É pra se comer bastante esta idéia de combinar gastronomia, cultura e história unidas num lugar acessível. Principalmente numa época onde as pessoas se entopem de gorduras trans e não alimentam a alma.
Sabendo que o homem não nasce da fome, mas do apetite. Te convido a conjugar o verbo comer em todas as suas possibilidades.
Um brinde a você por estar aqui! Bon apetit!!!
Esse
é um pão bastante famoso. Trata-se de um clássico servido na famosa Confeitaria
Colombo, no Rio de Janeiro, onde é servida a Torrada Petrópolis, feita de
fatias generosas desse pão com uma boa farta camada de manteiga e leva-se à
chapa para dourar– uma tentação! A maciez e o gosto meio adocicado do pão Petrópolis
fazem a diferença.
Embora
seja um pão bastante conhecido dos cariocas e fluminenses, e pelos turistas que
visitam a cidade serrana de Petrópolis, onde o pão tem status de refinamento,
sua origem é desconhecida. Talvez essa falta de registro deva-se ao fato de que
esse pão teve sua receita guardada a sete chaves por muito tempo, pois as
pessoas que o fabricavam e ganhavam dinheiro com a venda desses pães não se
preocuparam em difundir o possível criador, ou criadora, dessa maravilha da
panificação brasileira.
Não
obstante, não trata-se de uma receita complicada, muito menos daquelas cheias
de segredos e truques para a preparação. Ao contrário, é muito simples de ser
feito e com ingredientes que qualquer um pode ter em casa. Por isso, não perca
tempo, e tenha um delicioso pão fresquinho para alegrar seus momentos de gula.
Pão Petrópolis
50g de
açúcar (1/4 xícara)
400g
de farinha de trigo (2 ¾ xícara)
30g de
fermento biológico fresco (uma colher de sopa do fermento seco para pão)
uma
pitada de sal
1
colher (sopa) cheia de manteiga sem sal em temperatura ambiente
180ml
de leite (3/4 xícara)
1 ovo
extra
1 gema
misturada com 1 colher (chá) de café pronto para pincelar
Preparo: Numa vasilha grande,
coloque a manteiga, o leite, o ovo levemente batido. Junte o açúcar, o fermento
fresco esmigalhado ou seco e vá adicionando a farinha aos poucos. Misture bem
com uma colher até incorporar a farinha e despeje na mesa. Sove até ficar macia
e homogênea, polvilhando um pouco de farinha de trigo se necessário para
desgrudar a massa das mãos. Deixe a massa descansando por 20 minutos. Modele o
pão e coloque numa forma de pão (25x10x6cm de altura) untada e forrada nas
laterais com papel manteiga com uns 15cm de altura para fora. Pincele a
superfície com a gema e deixe crescer até dobrar de volume. Leve ao forno
pré-aquecido a 180˚C por cerca de 30 -35 minutos.
Essa
é minha primeira postagem de 2016 e, portanto, gostaria de desejar um ano novo
delicioso para todos vocês, amigos e leitores desta confraria. Pensando em
começar o ano com um postagem de comida bem brasileira resolvi falar dos nossos
pães. Então, teremos alguns posts deliciosos desse companheiro nosso de cada
dia.
Para
começar, hoje tratarei do Pão Delícia, verdadeira instituição da Bahia! Este pãozinho
está para os baianos assim como o pão de queijo para os mineiros. Na Bahia ele
é bastante popular e facilmente encontrado em supermercados, padarias,
delicatessen e principalmente em festas de aniversário, casamento e formatura
da população baiana.
Quanto
a origem da receita, ninguém sabe ao certo como ele surgiu mas, a versão mais
conhecida para a origem do pãozinho delícia pode ser encontrada no livro
Panificação Caseira nº 2 da cozinheira Elíbia Portela, que afirma que ele
nasceu do acaso. Conta-se que uma dona de casa baiana estava
preparando pãezinhos para sua família e amigos, porém, a farinha de trigo que
seria utilizada na fabricação dos pães não foi suficiente, resultando numa
massa muito pegajosa. Enquanto esperava por mais farinha de trigo para dar o
ponto correto a massa levedou, e com isso a dona de casa baiana resolveu fazer
os pãezinhos assim mesmo. E, após moldar a massa, levou os pães ao forno, porém
percebeu que se os deixasse no forno com o tempo convencional os pães ficariam
muito secos. E, resolveu retirá-los do forno um pouco antes. Feito isso, a dona
de casa baiana untou os pãezinhos com manteiga e os polvilhou com queijo do
tipo parmesão ralado, e os serviu em seguida. Muitos foram os elogios e, ao ser
indagada de qual seria o nome da nova iguaria, ela prontamente respondeu:
“pãozinho delícia!” A partir daí o pãozinho delícia ganhou o nome que se
conhece hoje.
Infelizmente,
não existe comprovação que ateste a veracidade dessa estória, mas ela tornou-se
a mais difundida entre os conhecedores do pãozinho delícia. Contudo, por se
tratar de um alimento bastante popular eu, particularmente, acredito que sua origem
também deva ser popular 0 o que comprovaria a veracidade da versão apresentada.
