, pelo simples fato de eu não considerar Ratzinger um ser idiota– ele nunca deu um ponto sem nó; não foi eleito à toa, principalmente se considerarmos que assumiu o papado utilizando aquilo que ele sabe fazer bem feito (articulação política ostensiva - ele foi “escolhido” na segunda votação, pois, não iria pegar bem, caso a escolha daquelas mais de 180 “cobras criadas” fosse definida logo na primeira rodada). Quanto a real motivação para a “inusitada” decisão ( já se sabe que foi tomada em março do ano passo após visitas ao México e cuba) talvez venha a público algum dia. Talvez a igreja classifique o texto com o motivo real como apócrifo... até lá o povo vai se submetendo aos conteúdos da literatura jornalística “superficial” que deixam os motivos reais da renuncia do Hierofante (Papa) ao gosto do leitor.



Sei que posso estar sendo rude com as palavras, que posso parecer grosseiro e insensível até. mas quantos de vocês, católicos como eu, já pararam para se informar do que de fato acontece no Vaticano? Quantos de vocês realmente se importam com isso? Até onde isso interferem na suas vidas? E como suas vidas podem mudar com esta renúncia? Já pensaram nisso?
 Vejo muita gente publicando mensagem de apoio ao Papa, chamando-o de humilde – mas para mim tudo isso só serve para evidenciar que as pessoas estão testando sua caridade, posando de “bons moços” enquanto ainda escondem a “sujeira” debaixo dos próprios tapetes.
Se você não está gostando do rumo dessa conversa, sugiro que pare de ler por aqui. Pule para o fim do post, e prepare o suquinho de laranja que lá estará disponível, e pronto (Outro dia li em algum lugar que o suco de laranja é a bebida favorita do Papa Bento XVI, tanto que ele fez questão da bebida estar presentes em suas refeições. 



A preferência do pontífice pelo suco de laranja provavelmente se deve, além do delicioso sabor da fruta e dela ser excelente fonte de vitama C, aos benefícios que a laranja traz à saúde. Suco de laranja previne cálculo renal, controla a triglicéris, além de ser uma poderosa arma contra os altos níveis de colesterol ruim (LDL). O suco de laranja disponível aqui não é bem o que o Hierofante bebe, porque resolvemos das uma incrementada na recita básica que só pede laranjas espremidas)
Mas se você compreende todo este meu falatório, dê uma pausa na leitura, prepare o suquinho de laranja do final deste post e, em seguida, volte com um copo long drink cheio desse suquinho, para continuar com a leitura.

Desvendando o que tem por trás do Hierofante (Papa)

Antes de eu continuar acredito que cabe aqui uma explicação:
Hierofante é o termo usado para designar os sacerdotes da alta hierarquia dos mistérios da Grécia e do Egito. É o sacerdote supremo, que pode ser chamado também de Sumo Sacerdote. O exemplo mais popular de alguém que pode ser chamado de Grande Hierofante é o líder supremo da Igreja Católica Apostólica Romana, o Papa, também chamado de Sumo Pontífice.
Sumo Pontífice (Sumo Pontifex) é aquele que lança pontes, na significação antiga, aquele que deve unir as diferentes pessoas e coordenar esforços, lançar pontes em todas as direções. Nesse sentido, o líder da ordem F:.M:.K:.R:., que, segundo os próprios integrantes da ordem, tem como tarefa principal conectar pessoas e sinergizar esforços, pode também ser chamado de Sumo Pontífice e consequentemente de Grande Hierofante.
Hierofante também designa grandes sacerdotes de outras religiões. No livro A enxada e a lança, de Alberto da Costa e Silva, na página 440, se lê "Orumila, o hierofante". Orumila é o grande conhecedor do Orum, que significa o desconhecido, o outro lado, o infinito, o longínquo. É nesse lugar inalcançável pelos habitantes da Terra (para os Iorubás, Aiyê) que fica a morada dos Orixás. Afirma Proclus que "ao filósofo cabe ser o Hierofante do mundo inteiro", ou seja, cabe a ele dar os rumos e direções da humanidade.
Hierofante: do grego Hierophantes, que significa literalmente “aquele que explica as coisas sagradas”. O revelador da ciência sagrada e chefe dos iniciados. Título pertencente aos mais elevados adeptos nos templos da antiguidade, que eram os mestres e preletores dos mistérios e os iniciadores nos grandes mistérios finais. O Hierofante representava o Demiurgo e explicava aos candidatos à iniciação os vários fenômenos da criação que se expunham para seu ensinamento. “Era o único expositor das doutrinas e arcanos esotéricos. Era proibido até pronunciar o seu nome diante de uma pessoa não iniciada. Residia no Oriente e levava, como símbolo de sua autoridade, um globo de ouro pendurado ao pescoço. Se o denominava também de Mistagogo”. 
Em hebraico e caldeu, o termo era Peter, o abridor, descobridor ou revelador, e por isso o Papa, como sucessor do Hierofante dos antigos mistérios, ocupa a cadeira pagã de São Pedro. Cada nação teve seus mistérios e hierofantes. Até os judeus tinham o Peter-Tanaïm ou Rabino, como Hillel, Akiba e outros famosos cabalistas, que só podiam comunicar o tremendo conhecimento contido no Merkavah. Nos tempos antigos, havia na Índia um só hierofante, porém na atualidade há vários disseminados pelo país, ligados aos principais pagodes, os quais são conhecidos com o nome de Brahma–âtmas. No Tibete, o hierofante principal é o Dalay, ou Taley–Lama de Lhasa. Entre as nações cristãs, unicamente as católicas conservaram o costume “pagão” na pessoa do Papa. 