O
fato é que o pão delicia é delicioso e vale a pena ser feito em casa. A receita
é simples e de fácil manipulação. Tente ai e me conte
Pãozinho delícia
Massa
1 kg
de farinha de trigo sem fermento
1 embalagem
de fermento seco (11 g)
1
xícara (chá) de açúcar
3
xícaras (chá) de leite morno (nunca quente pois mata o fermento)
3 ovos
1
colher (sopa) de sal
1/2
xícara de óleo
1 colher
(sopa) de manteiga
Para
Cobertura dos Pãezinhos
100 g
de manteiga derretida
100 g
de queijo parmesão ralado
Preparo: Unte e esfarinhe 3
assadeiras retangulares grandes e reserve. Para a Massa: numa vasilha coloque o
fermento com a farinha e o açúcar, mexa para misturar e dar um pouco de ar a
farinha até ela soltar. Coloque todos os ingredientes, deixando um pouco da
farinha para o final. Sove bem ate obter uma massa elástica (na batedeira bata
por 10 minutos na velocidade 2). Se sua batedeira for de pouca potência,
coloque pouca farinha porque senão esquenta muito o motor. Depois de 10 minutos
termine sovando na mão, em cima de uma superfície limpa. Sove bem, pois o
segredo está em sovar. Se não tiver batedeira, sove manualmente por 15 minutos.
Coloque a massa dentro de uma bacia plástica, e deixe dentro dum lugar abafado
por 30 minutos. Divida a massa em 60 partes Modele cada pãozinho, com as mãos
untadas em manteiga, em formato redondo (se souber bolear, melhor). Coloque-as
no tabuleiro preparado. Abafe novamente por 1 hora e 30 minutos. Pré-aqueça o
forno a (200ºC) e asse por uns 20 minutos (não deixe corar, ele é mais
branquinho pois dá mais maciez). Para a
Cobertura: passe cada pãozinho na manteiga derretida com queijo ralado.
Caros
Amigos, espero que tenha tido um excelente Natal. Este ano resolvi me recolher,
de tudo. Muitas vezes, li nas crônicas vampirescas de Anne Rice que seus fantásticos
e superpoderosos vampiros se recolhiam da agitação do mundo por uns tempos – “o
chamado da terra” – o até que “o chamado do mundo” os fizesse retornar ainda
mais fortes. Li isso nas crônicas, compreendi o significado, mas não pensei que
eu, um dia, fizesse isso. Pois, me recolhi.
Resolvi
me recolher nessas festas, e fiz a melhor das escolhas fazendo isso. Minha atitude
teve inspiração espiritual, e hoje percebi o valor da importância lendo uma
passagem da Lya Luft, que eu recomendaria muito a leitura. Por isso, coloquei o
trecho que diz assim:
"
Às vezes é preciso recolher-se. O coração não quer obedecer, mas alguma vez
aquieta; a ansiedade tem pés ligeiros, mas alguma vez resolve sentar-se à beira
dessas águas. Ficamos sem falar, sem pensar, sem agir. É um começo de
sabedoria, e dói. Dói controlar o pensamento, dói abafar o sentimento, além de
ser doloroso parece pobre, triste e sem sentido. Amar era tão infinitamente
melhor; curtir quem hoje se ausenta era tão imensamente mais rico. Não queremos
escutar essa lição da vida, amadurecer parece algo sombrio, definitivo e
assustador. Mas às vezes aquietar-se e esperar que o amor do outro nos descubra
nesta praia isolada é só o que nos resta. Entramos no casulo fabricado com
tanta dificuldade, e ficamos quase sem sonhar. Quem nos vê nos julga alheados,
quem já não nos escuta pensa que emudecemos para sempre, e a gente mesmo às
vezes desconfia de que nunca mais será capaz de nada claro, alegre, feliz. Mas
quem nos amou, se talvez nos amar ainda há de saber que se nossa essência é
ambiguidade e mutação, este silencio é tanto uma máscara quanto foram, quem
sabe, um dia os seus acenos."
Mas
o meu recolhimento vai além... e não precisa ser explicado aqui apenas para
justificar minha ausência do blog. Contudo, e como sempre, há uma receitinha
para ser compartilhada. Desta vez, vem da tradição oriental, para trazer boas
vibrações para o Ano Novo, e muito de fazer. Chama-se Tangyuan.
Tangyuan
é um bolinho típico chinês feito de arroz glutinoso. Ele pode ser servido em
sopa ou para comer sem acompanhamento. Pode ser doce ou salgado, pequeno ou
grande, com ou sem recheio.
Na
China o Tangyuan é comido durante todo o ano, porque é vendido como alimento
congelado muito popular em muitos supermercados asiáticos. Mas na maioria das
vezes, é comido durante o Festival das Lanternas e Ano Novo chinês.
Na
China, há duas versões diferentes falando sobre o lugar de origem do Tangyuan
vem: No Norte da China, a lenda vem da era Yongle da dinastia Ming. Naquela
época, Tangyuan era chamado de 'Yuanxiao' (元宵), e foi obtido a partir
Festival Yuanxiao, também conhecido como o Festival das Lanternas. Yuanxiao
significa "primeira noite", que é a primeira lua cheia depois do Ano
Novo Chinês e é sempre uma lua nova. No sul da China, Tangyuan também é chamado
de 'Yuanxiao' (元宵). Mas
desde 1912, quando Yuan Shikai (袁世凯)
tornou-se o primeiro presidente da República da China, o nome foi mudado para
Yuanxiao. Yuan Shikai sempre quis se tornar um imperador, mas ele estava com
medo que o povo da República da China se opusesse a ele já que seu primeiro
nome Yuan era a primeira para do nome do
bolinho e a parte final do novo nome do
bolinho (xiao) significava também "erradicar".
Portanto,
pensar no bolinho como Yuanxiao (元宵) fazia lembrar ao povo da
China que teria que erradicar o da
República da China, ou seja, para remover Yuan Shikai de lugar do presidente.
Em 1913, antes do Festival Yuanxiao (festival de lanterna), Yuan Shikai decidiu
mudar o nome Yuanxiao (元宵) para Tangyuan (汤圆). A partir de então,
Tangyuan tornou-se o nome oficial deste alimento.
Os
recheios também podem ser diferentes dependendo da região em que são
preparados. Assim, no sul: há recheios doces como o de açúcar e gergelim,
flores osmanthus, pasta de feijão doce e casca de tangerina cristalizada,
enquanto no norte, são os preferidos recheios salgados, incluindo carne e
legumes picados.
Para
muitas famílias na China continental, bem como no exterior, tangyuan é
normalmente consumido junto com a família. Por este motivo a forma redonda das
bolas e das tigelas em que são servidos, simbolizam paz e união familiar. E
eles podem vir coloridos, representando alegria, e corantes são adicionados na
massa para garantir o colorido. Mas o branco é o tradicional para comemorar o
Ano Novo.
Tangyuan
4
xícaras de farinha de arroz glutinoso (Motigome, consegue fácil nas lojas de
produtos asiáticos, japoneses e em bons supermercados)
220 ml
de água morna
200 ml
de água fria
Recheio
14
colheres de sopa de pó de gergelim preto
14
colheres de sopa de açúcar
10
colheres de sopa de manteiga sem sal
Sopa
doce
3
xícaras de água
½
xícara de açúcar (pode ser mascavo também)
gengibre
cortado ao gosto
anis
estrelado (opcional)
Preparo: Sopa doce: Misture
tudo e leve ao fogo até formar uma calda fina; retire do fogo e deixe esfriar. Sirva
as bolinhas nessa calda. Comece pelo
recheio. (Um segredo para dar certo, sem desculpas, é nessa hora de
fazer as bolinhas, fazer a mistura em metades, ou seja, misturar primeiro 7
colheres de pó de gergelim, com 7 colheres de açúcar, que pode ser mascavo, e 4
colheres de manteiga derretidas. E só depois d éter terminado de fazer as
bolinhas com essa primeira parte você fará a segunda. Coisa da paciência
oriental. O mesmo serve para a massa abaixo). Misture o pó de gergelim
preto e o açúcar. Derreta a manteiga sem sal e adicione a mistura de pó de
gergelim preto juntos. Misture bem até unir. Faça da mistura pequenas bolinhas
com toda a massa. Levar a geladeira em uma forma com as bolinhas espaçadas para
não grudarem. Massa: pegue 2 xícaras
de farinha de arroz glutinoso e adicione 110 ml de água morna e misture até
toda farinha estar bem unida e em seguida, adicione 100 ml de água fria e
misture formando uma pasta lisa. Pegue pequenas partes da pasta e alise-os com
a palma da sua mão. Coloque a bolinha de recheio na massa e depois feche como
uma bola. Levemente enrole delicadamente na palma da mão como se fosse uma
brigadeiro. Assim faça toda a receita e leve a geladeira por uns 15 minutinhos.
Depois de frias, leve para ferver uma panela com água (cerca de 4-5 copos), e
em seguida, solte as bolas na água fervente com cuidado. Assim que elas
flutuarem até o topo, como se fossem nhoques, elas estarão prontas para comer.
Para
quem gosta de bebidas diferentes a Kzvar é uma típica bebida russa, não
alcoólica, bastante comum no Natal naquele país. Pelo sabor e qualidades
nutricionais é incomparável e se tornou bastante popular, principalmente por
ajudar a esquentar no intenso inverno russo, quando é bebida quente – mas a bebida também pode
ser apreciada fria.
Na
Rússia, a primeira menção escrita à Vzvar refere-se ao ano de 989, quando o
Príncipe Vladimir de Kiev chamou seus súditos ao cristianismo. Nos anais
daquela ocasião estava escrito - "distribuía alimentos, mel e Vzvar para o
povo”.