Explicação feita agora eu sugiro a você, que já está com seu suquinho a postos, que leia atentamente uma breve síntese dos livros sugeridos – e que podem esclarecer, provavelmente, mais motivos para a renúncia do Hierofante da Igreja Católica Apostólica Romana.

Primeiro, recomendo esta obra: “Sua Santidade – As cartas secretas de Bento XVI", de Gianluigi Nuzzi,


O livro traz relatos sobre escândalos e crimes envolvendo religiosos de todo o mundo. O escândalo provocado pela publicação levou o Vaticano, pela primeira vez, a prender dentro de seus muros um alto funcionário, Paolo Gabriele, um homem de 43 anos, que desde 2006 era o mordomo de Bento XVI. É ele o acusado de ter vazado os documentos secretos que deram origem à polêmica obra. No entanto, o autor do livro não revela o nome verdadeiro da pessoa que lhe entregou os relatos, esta que foi portadora de todas as cartas, relatórios, papéis, que durante semanas, sempre em locais diferentes, em horas diversas.
O livro aponta que milhões de euros de negócios suspeitos teriam sido branqueados pelo Istituto per le Opere di Religione - IOR (o banco do Vaticano) e revela escândalos de pedofilia envolvendo sacerdotes e bispos por todo o mundo, passando pelo dinheiro ganho pela Igreja com pornografia. Além disso, aponta que existiria ingerência na política interna de outros países, prática de crimes passionais e jogos de poder que teriam o intuito de destruir reputações e colocar interesses pessoais na frente dos interesses da Igreja e de sua missão evangélica. Segundo a obra, Bento XIV vive fechado nos aposentos papais, refém das vontades de uma corte de cardeais, bispos e secretários particulares que só permitem que saiba algumas coisas. Bertone, o cardeal Secretário de Estado, seria a figura central de uma intriga e moveria pessoas e acontecimentos como melhor lhe convém, buscando alcançar um poder cada vez maior.

A segunda indicação ainda não tem tradução para o português, mas como está em espanhol acredito que muitos possam ler, Trata-se de  LOS CUERVOS DEL VATICANO, DE ERIC FRATTINI,


.Los cuervos del Vaticano revela uma historia de mordomos traidores, vazamento de documentos, comissões secretas de investigação, do serviço de espionagem y contraespionagem do Vaticano, de prelados que denunciam a corrupção e que são afastados de imediato de San Pedro, lavagem de dinhero, altos membros da máfia siciliana, um complot para assinar o Papa, uma adolescente desaparecida e supostamente utilizada como escrava sexual, una guerra entre jornalistas e dirigentes da imprensa católica, um presidente do IOR com medo a ser assinado. Mostra ainda que no Estado da Ciudade do Vaticano, a realidade sempre supera a ficção;
O livro traz inclinações nos discursos do Papa, como:
“Sem justiça, que são os reinos senão uma grande corja de ladroes?” - .Bento XVI citando uma frase de San Agustín logo em sua primeira encíclica Deus caritas est (2005).

Agora vou tomar meu suquinho de laranja - e continuar observando a instalação desta “guerra civil” no vaticano.