A
palavra Vzvar é certamente de origem russa e significa "bebida
amarga." No entanto, por uma questão de objetividade, observa-se que até
oito mil anos atrás a Vzvar era algo semelhante à cerveja - bebida feita a
partir de cevada, algo entre Vzvar moderno e cerveja - preparada pelos antigos
egípcios. A Vzvar de frutas já era conhecida na antiga Babilônia, mas conseguiu
se espalhar pela Mesopotâmia.
Figuras
históricas famosas como Heródoto, Plínio, o Velho, e Hipócrates, deixaram
descrições de bebidas muitos parecidas com Vzvar. Além disso, Hipócrates
apontava propriedades curativas desse tipo de bebida.
Os
primeiros tipos de Vzvar eram feitas de diferentes tipos de grãos: centeio,
cevada, aveia, milheto. Receitas naquela época eram de cerca de mil: havia Vzvar
com hortelã e uvas passas; Vzvar de centeio esmagado com malte de cevada; Vzvar
do norte feitas a partir de farinha de centeio, farinha de musgo islandês e
folhas de groselha preta; Vzvar branca, vermelha; Vzvar feitas de bolachas,
gengibre, morangos, cerejas, peras, ameixas... Ou seja, existiam Vzvar
diferentes cuja fórmula variava de acordo com as produções locais, clima, época
do ano e de acordo com os gostos da família e anfitriões.
A
partir da literatura é conhecida a habilidade de cozinhar deliciosas e,
picantes Vzvar eslavas, de forma artesanal, e daí é difícil inumerar a
quantidades de tipos de Vzvar existentes – principalmente porque cada morador
pode ter sua propia receita em casa.
No
século XIX, o povo russo não podia fazer nada sem Vzvar, que era usada antes,
durante e depois do trabalho, antes e após as refeições. Vzvar era a bebida de
cada dia. Como foi amplamente espalhado
a kvasovarenie na Rússia, como mostra o trabalho do médico LI Simonov,
publicado em 1898, em que o autor escreveu: "... A produção de Vzvar é
comum aqui: ela é cozida por camponeses, burguesa, comerciantes e fazendeiros,
nos mosteiros e os quartéis, hospitais; existindo nas cidades instalações para
o preparo e venda da Vzvar e os mestres Vzvar. Os médicos acreditam que o nosso
Vzvar é bebida de higiene e benéfica não só para as pessoas saudáveis, mas
também para os pacientes. Nos últimos anos, os médicos estão começando a
prestar atenção à Vzvar russa e recomendá-la à Europa Ocidental. "
Vantagens
da Vzvar estão relacionadas com a presença de substâncias aromáticas encontradas
na bebida. E além delas, os efeitos benéficos da Vzvar no processo de digestão
em seres humanos são explicados pela presença de bactérias de ácido láctico
encontrado na bebida. Portanto a Vzvar provoca o mesmo efeito que os produtos
lácteos: contém açúcares de fácil digestão, vitaminas e outras substâncias. Vzvar
melhora o apetite, tem um alto poder calorífico. As bactérias da fermentação do
ácido láctico enriquecem a bebida com vitaminas B, B2, PP, B e ácido láctico.
Estas qualidades definem a aromática Vzvar que restaura a força e melhora o
desempenho para grandes cargas de trabalho. O sabor da Vzvar é uma impressão
indelével para estrangeiros que visitam a Rússia.
A
Vzvar russa é sempre associada a várias crenças e superstições. Além de estar
descrita em rituais mágicos – o que indica um compromisso especial para com a
bebida. A Vzvar é preparada especialmente para celebrações especiais como
casamentos e nascimentos de crianças. Como ferramentas mágicas e terapêuticas
foram utilizadas Vzvar com sal após a preparação da bebida.
Independentemente
da origem e do significado, se você gosta de ter algo “diferente” para servir
aos convidados, que tal experimentar o
preparo desta bebida?
Vzvar
4-5
maçãs ou / e peras secas
4-5
ameixas secas
2
colheres de sopa de cerejas secas
2
colheres de sopa de uvas passas
5
xícaras de água
1/4
xícara de açúcar ou mel (a gosto)
Preparo: Lave
os frutos secos em água morna. Coloque as frutas secas em uma panela, adicione
a água e cozinhe em fogo baixo por 30 minutos. Adicione o açúcar e as passas,
ferva por e 30 minutos, com panela tampada . Sirva quente ou frio. Quando for servir escorrer as frutas. Para armazenar deixar com as frutas e fechar como se fosse uma compota.
Obs.:há quem adicione
especiarias nessa mistura durante o cozimento, então sugiro você utilizar as
que mais gosta. Canela, cravo e gengibre caem muito bem. E quem sabe ir além e
preparar uma gelatina com ela. Veja receita abaixo:
Gelatina de Vzvar
4
xícaras de vzvar frio
2
envelopes de gelatina incolor
Preparo:
polvilhe a gelatina sobre 1 xícara da vzvar fria em uma panela, deixe descansar
por 1 minuto. Leve ao fogo mexendo até a gelatina se dissolver completamente,
junte as 3 xícaras restantes de vzvar e misture bem. Despeje em taças e leve à geladeira até firmar.