Suco cremoso de laranja

500 ml de leite
200 g de leite condensado
5 laranjas

Preparo: Corte as laranjas ao meio e as esprema para retirar seu néctar. Em seguida misture todos os ingredientes no liquidificados até ficar consistente. Logo após bata tudo no liquidificador até ficar consistente




terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

PaJeon – Um santo remédio contra a gripe


Tem dias que você acorda e já sabe que vai gripar?
Bem vindo ao clube! Eu também sou assim. E hoje acordei achando que a gripe está a minha espreita. Ficou louco quando isso acontece porque me incomoda a garganta arranhando, o nariz escorrendo – e aquela tosse de cachorro, insuportável, é o fim!
Todo mundo fala que repouso e muito líquido é um santo remédio para a gripe. E que para prevenir, muita vitamina C resolve – sem contar as inúmeras receitinhas de remédios caseiros que surgem aqui e acolá garantindo que, supostamente, vão mandar a gripe para as cucuias – uma infinidade de tipos de mel (de abelha, de cupim, de beterraba, com própolis, hortelã, etc.) e lambedores cheios de coisas fortes (como alho, gengibre, casca de um pau sei lá de onde, uma raiz de sei lá o quê, etc., etc., etc.). Esse tipo de mistura não agrada todo mundo. E é pensando nisso que hoje este post, além de trazer a recita de uma gostosura, mostrará ela como uma fonte “inesperada” de um medicamento - gostoso para combater a gripe (será que eu tô viajando demais?).
Enquanto escrevo estou ouvindo PSI – aquele rapper coreano famoso por sua dancinha do cavalo 'Gangnam Style' (a música dá um clima. Pois vem da Coreia a receita de hoje).
Uma comidinha típica coreana, muito popular por sua simplicidade, e que está virando febre entre aqueles que gostam de comida asiática, o PaJeon, é bem mais do que parece ser. Trata-se de uma espécie de panqueca, que pra mim mais se assemelha com uma fritada, feita em porções pequenas, e que  pode ser feita com as sobras de tudo que você tem na geladeira.


A tradição coreana associa o PaJeon aos dias chuvosos – pelo fato de que você os pode preparar com tudo que tem na geladeira, sem precisar de  ir à rua comprar ingredientes.
Contudo, o mais interessante, desta receita é que os coreanos também associam o PaJeon como um protetor contra gripes, sobretudo pelos dias chuvosos, devido a grande quantidade de vitamina C contida em um ingrediente imprescindível para o preparo: a cebolinha.
 Não é incrível?! Eu adoro cebolinha, mas nunca tinha ouvido falar que cebolinha em quantidade ajuda a combater gripes. A possibilidade de comer PaJeon me deixa contente porque eu adoro – e fico ainda mais feliz, porque agora sei que é um “santo remédio” – e se pode fugir da tradicional canja de galinha contra resfriado hehhehehe.

Entendendo melhor o PaJeon:

PA = cebolinha, o ingrediente que predominante nesta receita, mesmo que você agregue outros ingredientes do seu gosto, como por exemplo, frutos do mar, tofu, ostras, etc.

JEON = panqueca, logo, as receitas Coreanas terminadas em Jeon são sempre algum tipo de bolinho, panquequinha ou fritadinha.

O que podemos fazer:

HaeMul PaJeon = HaeMul (frutos do mar) Pa (cebolinhas) Jeon (panqueca)



DuBu PaJeon = DuBu (tofu)  Pa (cebolinhas) Jeon (panqueca)



Gul PaJeon = Gul (ostra) Pa (cebolinhas) Jeon (panqueca)



OJingEo Pajeon = OJingEo (lula) Pa (cebolinhas) Jeon (panqueca)


E se a panqueca coreana não tiver as cebolinhas, o nome muda:

BuChu Jeon = BuChu (broto de alho) Jeon (panqueca)



KimChi Jeon = KimChi (Kimchi) Jeon (panqueca)



AeHoBak Jeon = AeHoBak (abobrinha) Jeon (panqueca)


Agora você tem uma ótima desculpa pra preparar esta delícia – a de que é um remedinho de prevenção contra a gripe. Corre pra cozinha e vai cuidar da saúde – antes que o desejo te mate de fome.


PAJEON

1 xícara de farinha de trigo (poderá substituir 
1/4 de xíc. por farinha de arroz para uma textura mais "puxa")
1 xícara de água
1 ovo
1/2 colher de chá de sal
1/3 de uma cebola, fatiada
80g de cebolinhas cortadas em pedaços de uns 5 cm
um pedaço de uns 2 cm de uma pimenta vermelha fresca (opcional)
1/3 de um pimentão vermelho cortado em fatias finas
óleo para untar a frigideira

Preparo: Prepare os vegetais. Corte-os em pedaços largos. Em uma tigela, misture bem a farinha, sal, ovo e água, usando um batedor de arame (fouet). Vai ficar uma massa mais mole do que a panqueca americana, porém mais grossa do que massa de crepe. Junte os vegetais e misture. Aqueça umas 2 colheres de sopa de óleo numa frigideira. Coloque porções de massa, usando uma concha, para fazer as panquecas em porções individuais. Outra alternativa seria espalhar massa pelo fundo todo da frigideira e fazer panquecas grandes e depois cortá-las em pedaços. Frite por alguns minutos em fogo médio até corar por baixo. Vire com uma espátula e deixe corar do outro lado. Sirva com molho à parte.


Sugestão de molho para acompanhamento

2 colheres de sopa de molho de soja
2 colheres de sopa de água
Pimenta vermelha em flocos a gosto (opcional)
1 dente de alho amassado
1 colher de chá de açúcar
1 colher de chá de óleo de gergelim
1 colher de chá de semente de gergelim
1/2 colher de sopa de cebolinha verde picadinha

Preparo: Misture tudo em uma tigelinha.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Carnavália de fevereiro – pode ser regada a massa com molho de limão e a tequila sunrise


Todo começo de ano eu escuto que, no Brasil, o ano só começa de fato depois do carnaval. E hoje eu fique me perguntando se antigamente ocorria o mesmo na Grécia – país de origem do carnaval.
Eu, particularmente não sou dado ao carnaval. Mas acho interessantíssima a movimentação para observar o comportamento humano. Vejo muita gente hipócrita recriminando este período, tecendo adjetivos dos mais baixos para desqualificar os brincantes carnavalescos. E isso não é de hoje. Se formos observar a história de como tudo isso começou, a hipocrisia foi a responsável por transformar ritos de veneração aos deuses gregos em “festas profanas”.
Aí eu me coloco: Quando o homem era politeísta e se submetia aos seus ridos de adoração para agradar aos seus deuses, para a sociedade da época, ele estava cumprindo sua obrigação religiosa sem recriminação. Depois, com a intervenção do cristianismo, com seu puritanismo de fachada, tudo ganhou um sentido pecaminoso... não  estou aqui pra discutir religiosidade. Apenas queria deixar claro que, na maioria das vezes, os interesses de alguns, acabam distorcendo tudo. Por tanto não vou qualificar aqui o carnaval como festa profana. Pois o politeísmo veio antes do cristianismo em muitas sociedades.
O carnaval é uma comemoração que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C., destinada a celebração, veneração e adoração de deuses gregos, especialmente Baco, o deus do vinho e da embriaguez. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.


Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C.. É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "carnaval". Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes.
O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque.
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma.
A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres.
Em geral, o carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras). O termo mardi gras é sinônimo de Carnaval.


Quando o cristianismo chegou já encontrou esta festa, dita orgiástica, no uso dos povos. Pelos seus caracteres libertinos e pecaminosos, foi a princípio condenada pela Igreja Católica. Porém, em 590 d.C. ela própria oficializou o carnaval dando origem ao “carnaval cristão”, quando o Papa Gregório I, o Grande, marca definitivamente, a data do carnaval no calendário eclesiástico. A partir de então, a Igreja tolerou melhor a festa e até passou a estimulá-la. Com o Papa Paulo II (1461-1471) foi organizada a festa de carnaval, com a promoção de corridas de cavalos, anões e corcundas, lançamentos de ovos, etc. Em 1582, o Papa Gregório XII promoveu a reforma do calendário Juliano, passando a se chamar Juliano Gregoriano, em uso até hoje pelos católicos, e estabeleceu em definitivo as datas do carnaval.
Nos períodos de repressão pela Igreja, a festa do carnaval sempre acontecia, quando os noviços organizavam a “festa dos bobos” em 28 de dezembro. Durante o evento elegia-se um bispo ou “abade dos bobos”. Realizavam danças na Igreja e na rua, procissão e missa simulada. Nesse momento os clérigos usavam máscaras e roupas de mulheres, ou vestiam os hábitos de trás para frente, seguravam o missal invertido (livro que contém as orações da missa), jogavam cartas, cantavam cânticos imorais e falavam mal da congregação.