Eu
confesso que, quando criança, eu não era muito fã de bolos com frutas, mas com
o passar dos anos aprendi a gostar.
Geralmente nesta época do ano aparecem frutas em muitas preparações culinárias
natalinas e os bolos de Natal não são os mesmo sem elas. Algumas das receitas
mais famosas já tratei AQUI, AQUI, AQUI e AQUI.. mas hoje quero me deter especialmente ao bolo de
frutas que carregam a alcunha de bolos de Natal, para tentar entender sua história
– e quem sabe sua evolução.
O
que mais me agrada nesse tipo de bolo é poder utilizar na massa todo tipo de
frutas, castanhas (todos os tipos de frutos secos) e especiarias exóticas que eu tenho no armário, e no final transformar
tudo em um resultado maravilhoso, aromático. A tradição diz que os bolo de Natal, de
frutas, devem ser feitos em novembro – sei de casos em famílias inglesas que já
fazem com muito mais tempo de antecedência. O que deixa esses bolos conservados
por este tempo todo é a adição de bebida alcoólica com que se rega o bolo de
tempos em tempos – esse é o pulo do gato para se armazenar este tipo de bolo!
Toda
essa história começou no século XIII, quando os britânicos incluíram frutas
secas em seus pães, e depois nos bolos, que até aquele período não incluíam
ovos na receitas. Embora se saiba que os frutos secos estejam presentes a muito
tempo na alimentação humana, o bolo de Natal, geralmente é um bolo de frutas, conhecido
como fruitcake, é uma preparação tradicionalmente inglesa.
O
nome "fruit cake" pode ser rastreado até a Idade Média, sendo formado
a partir de uma combinação de fructus Latina, e Frui ou Frug francês. Mas a referência mais antiga que pode ser encontrada sobre um bolo de frutas remonta
à época romana. A receita incluía sementes de romã, pinhões, passas que eram
misturadas em mosto de cevada. Mel, especiarias e frutas em conserva foram
adicionados durante a Idade Média.
Em
1400 os britânicos começaram seu caso de amor com fruitcake quando conheceram
as frutas secas do Mediterrâneo pela primeira vez. Já em 1647, o puritano
Oliver Cromwell aprova a lei para toda a Inglaterra proibindo banquetes e
festas Natalinas, e argumentando principalmente que os bolos de frutas eram
considerados “ricamente pecaminosos” para a data religiosa. Quem era pego
comemorando, era preso! A proibição caiu em 1660.
Em 1700,
na Europa, um tipo cerimonial de fruitcake era cozido nas épocas de colheita
e conservados para ser comido no próximo ano para comemorar o início da próxima
safra, esperando que ele traria outra colheita bem sucedida.
Entre
1837 e 1901, os bolos de frutas eram extremamente populares. Um chá na Era
Vitoriana não estaria completo sem bolos de frutas. Dizem, inclusive, que a
rainha Victoria teria esperado um ano para comer um bolo de frutas que ela
recebeu em seu aniversário porque gostaria de sentir a maturação do bolo, que lhe confere gosto melhor.
Uma
antiga tradição inglesa conta que as convidadas solteiras de casamentos
ingleses colocavam uma fatia do bolo de casamento, tradicionalmente um bolo de
frutas, sob seu travesseiro à noite, então elas iriam sonhar com a pessoa que
iriam se casar. Aliás, o bolo de frutas inglês se disseminou no Brasil por meio
dos ingleses existentes em Recife, Pernambuco, que com sua confeitaria delicada evoluiu e deu origem a uma receita tradicional pernambucana para bolo de casamento.
Mais
tarde se descobriu que ovos batidos ajudam o bolo a crescer, como na receita do
Sr. Herbert M. Bower para Ripon Plum Cake or Christmas Cake (Bolo de Natal)
incluído na coleção de 1939 Florence White's, intitulada Good Things in England
(Coisas boas da Inglaterra) que contem nada menos que sete claras batidas em
neve até formar picos bem duros.
Já Annie Bell usa bicarbonato de sódio como
agente de crescimento para a massa na receita do 'The All Gold Christmas Cake', em seu livro
Gorgeous Christmas – adicionado a uma
panela quente de manteiga derretida, suco de maçã, isso faria o bolo crescer
espetacularmente.
Enquanto o fermento em
pó, usado como agente de fermentação é
atualmente mais utilizado em bolos, ele só passa a ser usado na receita do
Victorian Christmas Cake que apareceu na
obra Christmas Collection escrita por Mary Berry; na receita da lendária
confeiteira Claire Clark em Indulge, conhecido como as Dan Lepard's Black Christmas
Cake; e mais recentemente no Christmas Cake de Nigella Lawson.
Embora
existam muitas receitas diferentes lembra-se que um bom bolo de frutas deve: ser macio e ao
mesmo tempo sólido– textura que só é conseguida quando se usa fermento em pó; deve ter um bom melado e frutas de boa qualidade, assim com os frutos secos.