GRAVURA : A Festa dos Bobos 1560,  de Pieter Van der Heyden (*1530 +1575)  COLEÇÃO ORIGINAL : Museu de Gravelines
Igualmente, a “festa dos inocentes” era uma espécie de carnaval regada a muita bebida e comida, encenavam peças e inversões de todos os tipos. As escrituras sagradas eram totalmente travestidas e parodiadas. Os rituais eram organizados pela Igreja Católica, de modo que a Instituição era ridicularizada e questionada em eventos carnavalescos.

O Combate de carnaval e da quaresma", 1559, de Pieter Bruegel
Embora muitos Papas tenham estimulado esses festejos, outros o combateram vivamente como Inocêncio II. Esta festa pagã acontece todos os anos no mês de fevereiro, em todo o mundo. Constitui-se a época de mais uma celebração de inspiração satânica, apresentando-se como uma manifestação que dilacera a espiritualidade.
Resumo da ópera (baseado no senso comum hipócrita): São quatro dias ao som de ritmos frenéticos e alucinantes (em algumas cidades brasileiras estes dias podem ser mais que quatro), regados a muita bebida alcoólica e à prática do sexo sem limites - pois o culto a sensualidade já traça o compasso de espera e é a marca registrada dos participantes que enchem ilusoriamente seus corações, numa prática que, neste espaço de tempo, cedem, sem nenhum temor a Deus, as suas luxúrias, na ignorância de que na quarta-feira, confessando seus excessos pecaminosos, através da figuração das cinzas, serão de seus pecados perdoados, como se Deus tivesse permitido, dado o seu aval para outros deuses serem venerados e adorados nesta ocasião.


Eu pergunto: Será que os hipócritas acham que Deus não vê as hipocrisias geradas dentro da sua Igreja? Será que só os foliões são a encarnação do profano? Para mim Deus é justo – e só ele pode julgar. Um dia no futuro, talvez, o cristianismo seja considerado como uma religião pagã, como ocorreu com as religiões anteriores a ele. E aí?


Para não desagradar a ninguém e deixar todo mundo no pique do carnaval, esta Confraria vai deixar duas recitas que vão alegrar os dias dos foliões: primeiro, por sua praticidade; segundo, porque fornecem energia suficiente para os brincantes se divertirem, sem culpa.

Talharim ao molho de limão

1 colher de azeite
200g de champignon
3 dentes de alho picados
1/2 xícara de chá de  vinho branco
casca ralada e suco de 2 limões
1 xícara de chá de creme de leite
100g de queijo ralado
300g de talharim
sal a gosto

Preparo: leve ao fogo alto uma panela grande com água salgada e deixe ferver. Enquanto isso prepare o molho: aqueça o azeite, junte o champignon e o alho e refogue por 3 minutos. Adicione o  vinho , a casca e o suco de limão. cozinhe por mais  2 minutos e retire do fogo. .Coloque a massa na água fervente mexa bem e cozinhe al-dente. escorra e devolva a panela levando ao fogo baixo. adicione rapidamente o  cogumelo cozido e o creme de leite, mexendo sem parar . polvilhe o queijo ralado aos poucos  para que ele dissolva por igual. sirva  em seguida.


Tequila Sunrise

1 dose(s) de tequila ouro
3 dose(s) de suco de laranja
quanto baste de xarope de groselha para decorar

Preparo. 

Despeje num copo alto a dose de tequila e o suco de laranja. Misture bem e coloque o xarope de groselha a gosto.









quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Manteiga e molho de maçã (Apple butter & Apple sauce)– delícias da Era Tudor


Imaginem a correria de hoje... terei um trabalho sobre cerimonial e protocolo para apresentar hoje na Universidade – o fato, é que o texto sobre o qual devo explanar é uma espécie de “manual” sobre como fazer a cama do rei Henrique VIII; e eu me detive pesquisando algo que me permitisse fazer uma ligação com aquele manual. Consegui. A apresentação promete... Daí pensei: - Já que estou pesquisando algo pra Universidade porque não pesquisar algo pra confraria?
Assim, mediante meus estudos sobre o segundo reinado de um Tudor, esta confraria hoje vai tratar de uma guloseima característica da Era Tudor: Os molhos de maçã e a manteiga de maça.

Molho de maçã

Manteiga de maçã

Geralmente quando se fala em molho de maçãs, os historiadores sempre dizem que este tipo de preparação se intensificado na Idade Média.  E a combinação de doce com acido seria perfeita para o acompanhamento de carnes.
No entanto, nas minhas pesquisas, encontrei vestígios de que a pratica de combinar carnes com maça remonta aos tempos antigos. A maioria dos pratos feitos com maçãs que conhecemos hoje é de origem primitiva. Por exemplo, cozinhar maçãs com carnes gordas, servia para compensar a gordura. E esta é uma pratica que remonta aos tempos clássicos, quando Apicius já oferecia uma receita de um prato de carne de porco com cubos com maçãs... e acontece que esta versatilidade das maçãs continuou a ser melhor explorada em tempos medievais, o Forme of Cury e o Le Ménagier de Paris (livros de culinária do século XIV) dão uma série de receitas para o molho de maçã, sem contar nas frituras e bebidas a base da fruta.




Apicius [Romano, do primeiro século D.C.] elaborou a receita para 'minutal matianum', um ragu de carne de porco, contendo maçãs... este é um tipo de prato feito ainda e comidas, em especial no Norte e Centro da Europa. A acidez de maçãs ajuda na digestão de gordura de carnes, tais como a carne de porco. (Fonte: History of Food, Maguelonne Toussaint-Samat [Barnes & Noble Books:New York] 1992 (p. 629))
Encontrei algumas receitas antigas para molho de maçã – indicado para servir com carnes e peixe;

[1390]
Hot Applesauce (Appulmose) for Meat and Fish.
Nym appelyn and seth hem and lat hem kele and make hem throw a cloth and on flesch dayes kast therto god fat breyt of Bef and god wyte grees and sugar and safronn and almonde mylke of fische dayes, oyle de olyve and gode powdres and serve it forthe.  "This Middle Engish recipe might read something like this in modern English: "Take apples and poach them. And let them cool and put them through a strainer. And on flesh days, add good, rich beef broth and good white grease and sugar and saffron. On fish days, add almond milk, olive oil and ground spices. And serve it forth." –Fonte: The Forme of Cury (circa 1390), edited by Samuel Pegge, [London:1780], as reprinted and translated in Apples:History, Folklore, Horticulture, and Gastronomy, Peter Wynne [Hawthorne Books:New York] 1975 (p. 201)


[1475]
Amplummus
Pour faire un amplummus: prenez pommes pelleez et copez par morceaulx, puis mis bouiller en belle esve fresce; et quant il sont bien cuis, purez l'esve hors nettement, puis les suffrisiez en beau bure fres; ayez cresme douce et moyeulx d'oels bien batus, saffren et sel egalment; et au dreschier canelle et chucquere largement pardessus.
To make an Apple Sauce. Get peeled apples, cut into pieces, then set to boil in puer fresh water. When they are thoroughly cooked, drain off all of the water and sautee them in good fresh butter; get fresh cream and well beaten egg yolks, and saffron, and salt judiciously. On dishing it up, cinnamon and sugar generously over top." Fonte: The Vivendier, A Fifteenth-Century French Cookery Manuscript, A Critical Edition with English Translation by Terence Scully [Prospect Books:Devon] 1997 (p. 46)  [NOTE: editor's comments following this recipe refererence several variations, including the use of cream and egg yolks. He also conjects this recipe might have been appropriate for sick people based on its placement in the book. Similar recipes from other period European texts are cited. Mr. Scully tells us the name "amplummus" is probably a combination of the words "apple" and "mush" derived from Old German.]