As receitas da Nigella e Annie Bell são para
"bolos de frutas cozidos" - incluem alguns ingredientes que são cozidos durante a preparação do
bolo para manter uma maior umidade no final da receita.
Este
velho truque significa que não há necessidade de bater a manteiga e o açúcar
vigorosamente para se obter um creme perfeito - o que economiza tempo; ou mesmo
pré-mergulhar os frutos secos em bebidas alcoólicas, como sugerem as receitas
de Mary Berry e Claire Clark para se ter um resultado final úcom
eles sobre a umidade.
Mas
quando se fala em mergulhar frutas em bebida, quais as opções tradicionais?
Marry,
opta por xerez; Annie Bell usa suco de maçã; Nigella usa rum. Mas ainda há quem
use uísque, conhaque, rum escuro, suco de laranja e até chá. Ou seja, o seu
gosto é quem manda em que mergulhar (ou não) suas frutas. Para mim, o
uísque combina bem, mas se quer deixar mais doce, o rum é uma boa opção.
Um
bom dolo de frutas secas deve ter doçura na medida. Assim misturar farinha de
amêndoa nas mistura e usar açúcar mascavo é a solução perfeita, além de usar um
melado de qualidade – ou mel, caso não tenha melado. O doce desse bolo fica bem
equilibrado com quando se mistura ameixas e damascos secos, tâmaras secas,
cerejas cristalizadas, figos secos, uvas passas. Há também quem utiliza uma boa
geleia de damasco, um pouco de chocolate, é a imaginação quem vai mandar.
E
as especiarias fazem toda a diferença, pois um bolo de Natal perfeito deve ser
picante e rico. Assim, deixo abaixo duas receitas deliciosas para bolo de
Natal, uma com frutas e outra sem elas – mas a partir dessas receitas você pode
criar a sua.
BOLO DE NATAL
350g
de ameixas secas cortadas
250g
de passas
125g
de corinto (um tipo de uva)
175g
de manteiga sem sal, amolecida
175g
de açúcar mascavo
175ml
de mel ou melado (se tiver)
125ml
de licor de café
Suco
de 2 laranjas
2
colheres (sopa) de cacau em pó
3 ovos
batidos
150g
de farinha de trigo
75g de
amêndoas
1/2
colher (chá) de fermento em pó
1/2
colher (chá) de bicarbonato de sódio
Decoração:
enfeites comestíveis à gosto
Preparo:
Preaqueça o forno a 150ºC. Coloque as frutas, manteiga, açúcar, mel, licor de
café, suco de laranja, cacau em uma panela grande. Aqueça a mistura até que ela
ferva, mexendo-a enquanto a manteiga derrete. Deixe a mistura ferver por dez
minutos. Retire a panela do fogo e deixe repousar por 30 minutos. Após 30
minutos, a mistura vai ter esfriado. Adicione os ovos, a farinha, as amêndoas
trituradas, o fermento em pó e o bicarbonato de sódio e misture bem com uma
colher de pau ou espátula até que os ingredientes se misturem. Cuidadosamente,
derrame a mistura do fruitcake na forma de bolo. Leve o bolo ao forno para
assar durante uma hora e meia a duas horas, ou até o topo do bolo ficar firme.
Tire do forno e espere o bolo esfriar para tirá-lo da forma. Decore à gosto.
BOLO QUENTE DE NATAL (SEM FRUTAS)
150g
de farinha
100g
de açúcar mascavo
1
colher (chá) de fermento em pó
2
colheres (chá) de gengibre em pó
2
colheres (chá) de mix de especiarias (cravo, canela, alcaravia e semente de
coentro)
125ml
de leite integral
60ml
de óleo vegetal sem sabor
1 ovo
6
colheres (chá) de manteiga
500ml
de água fervente
350ml
de double cream
125ml
de advocaat
Preparo: Em um recipiente,
junte a farinha, o açúcar mascavo, uma colher de chá de gengibre, uma colher de
chá de mix de especiarias e o fermento. Adicione o leite, o óleo e o ovo e
misture. Despeje a massa em um tabuleiro untado e coloque por cima uma colher
de chá de gengibre em pó e uma colhe de chá do mix de especiarias. Espalhe seis
colheres de chá de manteiga pelo tabuleiro. Por fim, despeje a água fervente
sobre tudo (vai parecer uma catástrofe, mas nãos e assuste, no fim tudo dará
certo! Leve a mistura ao forno pré-aquecido a 220 ºC por 30 minutos.
A
criatividade humana sempre me anima. Tenho visto muitas produções dessa
criatividade ultimamente, circulando pelas redes sociais. É bonito ver as pessoas
criado. E o pensamento criativo gera uma energia fantásticas. Isso me empolga,
principalmente quando as pessoas inovam e geram novidades para enfrentar
períodos de crise. Pensando nisso fui buscar uma receita que surgiu um período
difícil, como o que estamos vivendo, e ela será o tema de hoje. Apresento a
vocês o Pudding du chômeur.