Eu  bem sei que vai haver pessoas reclamando que as receitas estão em inglês. Mas vou deixá-las assim para lembrar que tudo isso começou com meus estudos sobre um personagem inglês (sem contar que, ao final deste texto vai aparecer algumas receitinhas menos trabalhosas do que as apresentadas em inglês).
 Quanto à manteiga de maçã, ela nada mais é do que uma forma altamente concentrada de um molho de maçã, produzidos por um período longo de cozedura de maçãs em cidra ou com água a um ponto onde o açúcar nas maçãs caramelizam, transformando-se num creme espesso como manteiga, e ganham a cor de um castanho profundo. A concentração de açúcar na manteiga de maçã oferecia uma vida útil muito mais longa do que uma conserva de molho de maçã.
Desde a antiguidade o cozimento prolongado de frutas, reduzindo o seu volume, tem sido utilizado como um método prático de preservar frutas – embora se admita que o desenvolvimento de conservas e as tecnologias de refrigeração no século XIX e XX reduziram a importância das abordagens tradicionais, o que provavelmente faz com que receitas sejam esquecidas.
Na Grécia antiga o termo usado para este tipo de preparação siraion. Durante os séculos de hegemonia romana, escritores como Plínio, o Velho, Apicius e Columella também descreveram o processo de fabricação deste produto – e que dão nomes diferentes dependendo do grau de redução dos ingredientes originais, que tipicamente são reduzidos entre metade e um terço nestas receitas.
Provavelmente o surgimento da manteiga de maça, tal como a conhecemos, surgiu  no Sul de Limburg (Holanda), concebido durante a Idade Média, quando os primeiros mosteiros (com grandes pomares) apareceram. A produção da manteiga de frutas foi uma maneira perfeita para conservar parte da produção de frutos por estes mosteiros. Naquela região quase todas as aldeias tinham seus próprios produtores de manteiga de maçã – e dalí se espalho pela Europa. E a produção de manteiga de maçã também foi uma forma popular de usar maçãs na América colonial, e até o século XIX.
O engraçado é que não há manteiga de leite envolvida no produto; o termo "manteiga" refere-se apenas a consistência suave e espessa, e a utilização da manteiga de maçã e usa propagação de consumo no uso com pães. Normalmente temperada com canela, cravo e outras especiarias, o uso da manteiga de maçã geralmente é no pão, em pratos como carnes – onde serve como um condimento.


A manteiga de maçã poder ser também misturada com vinagre durante a cozedura para proporcionar uma pequena quantidade de acidez para a manteiga de maçã geralmente doce. Tradicionalmente manteiga de maçã era preparada em grandes tachos de cobre. Grandes espátulas de madeira, parecida com remos grandes, eram usados para misturar os ingredientes no tacho (ação semelhante a produção dos doces no nordeste brasileiro).
No Brasil encontramos este tipo de preparo nos “bons” supermercados. Mas, com certeza, não tem coisa melhor do que sentir o gostinho de uma manteiga de maça caseira.  Por isso coloque seu avental e mão a obra...


Molho de maçã 
(Também conhecido como purê de maçã)

2kg de maçãs vermelhas
1 xícara (chá) de açúcar
1 colher (chá) de mostarda
2 colheres (sopa) de suco de limão
1 colher (chá) de sal
1 pitada de canela em pó

Preparo: Descasque, retire as sementes e pique as maçãs. Leve ao fogo alto, adicionando os ingredientes restantes. Misture bem e tampe a panela. Quando ferver, abaixe o fogo e cozinhe até as maçãs amaciarem. Se o caldo secar, acrescente um pouco de água para não grudar. Retire do fogo e amasse ate obter um purê. Fica uma delícia servido com carnes como porco, javali, ovelha e peru

Manteiga de Maçã

2 1/2 kg de maçãs descascadas e picadas e transformadas em purê (usei o processador)
1 xícara de açúcar comum
1 xícara de açúcar mascavo escuro
4 colheres (chá) de canela (ou a gosto)
1 colher (chá) de pimenta-da-jamaica
½ colher (chá) de gengibre ralado
½ colher (chá) de cravo-da índia em pó
¼ colher (chá) de sal
1 colher (chá) de noz-moscada

Preparo: Misture todos os ingredientes numa panela grande e alta (se tiver um tacho pequeno é melhor). Cubra e cozinhe no mínimo (fogo bem baixo) até evaporar, engrossar e escurecer – mexendo de vez em quando para não grudar no fundo Descubra e deixe terminar de engrossar. Remova do fogo. Ponha em vidros esterilizados e secos. Refrigerar.

Molho de Maçã do Barão

1 maçã vermelha média com casca picada
1 colher (sopa) de cebola picada
1 dente de alho amassado
1/2 colher (chá) de páprica doce
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de salsa
1 colher (sopa) de manteiga
sal

Preparo: Em uma panela, refogue a cebola e o alho na margarina por alguns minutos. Acrescentar a maçã bem picada, a páprica e o sal e deixar ferver por 5 minutos. Peneirar o caldo do assado do lombo e separar os pedacinhos de maçã. Dissolver 1 colher (sopa) rasa de farinha de trigo no molho peneirado e incluir os pedacinhos de maçã. Misturar ao molho e mexer sempre. Quando engrossar juntar a salsa e desligar o fogo