O
Pudding du chômeur, que traduzido ao pé da letra significa pudim do
desempregado, é uma sobremesa tradicional canadense, tipicamente da região de
Quebec e Acadian, criada na época da Grande Depressão (1929), onde a crise
econômica avassaladora obrigava as famílias a ter cautela nos gastos, com
limitações, e usar produtos baratos. Isso afetou diretamente a cozinha, pois as
famílias tinham que comer e cozinhar sobremesas com ingredientes mais baratos –
motivo que desenvolveu a criatividade das pessoas na cozinha para superar a
crise.
Existem
algumas versões sobre a origem da sobremesa. As mais consideradas são as
seguintes:
A
primeira conta que esta sobremesa teria nasce com a Grande Depressão das mãos
de Georgette Falardeau, mulher de Camilien Houde, então prefeito de Montreal. A
Primeira dama daquela cidade teria imaginado este mimo para confortar, com uma
boa dose de açúcar mascavo, as mulheres dos trabalhadores atingidos por
demissões em massa. Daí o nome: pudim dos desempregados
A
outra versão diz que a sobremesa foi criada por trabalhadores de uma fábrica,
durante a Grande Depressão, quando as mulheres das cozinhas tinham que preparar
as refeições com poucos ingredientes que dispunham que incluía manteiga,
farinha, leite e ovos.
Durante
a crise econômica, o caramelo que banha a massa era feito a partir de açúcar
mascavo, pois o açúcar era mais barato. No entanto, mais tarde foi substituído
pelo xarope de bordo (Maple Syrup). Esta sobremesa é considerada um dos
elementos básicos da cozinha Quebec, sendo inspirada em técnicas culinárias
francesas adaptadas ao novo contexto. O caramelo de açúcar mascavo substituído
pelo xarope de bordo (Maple Syrup) ilustra perfeitamente a cozinha sincrética
daquela província desde o início da colonização, os ingredientes indígenas
combinados com técnicas de receitas tradicionais europeias.
O
pudim dos desempregados é muitas vezes o centro das atenções nas mesas de
Quebec até recentemente. E, embora um bolo/pudim caramelado aparece em muitas
partes do mundo, estes é um "prazer que os canadenses - ou melhor, os
quebequenses – mantem para eles".
Que
tal preparar esse pudim criativo, prático e rápido de ser feito para adoçar
também a sua vida? E deixo uma sugestão: aqui no Brasil, principalmente no Nordeste, temos mais facilidade de encontrar mel de engenho (mel de cana de açúcar), quem sabe a ousadia permita você a preparar esse pudim com mel de engenho...
Pudding du chômeur (Com calda de açúcar
mascavo)
2
xícaras de farinha
¾.
Xícara de açúcar
4
colheres chá de fermento em pó
½
colher de chá de sal
4
colheres de sopa de manteiga derretida
1
xícara de leite
Calda:
2 xícaras de açúcar mascavo
2
xícaras de água
Essência
de bordo
Preparo: junte a farinha, o
fermento, o açúcar e o sal. Adicionar o leite e misturar bem, depois juntar a manteiga
derretida. Colocar a massa em uma assadeira untada com manteiga e colocar a
calda ainda quente por cima e levar ao forno pré-aquecido por 30 a 40 minutos.
Calda:
juntar o açúcar, a agua e a essência e levar ao fogo por uns 5 minutos até ferver.
Pudding du chômeur (com calda de maple
Syrup)
2
copos (500 ml) de xarope de bordo
2
xícaras (500ml) de creme de leite fresco
160g
(2/3 de xícara) de manteiga em temperatura ambiente
200g
(1 xícara) de açúcar
2 ovos
280g
(2 1/3 xícaras) de farinha
1
colher de chá de fermento em pó
Preparo: Pré-aqueça
o forno a 425 ° F (210 ° C). Ferva o xarope de bordo e creme de leite em uma
panela. Deixe ferver de 3 a 4 minutos, em seguida, retire do fogo. Bata a
manteiga e o açúcar. Adicione os ovos e bata mais um pouco. Em outra tigela, peneire
junto a farinha, o fermento e o sal. Misture os secos peneirados com a mistura
anterior. Despeje a massa em uma forma untada. Cubra a preparação com xarope de
bordo e leve ao forno por 20-30 minutos Esta receita deve ser comida quente.
Tem
dias que a gente acorda desejando uma bela sobremesa para deixar a vida mais
doce. O ruim desse desejo é que, nem
sempre, a gente tem coragem para fazer algo deliciosos, e comprar algo que nos
agrade está cada vez mais difícil (seja pelo preço exorbitante ou pela
qualidade que nem sempre está à altura do nosso desejo). Nessas horas é apelar
para que milagres acontecem (risos). Eu acredito em milagres.
As
vezes o milagre acontece quando menos se espera por eles. É o caso da postagem
de hoje, que apresenta a Eton Mess.
Eton
Mess é uma tradicional sobremesa britânica, que consiste de merengues, com
deliciosos morangos frescos envolvidos em um creme macio. Mas existem outras
versões com outros tipos de frutas.
A
origem dessa sobremesa remonta a uma bagunça que foi um verdadeiro milagre
culinário:
A
Eton Mess (Mess, em inglês, significa confusão, bagunça) foi criada no famoso
Colégio Inglês Eton, em Windsor, na Inglaterra. Era uma preparação
tradicionalmente servido em uma celebração anual daquele colégio a cada 4 de
junho. O Eton College foi fundado em 1440 pelo rei Henrique IV e tem uma longa
lista de alunos ilustres, incluindo o primeiro-ministro David Cameron e o príncipe
William.
Eton College
Esta
sobremesa ficou especialmente conhecida pelo nome "Eton Mess" desde o
século XIX. De acordo com o livro Dairy, de Robin Weir, a Eton Mess era servida
no Eton College desde a década de 1930 e foi originalmente criada com os
morangos ou bananas. As frutas eram misturadas com sorvete ou creme, e o
meregue foi adicionado tempos depois, por um cozinheiro chamado Michael Smith.
Quanto
ao nome da sobremesa a explicação é bem óbvia: nome Eton Mess foi tirado de
duas partes; a primeira palavra Eton foi, obviamente, tomado de Eton College,
onde a sobremesa originou. A palavra Mess (confusão/bagunça) refere-se a
aparência do prato, que originalmente não é muito arrumada.
Há
muitas lendas sobre a origem dessa receita, porém a mais comentada é que
durante um jogo anual de cricket no Colégio Eton, um cachorro da raça Labrador
sentou-se sobre a cesta de piquenique que continha uma pavlova de morango, e
acabou esmagando-a. As crianças não se importaram e se deliciaram com a
sobremesa, que então virou moda.
Para
garantir o sucesso dessa sobremesa é fundamental ter ingredientes de boa
qualidade; Logo, ter frutas orgânicas são sempre uma boa opção. Os suspiros
você pode comprar numa padaria, caso não saiba preparar. E o creme para
misturar pode ser o que você preferir. Mas aqui vai uma sugestão para você
prepara sua Eton Mess.
Eton Mess
1 xícara de morangos lavados, secos e picados
1 colher de chá de extrato de baunilha
1 colher de sopa de aceto balsâmico
1 pitada de sal
3 colheres de sopa de açúcar refinado
1 Xicara de suspiros
quebrados
1 xícara de creme de leite fresco bem gelado
Preparo: Separe todos os
ingredientes. Coloque no congelador o creme de leite e a vasilha que você irá
utilizar para bater o chantilly, em quanto isso prepare os morangos. Remova os
cabinhos dos morangos, e lave-os um a um. Deixe os morangos sobre papel toalha
para secarem. Pique os morangos em cubinhos (meça uma xícara), adicione uma
colher de açúcar, o extrato de baunilha, o aceto balsâmico com uma pitada de
sal. Misture e reserve. Quebre os suspiros e reserve. Separe as taças ou a
travessa em que você irá montar a sobremesa. Faça o chantilly: junte o creme de
leite com duas colheres de açúcar e bata na batedeira, até obter um creme consistente.
Não bata por muito tempo, pois o creme pode virar manteiga. Para montar a
sobremesa, faça camadas de chantilly, morangos e suspiros. Sirva em seguida.
Dicas: Você também pode fazer
uma camada de banana em rodelas, e para a banana não escurecer é só pingar umas
gotinhas de limão.
Se você quiser algo menos calórico pode trocar
o chantilly por iogurte grego.
Faça essa sobremesa quase na hora de servir,
pois os morangos soltam bastante agua, e você perderá a crocância dos suspiros.
Banana
Eton Mess
4 bananas
150ml de creme de leite
150 ml crème de confeiteiro
Para o merengue:
3 claras
150g de açúcar
Meia colher de chá de vinagre de xerez
Para o molho:
100g macio açúcar mascavo
100g de manteiga
100ml de creme de leite
1 colher de sopa de rum
Servir:
150g de amêndoa, noz-pecã e passas
Preparo: Pré-aqueça o forno a
180ºC. Para o merengue: Bata as claras em neve até estarem firmes em seguida, junte
o açúcar em colheradas, colocando uma colher de cada vez. Misture delicadamente
no vinagre. Coloque em um saco de confeiteiro, e faça o formato que desejar em
uma assadeira com papel manteiga. Leve ao forno para assar com uma colher de
pau na prendendo na porta do forno, por cerca de 45 minutos Para o recheio:
Bata o creme de confeiteiro e o creme de leite juntos; corte as bananas, misture
metade com o creme e a outra metade com o molho. Para o molho: Coloque todos os
ingredientes do molho em uma panela e deixe ferver até engrossar, deixe
esfriar. Para servir coloque uma colherada da mistura cremosa em um copo de
coquetel, em seguida, alguns merengues quebrados, um pouco de nozes e molho,
repetir até terminar.